TIERRA-TERRA



Madre Tierra


Rompe el silencio de la montaña
el silbido del viento,
son palabras de la madre tierra ,
que grita...
¡ vocifera !
alarmada y advierte ...
señalando con su verde dedo largo
la profunda llaga pestilente ,
que el hombre a causado...
escapando el verde vegetal
agua antes cristal hoy contaminada
milenarios árboles yacen inertes
junto a animales putrefactos.
La madre tierra desorbitada ,
clama , grita más fuerte ....
pero los sordos de turno sólo
miran su empinado codo...
mientras la tierra agoniza....
ahogada sin oxígeno ,
su fuerza desvastada ....
su mirada lánguida supurando
miserias humanas ...
bocanadas de oxígeno quedan...
y en agónico momento
casi en susurro nos dice...
arrogante ser humano ...
No me mates ..., sin mi nada eres .


Marcelo Romano
Salta-Argentina


português



Mãe Terra


Rompe o silêncio da montanha
o assobio do vento,
são palavras da mãe terra ,
que grita...
vocifera !
alarmada e adverte...
sinalando com seu verde dedo longo
a profunda chaga pestilente ,
que o homem causou...
escapando o verde vegetal
água antes cristal hoje contaminada
milenares árvores jazem inertes
junto a animais putrefatos
A mãe terra desorbitada ,
clama, grita mais forte...
mas os surdos de turno só
miram seu empinado cotovelo...
enquanto a terra agoniza...
afogada sem oxigênio,
sua força devastada...
seu olhar lânguido supurando
misérias humanas...
baforadas de oxigênio ficam...
e em agônico momento
quase em sussurro nos diz...
arrogante ser humano ...
Não me mates ..., sem mim nada és .



Marcelo Romano
Salta-Argentina

 

S. O. S. TERRA


Disperso, meu olhar passeia até o longe,
Que é ali, onde o Criador se esconde;
No seu trajeto, os pássaros voam livres,
Aos bandos, cruzam os espaços sem limites,
São mensageiros da fé e da esperança,
Silenciosos, procuram as rotas de bonança,
Evitam os raios, as tempestades, a cerração,
Tudo que possa pôr em risco o sucesso da missão;
Chegam às cavernas do infinito na hora certa,
Entregam ao eco a difusão do brado de alerta,
O aviso à humanidade, alheia e omissa,
De que é hora de acordar, livrar-se da preguiça,
Pôr em prática o que é o desejo do coração,
Desfraldar a paz e salvar a terra da destruição.
Então, recolho o meu olhar disperso, caio em mim,
Saio em busca do mutirão e pela boa causa dou o meu sim


Alceu Sebastião Costa
Advogado e Escritor/Poeta
Membro da Ordem da Confraria dos Poetas do Brasil.



Nuestra Tierra


Nuestra querida Tierra
tiene una herida abierta,
contaminaron su alma
y hoy luce triste, apenada…
Cuando Dios la creó
un Regalo nos dio,
pero tristemente nos cansamos…
Jugamos tanto con el regalo
que lo ajamos, lo quebramos…
Cielo, agua, aire y tierra,
en ello Dios se refleja,
hoy todo está contaminado…
¡El hombre los está matando!
Cercenan árboles para quitar su madera,
quiebran mesetas, montes y laderas,
todo arrasan a su paso
mirando de soslayo…
En nombre de la Paz
crean guerras sin cesar
y la Tierra se resquebraja
¡Ya no aguanta más!
Dicen que es evolución
y le quitan el pulmón,
le extraen las entrañas
¡Buscando el vil metal!
¿Evolución es igual a polución?
Creo que alguien se equivocó,
contaminando el Planeta
¡Quieren alcanzar sus metas!
Hombres de poca razón
y mucho menos corazón,
dejen que Viva la Tierra
¡No gasten sus Reservas!
No maten más las Plantas,
que debajo de ella descansan,
nuestras propias raices
las que alguna vez fueron felices..
¡Y hoy están llenas de cicatrices!
Tierra mía, te estás muriendo
y queremos defendernos,
diciendo cosas incoherentes
¡Mientras te destrozamos el vientre!
Dios nos ilumine el corazón
y sean uno con la razón,
para que nos demos cuenta
¡Que nos estamos quedando sin Tierra!
Alcemos nuestras voces,
que suenen a reproche,
gritemos alto al cielo
¡Que Amamos nuestro suelo!
No lo llenemos de sangre inocente,
No luchemos hasta la muerte,
levantemos las Banderas
¡Salvemos a la Tierra!

