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Madre
Tierra
Rompe el
silencio
de la
montaña
el
silbido
del
viento,
son
palabras
de la
madre
tierra ,
que
grita...
¡
vocifera
!
alarmada
y
advierte
...
señalando
con su
verde
dedo
largo
la
profunda
llaga
pestilente
,
que el
hombre a
causado...
escapando
el verde
vegetal
agua
antes
cristal
hoy
contaminada
milenarios
árboles
yacen
inertes
junto a
animales
putrefactos.
La madre
tierra
desorbitada
,
clama ,
grita
más
fuerte
....
pero los
sordos
de turno
sólo
miran su
empinado
codo...
mientras
la
tierra
agoniza....
ahogada
sin
oxígeno
,
su
fuerza
desvastada
....
su
mirada
lánguida
supurando
miserias
humanas
...
bocanadas
de
oxígeno
quedan...
y en
agónico
momento
casi en
susurro
nos
dice...
arrogante
ser
humano
...
No me
mates
..., sin
mi nada
eres .
Marcelo
Romano
Salta-Argentina

português
Mãe
Terra
Rompe o
silêncio
da
montanha
o
assobio
do
vento,
são
palavras
da mãe
terra ,
que
grita...
vocifera
!
alarmada
e
adverte...
sinalando
com seu
verde
dedo
longo
a
profunda
chaga
pestilente
,
que o
homem
causou...
escapando
o verde
vegetal
água
antes
cristal
hoje
contaminada
milenares
árvores
jazem
inertes
junto a
animais
putrefatos
A mãe
terra
desorbitada
,
clama,
grita
mais
forte...
mas os
surdos
de turno
só
miram
seu
empinado
cotovelo...
enquanto
a terra
agoniza...
afogada
sem
oxigênio,
sua
força
devastada...
seu
olhar
lânguido
supurando
misérias
humanas...
baforadas
de
oxigênio
ficam...
e em
agônico
momento
quase em
sussurro
nos
diz...
arrogante
ser
humano
...
Não me
mates
..., sem
mim nada
és .
Marcelo
Romano
Salta-Argentina

S. O. S.
TERRA
Disperso,
meu
olhar
passeia
até o
longe,
Que é
ali,
onde o
Criador
se
esconde;
No seu
trajeto,
os
pássaros
voam
livres,
Aos
bandos,
cruzam
os
espaços
sem
limites,
São
mensageiros
da fé e
da
esperança,
Silenciosos,
procuram
as rotas
de
bonança,
Evitam
os
raios,
as
tempestades,
a
cerração,
Tudo que
possa
pôr em
risco o
sucesso
da
missão;
Chegam
às
cavernas
do
infinito
na hora
certa,
Entregam
ao eco a
difusão
do brado
de
alerta,
O aviso
à
humanidade,
alheia e
omissa,
De que é
hora de
acordar,
livrar-se
da
preguiça,
Pôr em
prática
o que é
o desejo
do
coração,
Desfraldar
a paz e
salvar a
terra da
destruição.
Então,
recolho
o meu
olhar
disperso,
caio em
mim,
Saio em
busca do
mutirão
e pela
boa
causa
dou o
meu sim
Alceu
Sebastião
Costa
Advogado
e
Escritor/Poeta
Membro
da Ordem
da
Confraria
dos
Poetas
do
Brasil.