Marycris
15-03-2005



LATINIDAD

surmundo
de hinchazones desdentadas
vacas gringas
amamantan otras mesas
tierra herida de muerte
escupe soja transgénica
agua desbordada / escasea
pieles laceradas.
Olvidosombra
hambre
sangre dolida
enturbia viñedos
trigales
y llega a las profundidades
que sube como planta y no crece
no crece
no crece.

Viviana Álvarez



HOMEM-TERRA:

VERSO E ANVERSO DA MEDALHA
(Carvalho Branco)


TERRA... graça... beleza...
Explosão de Vida... Natureza...
Obra da Divina criação,
em proveito da própria evolução...
TERRA... Planeta de expiação!...
E foi tamanha a sutileza
do seu grande Criador,
que nela plantou com firmeza
a grata semente do Amor...
na qual tudo é sintonia, até na dor...
Mineral... flora... fauna...
cada um com sua alma...
alma-grupo... alma só...
Chega o homem e dá um nó...
reverte em loucura a calma...
Criador e criatura...
alma, corpo e mente,
do bem e do mal semente...
Pensa... sente...
reflete... futura... ... ...
Busca do mal a cura,
e descarrega na terra
o negativo que em si mesmo encerra...
mata... destrói... polui... se depura...
mas à Terra desconfigura...
"E agora, José?"...
Onde está tua fé?...
Crê que tu podes, que és
capaz de reverter tal situação...
busca a Força no âmago de teu coração...
Devolve a paz e a beleza
a nossa amada Mãe Natureza!
Recupera essa doada vida
por ti mesmo destruída...
Aduba a Terra, renova sua riqueza!
Se queres ter aqui um Paraíso,
se buscas viver em harmonia,
se procuras captar a poesia
que existe em cada sorriso,
crê na tua própria alquimia!...
Transforma... transmuta... recria...
devolve o equilíbrio ao Universo,
faz, de cada linha da vida, um verso,
um canto de Amor à Terra, geratriz e moradia...
Não esqueças:medalhas têm seu verso e seu anverso!...


Carvalho Branco

Brasil
 

 

Terra
by Cel


Chora Mãe,
deixa que tuas lágrimas corram sobre o cerrado,
molhe teu corpo cansado,
maltratado pela ambição do homem ...
Chora Mãe,
deixa que tuas lágrimas encham as valas,
o leito onde os rios adormecem,
agora esquecidos e sem vida ...
Sacia a sêde da mata,
que verga queimada e sofrida
oprimida pelo peso da moeda ...
Chora Mãe,
a saudade quando encantada,
borboletas brincavam em teus olhos,
voando, voando no espaço,
a saudade dos passarinhos,
que cuidando dos seus ninhos,
voavam cantando, cantando,
alegrando seu coração...
Chora por teus animais,
que corriam pelos vales e colinas,
chora pelos peixes
que já não vivem mais,
pelos teus filhos humanos inocentes
que não são culpados e que já não respiram mais,
pois teu ar já não é puro,
estás doente ...
Chora Terra,
Mãe querida e amada,
teus filhos desnaturados
já não te amam mais ...

Labirintos da Alma
Cel  (Cecília Carvalho)
texto escrito para Locura Poética de Marcelo Romano
Ilhéus- Bahia - Brasil
cecilia@ceplac.gov.br
www.encantoearte.com




TIERRA



Vuelvo a la tierra que nací,
con la esperanza  de verte madre,
vuelvo al Sol que vi salí,
vuelvo a respirar ese aire.
Vuelvo verte...Te hablo...
no se si yo escucharte,
¿porque te fuiste madre?,
¡que sola me dejaste!.
Siento aún tu perfume,
ya no puedo acariciarte,
siento el dolor que aún vive,
desde que murió mi madre.
En   esa  tierra  mía,
en la tierra de mi madre,
donde canta los jilgueros,
y se respira buen aire
donde yo iré a morir,
¡a la tumba de mi madre!.