Nuestra
Tierra
Nuestra
querida
Tierra
tiene
una
herida
abierta,
contaminaron
su alma
y hoy
luce
triste,
apenada…
Cuando
Dios la
creó
un
Regalo
nos dio,
pero
tristemente
nos
cansamos…
Jugamos
tanto
con el
regalo
que lo
ajamos,
lo
quebramos…
Cielo,
agua,
aire y
tierra,
en ello
Dios se
refleja,
hoy todo
está
contaminado…
¡El
hombre
los está
matando!
Cercenan
árboles
para
quitar
su
madera,
quiebran
mesetas,
montes y
laderas,
todo
arrasan
a su
paso
mirando
de
soslayo…
En
nombre
de la
Paz
crean
guerras
sin
cesar
y la
Tierra
se
resquebraja
¡Ya no
aguanta
más!
Dicen
que es
evolución
y le
quitan
el
pulmón,
le
extraen
las
entrañas
¡Buscando
el vil
metal!
¿Evolución
es igual
a
polución?
Creo que
alguien
se
equivocó,
contaminando
el
Planeta
¡Quieren
alcanzar
sus
metas!
Hombres
de poca
razón
y mucho
menos
corazón,
dejen
que Viva
la
Tierra
¡No
gasten
sus
Reservas!
No maten
más las
Plantas,
que
debajo
de ella
descansan,
nuestras
propias
raices
las que
alguna
vez
fueron
felices..
¡Y hoy
están
llenas
de
cicatrices!
Tierra
mía, te
estás
muriendo
y
queremos
defendernos,
diciendo
cosas
incoherentes
¡Mientras
te
destrozamos
el
vientre!
Dios nos
ilumine
el
corazón
y sean
uno con
la
razón,
para que
nos
demos
cuenta
¡Que nos
estamos
quedando
sin
Tierra!
Alcemos
nuestras
voces,
que
suenen a
reproche,
gritemos
alto al
cielo
¡Que
Amamos
nuestro
suelo!
No lo
llenemos
de
sangre
inocente,
No
luchemos
hasta la
muerte,
levantemos
las
Banderas
¡Salvemos
a la
Tierra!
Marycris
15-03-2005

LATINIDAD
surmundo
de
hinchazones
desdentadas
vacas
gringas
amamantan
otras
mesas
tierra
herida
de
muerte
escupe
soja
transgénica
agua
desbordada
/
escasea
pieles
laceradas.
Olvidosombra
hambre
sangre
dolida
enturbia
viñedos
trigales
y llega
a las
profundidades
que sube
como
planta y
no crece
no crece
no
crece.
Viviana
Álvarez

HOMEM-TERRA:
VERSO E
ANVERSO
DA
MEDALHA
(Carvalho
Branco)
TERRA...
graça...
beleza...
Explosão
de
Vida...
Natureza...
Obra da
Divina
criação,
em
proveito
da
própria
evolução...
TERRA...
Planeta
de
expiação!...
E foi
tamanha
a
sutileza
do seu
grande
Criador,
que nela
plantou
com
firmeza
a grata
semente
do
Amor...
na qual
tudo é
sintonia,
até na
dor...
Mineral...
flora...
fauna...
cada um
com sua
alma...
alma-grupo...
alma
só...
Chega o
homem e
dá um
nó...
reverte
em
loucura
a
calma...
Criador
e
criatura...
alma,
corpo e
mente,
do bem e
do mal
semente...
Pensa...
sente...
reflete...
futura...
... ...
Busca do
mal a
cura,
e
descarrega
na terra
o
negativo
que em
si mesmo
encerra...
mata...
destrói...
polui...
se
depura...
mas à
Terra
desconfigura...
"E
agora,
José?"...
Onde
está tua
fé?...
Crê que
tu
podes,
que és
capaz de
reverter
tal
situação...
busca a
Força no
âmago de
teu
coração...
Devolve
a paz e
a beleza
a nossa
amada
Mãe
Natureza!
Recupera
essa
doada
vida
por ti
mesmo
destruída...
Aduba a
Terra,
renova
sua
riqueza!
Se
queres
ter aqui
um
Paraíso,
se
buscas
viver em
harmonia,
se
procuras
captar a
poesia
que
existe
em cada
sorriso,
crê na
tua
própria
alquimia!...
Transforma...
transmuta...
recria...
devolve
o
equilíbrio
ao
Universo,
faz, de
cada
linha da
vida, um
verso,
um canto
de Amor
à Terra,
geratriz
e
moradia...
Não
esqueças:medalhas
têm seu
verso e
seu
anverso!...
Carvalho
Branco
Brasil