Solitaria
España
solitaria5251@yahoo.es
http://solita.webcindario.com/index.html
http://mispoemas.webcindario.com/



Terra

Terra, é a azul esfera
de brilho flutuante no espaço
Um ser mutante em sua eras,
palco vivo de tantas quimeras
Terra mãe, é solo fértil,
com elementos sagrados coabita
e faz-se germinante de vida
para abrigar almas divididas
Terra, estação de transição
um campo de pouso e abrigo.
A próxima parada nessa viagem,
é o caminho para a eternidade


Tahyane Rangel

© 2005 - Brasil
http://www.tahyane.net



O BICHO HOMEM
Marcial Salaverry


É tão bela a Natureza...
Vem o homem, e estraga a sua beleza...
É tão lindo, tão acolhedor nosso mar...
Porque o homem insiste em o maltratar?
As florestas são devastadas,
com constantes queimadas...
As árvores impiedosamente derrubadas,
sem serem replantadas...
Florestas já quase não existem...
Tirando os animais silvestres,
das matas, que é seu lugar,
os homens só pensam em os engaiolar...
Animais presos em jaulas no Zoológico,
não me parece nada lógico...
Experimentem enjaular-se, numa prisão...
Como ficará seu coração?
O mar... quando verde... lindo demais...
Como é triste vê-lo com manchas negras colossais...
E como a terra ficam devastada
após uma queimada...
Por vezes, a Natureza se revolta, se rebela...
E quando zangada se revela,
explode sua ira em maremotos... tornados,
que deixam os homens desesperados...
Um vulcão, quando entra em erupção,
é porque a terra já se cansou de tanta poluição,
e se rebela... mostra como está triste seu coração...
Após promover queimadas, que deixam uma triste aridez,
o homem se queixa de que terra está seca...esquece o que fez...
Desastres ecológicos...
não são nada lógicos...
Vamos respeitar a Natureza,
cuidando de sua beleza...
Vamos manter a terra bem cuidada,
afinal, será nossa última morada...


Marcial Salaverry


español


EL BICHO HOMBRE

Marcial Salaverry


Es tan bella la Naturaleza...
Viene el hombre  y arruina su belleza...
Es tan lindo, tan acogedor nuestro mar...
Porque el hombre insiste en maltratarlo?
Las florestas son devastadas,
con constantes quemadas...
Los árboles impiadosamente derrumbados,
sin ser replantado...
Florestas ya casi no exisen...
Sacando los animales silvestres,
de los terrenos, que es su lugar,
los hombres sólo piensan en enjaularlos...
Animales presos en jaulas en el Zoológico,
no me parece nada lógico...
Experimenten enjaularse, en una prisión...
¿Como quedará sub corazón?
El mar... cuando verde... lindo es demás...
Como es de triste verlo con manchas negras colosales...
Y como la tierra queda devastada
después de una quemada...
Por veces, la Natureza se revuelve, se rebela...
Y cuando enojada se rebela,
explota sua ira en maremotos... tornados,
que dejan  los hombres desesperados...
Un volcan, cuando entra en erupción,
es porque la tierra ya se cansó de tanta polución,
y se rebela... muestra como está triste su corazón...
Después de  promover quemadas, que dejan una triste aridez,
el hombre se queja de que la tierra está seca...olvida lo que hizo...
Desastres ecológicos...
no son nada lógicos...
Vamos a respetar la Naturaleza,
cuidando de su belleza...
Vamos a mantener la tierra bien cuidada,
al final, será nuestra última morada...



Marcial Salaverry



Terra
(Marici Bross)
 

Ter você, amor.
É ter o mundo
Em minhas mãos.
É ter a energia
Que rejuvenesce a terra
Num vigor profundo.
Que frutifica e aquece.
A raiz que penetra a terra.
Esta raiz que sustenta.
Que entra terra adentro.
Esta raiz que é a base.
Num sustentar perfeito.
Esta raiz de amor.
Que aprofunda e sustenta.
Esta raiz sentimento.
Onde o carinho
Serve de lenitivo, a dor. 
Cura a magoa.
E recebe a luz.
De teu olhar.
O carinho de tuas mãos.
O afagar suave.
Que afofa a terra.
Permitindo, o respirar.
Este respirar da vida.
Este respirar do amor.
Olho ao redor.
No horizonte,
Surge um vulto.
Um vulto que delimita
A visão de meu olhar.
Vem amor, sabes que
Aqui, estou
A tua espera.
Para nosso ritual do amor.
Que tal qual,
A raiz e a terra.
No aprofundar,
Do amor.

Marici Bross
Adamantina, SP
06-01-03 -  7:35h.



CANCIÓN DE LA TIERRA



Ola y barca sobre el agua, sobre mi tan solo algas;
soy la rubia tierra inmensa de la mar,
en los ríos soy ceniza, en los prados soy un prisma
que hermana las semillas, y da pan...
En los prados soy violeta, negra, blanca,
tierra al fin... Multicolor!
Soy buena, y aprieto en mi garganta
las semillas que les ha dado a los hombres el buen Dios...
Conozco de las frutas de los siglos,
de los siglos, de los siglos...
Y al fin tendré en mis manos otras frutas de otros siglos
de otros siglos que se acercan caminando en el espacio...
Siento el peso de las piedras y no grito:
Es bueno tener peso sobre el hombro    y sufrir...
Contemplo los crepúsculos de otoño,
y me gozo de las flores que me brotan en abril.
Me asombro del espacio y la estrella
que de lejos me acaricia con su luz oro y rubí.
En los bosques tengo telas de una araña
que tejieron las raíces en mi entraña,
en los mares tengo una vida de silencio
bajo el sordo peso de las aguas,
en la orilla me transformo,
en el campo soy un pecho que se abre
y da su corazón.
Del llanto de la lluvia me alimento,
del beso de la brisa me consuelo.
Del alba que me besa, soy pasión!
Soy la tierra!  Tierra buena! Canto grande de raíces y fuegos,
de batallas, de silencios y de penas.
En mi piel se anidan todas las muertes de la vida,
toda la inmensidad de las quimeras!
De mi pecho brotan senos,
muchos senos que alimentan las estrellas
y en mi cara de doncella
hay mil surcos que se abrieron sucesivos
y que brotan fruta eterna.
En mis lodos me entristezco,
y sonrío en mis praderas...!



Vicente Rodríguez Nietzsche
guajana@coqui.net
Puertorriqueño



Terra
Valeriano Luiz da Silva


No princípio criou Deus os Céus e a terra
E a terra era sem forma e vazia
Esta terra deveria ser muito linda, pois Deus nunca erra...
Separando as águas surgiu o continente no terceiro dia
Depois que  a  terra  se  cobriu  de  verdura...
E de  erva produzindo sua  semente...
E de árvores frutíferas, pois a semente era pura...
Deram frutos saborosos, pois do homem não tinha nutriente...
Com o tempo da terra o homem descuidou,
Usando adubos químicos que sempre a enfraquece
Assim a matéria orgânica quase acabou
É uma repetição constante, pois o adubo químico logo desaparece...
O homem precisa fazer controle da conservação do solo e da erosão
Que tem feito empobrecimento precoce da terra produtiva
Pois enquanto aumenta a população diminui a produção
Sobre como será o mundo no futuro ninguém tem uma afirmativa
Esta terra tem sido palco de brigas e até de morte
Infelizmente por um pedaço de terra vidas têm sido ceifadas
Quem faz isto por ignorância com Deus não terá sorte
Se o homem contentasse com pouco... muitas famílias estariam assentadas
Por causa de terra os conflitos têm aumentado
Mas isto vem desde que o homem teve seu território demarcado
Nos primórdios da humanidade tudo era de todos com lealdade
Embora já no começo Caim matou Abel quem sabe aí o conflito foi
iniciado


Valeriano Luiz da Silva

Anápolis Go, 28/08/04
valerianols@globo.com



Tierra


Tierra amada,
querida,
devastada
por la codicia del Hombre!
El aunque planta
retira de ella
lo que no debe!
Es maltratada,
poluída!
Da el alimento que mata el hambre.
La belleza del nacer de las flores
Y ni así el hombre se acuerda!
La quema,
como se condenada fuera
a la esclavitud
de la tortura!
Deberíamos todos reverenciarla,
amarla, cuidarla, para la mejoría
de Nuestro Planeta
que va, cada vez más
poluíndose!
Sólo puedo desear que mis palabras
sean oídas !
Que tenga complacencia,
más Amor y que sepa cuidarla,
para que en el Futuro
aún tengamos
aire para respirar,
belleza , para nuestros ojos,
alimento para nuestros días!


Eda Carneiro da Rocha




Terra

Terra amada,
querida,
devastada
pela cobiça do Homem!
O mesmo que planta
retira dela
o que não deve!
É maltratada,
poluída!
Dá o alimento que mata a fome.
A beleza do nascer das flores
E nem assim o homem se lembra!
Queima-a,
como se condenada fosse
à escravidão
da tortura!
Deveríamos todos reverenciá-la,
amá-la, cuidá-la, para a melhoria
de Nosso Planeta
que vai, cada vez mais
se poluindo!
Só posso desejar que minhas palavras
sejam ouvidas !
Que tenha complacência,
mais Amor e que saiba cuidá-la,
para que no Futuro
ainda tenhamos
ar para respirar,
beleza , para os nossos olhos,
alimento para os nossos dias!


Eda Carneiro da Rocha
edacarneiro@uol.com.br
Araruama
Est. do RJ
15/03/05



Soy Mujer Vegetal
Teresa de Jesús(chilena)


Mi cintura es pradera
estepa mis espaldas.
Quebradas y oquedades
Mi garganta y mi axila.
Mi sexo es el misterio
donde florece el ceibo.
De mis dedos nacen diez alerces
Mis cabellos son algas marineras
Liquen mis pezones.
Me hundo en mis bosques más oscuros
asciendo por mis lianas en busca de otro bosque
hasta dar con su olor.
Me recuesto en el secreto de la miel
Que duerme en el tubo de la palma
Y desciendo para ver el fruto joven
Que da su leche por la herida abierta.
Cada vez que  talo un árbol me desangro.


Teresa de Jesús(chilena)
 


S.O .S. ENQUANTO É TEMPO
Mifori


Busco um balanço com renovações,
Das diferentes origens de todos os fatos,
Conciso, relato do homem suas relações,
Cujos efeitos na natureza são funestos.
Preservar o meio ambiente, eis o desafio.
O homem extrai, na interação com a natureza,
O seu sustento, transformando-a pelo poder.
Na extração desordenada, aviltado pelo ter.
Há que se conter a ganância desenfreada
Sem dispersões - mude sua ação, ó infrator,
Eliminando a poluição dos rios e do ar.
A extinção da flora e da fauna, queira evitar.
A Ciência, a Tecnologia, atingiram o patamar
Altíssimo de desenvolvimento na comunicação.
Porém, não conseguiram evitar a tal poluição
Que faz mal à saúde, à segurança, à moradia.
Agredindo mais e mais a formosa natureza,
O próprio homem não percebe sua destruição,
Causada em nome do progresso consumista,
Prejudicando, por egoísmo, sua evolução.


 Mifori
São José dos Campos, SP, Brasil
mifori@directnet.com.br




EL PLANETA TIERRA



Las pasamos con dolor, el planeta tierra cada segundo
recibe una agresiòn de los que no aman la vida ni el
amor....y solo quieren la contaminaciòn, prefieren un
desierto o una desvastaciòn y nosotros una tierra sin
invernaciòn.
El calentamiento causa Horror, mientras escribimos al
amor, la tierra sufre por la sobrecalentaciòn, humo,
hollín y gases del terror, muchas veces me pregunto
quién es el terrorista si aquellos que contaminan o
aquellos que lo practican.
No hay conciencia...No hay justificaciòn para que las
industrias nos condenen a la desapariciòn, sin filtros
ni regulaciòn la muerte espera en cada callejòn, la
tierra brama...brama de dolor...y el planeta gira y
llama la atenciòn.
No hay bosques, no hay vida, gritan las famélicas
cotorras chamuscadas en el páramo de la tierra,
mientras los pericos gritan en la naturaleza muerta,
de árboles cenicientos y quemados por los hambrientos
de la miseria terràquea...mientras ladramos a la
luna...sólo voces que clamamos en el lodo cloacal del
sistema...tierra...tierra...tierra...no es Rodrigo
de Triana...sólo pedimos que nos dejen vivir en la
tierra.
El hombre en su sed del oro corruptor...nos condena
a todos a la desapariciòn, hoy quiero llevar este
canto a todas las naciones del mundo...queremos una
tierra libre...libre
de contaminaciòn, un planeta verde es la herencia que
nos dejó nuestro creador, queremos respirar solo aire
puro,ver maripositas juguetear, un colibrí verlo con
su piquito el néctar chupar entre flor y flor verlo
pasar.
Entre peces de colores y agua como el cristal, ver un
nuevo orden llegar... una nueva tierra clamar, sin
importar la etnia, sin importar banderas....sin
importar status social...solo queremos el planeta
tierra sin contaminar..ver la vida llegar..solo
gritamos tierra..tierra...tierra no màs contaminaciòn.


William Rafael Reyna Rivas Arq.
www.laotradimension.com
Repùblica Dominicana.



Natureza
Efigênia Coutinho


Quando entro numa floresta, ajoelho-me,
porque ela é a mais antiga das Igrejas,
aquela em que o primeiro homem ergueu ao céu
a sua primeira prece: saudação à Natureza!
Não há sacerdotes nesta Igreja, nem velas no seu altar,
nem fumos de incenso, que saiam dos turíbulos
de prata! Há uma multidão silenciosa,
que estende os braços robustos para o alto...
E, sobre aqueles braços, uma multidão de mãos,
se abrem para implorar a vida ao sol,que tudo cria.
A natureza mais sábia, soube na Floresta preparar
bálsamos diversos, para todos os males da alma.
Porque todas aquelas folhas verdes e sussurrantes
ao vento, dizem a sua prece no murmúrio misterioso
duma língua sem palavras, tudo reza: rezam as folhas,
e com elas os insetos da Terra nos ramos entre a cortiça!
Eu me encontro como uma criança, num berço onde a
vida germina e cresce, lenta, esperançosa,
apontando a Natureza Futurecida!

Efigênia Coutinho


tavola@redel.com.br
http://www.saladepoetas.eti.br/index2.htm




Mi Tierra


Mi Tierra me atrapa
me besa, me acaricia
eché en ella mis raíces
y olvidarla ya no puedo.
Es mi tierra la del sol
la del tango y la poesía,
y las cuatro estaciones del año,
el otoño nos lleva de su mano,
el invierno nos abriga,
la primavera amanece,
y el verano nos castiga.
Mi tierra es esta,
donde la semilla siempre crece
y la cosecha da sus frutos,
mi tierra es la del vino,
las de los colores en la montaña
la del mar y la blanca nieve.
Mi tierra,
desde Ushuaia hasta la Quiaca
besando la Pachama
la fiesta de la “Madre Tierra”
que despunta al alba.
Mi Tierra es esta,
donde vivo y escribo
donde eché raíces
y mi arte es testigo.


Nora Lanzieri
Argentina
Todos osderechosreservados/®
noralanzieri@Argentina.com



EXTREMADURA MI TIERRA


Extremadura yo adoro
tú campo, tú sol, tú tierra,
Extremadura yo siento
orgullo como Extremeña.
Tus hombres son fuertes., duros
los endureció la tierra
que trabajan con sudores
esperando su cosecha.
A veces sus ilusiones,
se rompen., mueren de pena
al ver su trabajo inutil,
tal vez., "por una tormenta."
Pero vuelven a sembrar.,
vuelven a abonar su tierra
quizás este año sea mejor,
ellos nunca desesperan.
Muchos tienen que emigrar
buscan., lo que aquí no encuentran
más tarde o temprano vuelven
añorando a su tierra.
Extremadura., Renace.,
Adelante., no te mueras,
que España te necesita,
aunque "ellos" no lo crean.



Es el primer poema que yo escribi hace ya muchos años.
Especialmente hecho en mi niñez a esa tierra que me vio
nacer y crecer Extremadura, esa tierra mi tierra parda a la
que tengo en mi corazón y a la cual escribi este mi primer
poema que hoy dejo con mucho agrado aqui para todos ustedes.
Julia. luengo. Moreno.
http://tenerifeachinet.webcindario.com




MINHA TERRA


Esta era a minha terra,
Não a terra prometida,
Mas, a terra querida.
Repleta de lembranças,
De meus sonhos de criança
Que nunca me deixaram.
Predominavam as cores
Que iam do vermelho ao bege,
Nas suas rochas e árvores
Via-se manchas escuras
Na cor verde e ferrugem.
Raro nuance na paisagem.
Mas, o céu era sempre azul.
O vento quente e seco
Formava dunas de areias,
Na terra pouco fértil.
Foi o nosso mar que mostrou
O rumo que ela adotou.
Ainda há ar fresco e limpo,
Sem cãozinho a disparar
Atrás das belas gaivotas,
As quais levantavam vôo,
Numa enorme agitação.
- O que houve? Estou a recordar...
A majestosa formação
De granito, natural
Porto seguro aos barcos,
Desta terra sem rival,
Propôs sua transformação,
Surgiu, então, a pesca industrial.


Mifori
São José dos Campos, SP, Brasil
mifori@directnet.com.br





CUIDEMOS DA NATUREZA,
ELA É LUZ
Mercedes Pordeus


Era manhã, a luz do sol que já despontara
Os pássaros voavam e como numa festa
Aos bebedouros chegavam
Quanto mais luz do sol, mais passáros
Arrodeavam aqueles bebedouros
No fundo repletos de pequenos cristais
A natureza plena e bela recebera o sol
Com um doce "bem vindo", bela anfitriã
O sol em reciprocidade desejou-lhe lindo dia
Dia em que não lhe tocassem de modo devastador
Que a respeitassem com muito fulgor
Assim foi começando um lindo dia
Com a luz do Astro Rei
Pássaros e borboletas bailavam
E coloriam ainda mais aquele belo quadro
Parecia uma obra de arte em acabamento
Acabamento dado pelo Arquiteto do UNIVERSO
Esse arquiteto, com a luz natural que embalava a terra
Confiou ao homem a guarda de um bem imprescidível
Para a vida, para o homem respirar...viver
Mas o homem, arquiteto terreno
Não deu ouvidos a voz do Arquiteto Mor
E passou a trangredir, devastar a natureza
Que impolorava por clemência pois ela queria
Deixar sua luz resplandecer, e ir aos quatro cantos da terra
Mas o homem fingiu-se surdo e devastou as matas
Aterrou os rios se alí fez sua moradia, mas o rio só queria
Correr e correr livremente margens a fora.
Por quê o homem não ouviu a voz do Senhor?
E não se fez seu verdadeiro mordomo da natureza?
Seu verdadeiro guardião.
É tão difícil assim, cuidar bem de riqueza
Cujo valor inestimável Ele nos confiou?
Daquilo que Deus nos presenteou graciosamente?
Como consequência a terra tremeu.
Mas que seja o último fenômeno dessa natureza.
Ajude-nos Senhor nessa jornada
Não nos deixe ferir ainda mais a Natueza, já tão fragilizada.
Abençoa-nos para que possamos ter a luz do sol a brilhar
E que possamos ser a Luz do Mundo
Como assim é o vosso determinar.
Que nos amemos uns aos outros
Podendo assim refletir um pouco
A luz que emana de ti e do nosso interior
E que nos abençõe Senhor e Mestre.


Mercêdes Pordeus
Recife/Brasil
http://geocities.yahoo.com.br/agora_e_para_sempre/
 




TERNURA



Hoje resolvi voltar
Ao lindo recanto...
Onde vivi a mocidade,
Onde aprendi a amar!
O mesmo velho ônibus
É que nos iria levar.
Tinha muito que mostrar,
Da natureza e do lugar!
Olhei atenta a minha volta.
Linda floresta e as praias
Que se perdiam de vista,
De areias brancas e macias!
Impossível descrever
Tudo o que foi que eu vi.
A procura do néctar,
Um bando de bem-te-vi!
No mar a dança da baleia.
À noite, as estrelas, o luar!
Ver a luz do Sol brilhar,
Refletindo na branca areia!
Que bom poder voltar!
Melhor ainda refugiar-me,
Na floresta ou na praia