Terra
by
Cel
Chora
Mãe,
deixa
que
tuas
lágrimas
corram
sobre
o
cerrado,
molhe
teu
corpo
cansado,
maltratado
pela
ambição
do
homem
...
Chora
Mãe,
deixa
que
tuas
lágrimas
encham
as
valas,
o
leito
onde
os
rios
adormecem,
agora
esquecidos
e
sem
vida
...
Sacia
a
sêde
da
mata,
que
verga
queimada
e
sofrida
oprimida
pelo
peso
da
moeda
...
Chora
Mãe,
a
saudade
quando
encantada,
borboletas
brincavam
em
teus
olhos,
voando,
voando
no
espaço,
a
saudade
dos
passarinhos,
que
cuidando
dos
seus
ninhos,
voavam
cantando,
cantando,
alegrando
seu
coração...
Chora
por
teus
animais,
que
corriam
pelos
vales
e
colinas,
chora
pelos
peixes
que
já
não
vivem
mais,
pelos
teus
filhos
humanos
inocentes
que
não
são
culpados
e
que
já
não
respiram
mais,
pois
teu
ar
já
não
é
puro,
estás
doente
...
Chora
Terra,
Mãe
querida
e
amada,
teus
filhos
desnaturados
já
não
te
amam
mais
...
Labirintos
da
Alma
Cel
(Cecília
Carvalho)
texto
escrito
para
Locura
Poética
de
Marcelo
Romano
Ilhéus-
Bahia
-
Brasil
cecilia@ceplac.gov.br
www.encantoearte.com

TIERRA
Vuelvo
a la
tierra
que
nací,
con
la
esperanza
de
verte
madre,
vuelvo
al
Sol
que
vi
salí,
vuelvo
a
respirar
ese
aire.
Vuelvo
verte...Te
hablo...
no
se
si
yo
escucharte,
¿porque
te
fuiste
madre?,
¡que
sola
me
dejaste!.
Siento
aún
tu
perfume,
ya
no
puedo
acariciarte,
siento
el
dolor
que
aún
vive,
desde
que
murió
mi
madre.
En
esa
tierra
mía,
en
la
tierra
de
mi
madre,
donde
canta
los
jilgueros,
y se
respira
buen
aire
donde
yo
iré
a
morir,
¡a
la
tumba
de
mi
madre!.
Solitaria
España
solitaria5251@yahoo.es
http://solita.webcindario.com/index.html
http://mispoemas.webcindario.com/
Terra
Terra,
é a
azul
esfera
de
brilho
flutuante
no
espaço
Um
ser
mutante
em
sua
eras,
palco
vivo
de
tantas
quimeras
Terra
mãe,
é
solo
fértil,
com
elementos
sagrados
coabita
e
faz-se
germinante
de
vida
para
abrigar
almas
divididas
Terra,
estação
de
transição
um
campo
de
pouso
e
abrigo.
A
próxima
parada
nessa
viagem,
é o
caminho
para
a
eternidade
Tahyane
Rangel
©
2005
-
Brasil
http://www.tahyane.net

O
BICHO
HOMEM
Marcial
Salaverry
É
tão
bela
a
Natureza...
Vem
o
homem,
e
estraga
a
sua
beleza...
É
tão
lindo,
tão
acolhedor
nosso
mar...
Porque
o
homem
insiste
em o
maltratar?
As
florestas
são
devastadas,
com
constantes
queimadas...
As
árvores
impiedosamente
derrubadas,
sem
serem
replantadas...
Florestas
já
quase
não
existem...
Tirando
os
animais
silvestres,
das
matas,
que
é
seu
lugar,
os
homens
só
pensam
em
os
engaiolar...
Animais
presos
em
jaulas
no
Zoológico,
não
me
parece
nada
lógico...
Experimentem
enjaular-se,
numa
prisão...
Como
ficará
seu
coração?
O
mar...
quando
verde...
lindo
demais...
Como
é
triste
vê-lo
com
manchas
negras
colossais...
E
como
a
terra
ficam
devastada
após
uma
queimada...
Por
vezes,
a
Natureza
se
revolta,
se
rebela...
E
quando
zangada
se
revela,
explode
sua
ira
em
maremotos...
tornados,
que
deixam
os
homens
desesperados...
Um
vulcão,
quando
entra
em
erupção,
é
porque
a
terra
já
se
cansou
de
tanta
poluição,
e se
rebela...
mostra
como
está
triste
seu
coração...
Após
promover
queimadas,
que
deixam
uma
triste
aridez,
o
homem
se
queixa
de
que
terra
está
seca...esquece
o
que
fez...
Desastres
ecológicos...
não
são
nada
lógicos...
Vamos
respeitar
a
Natureza,
cuidando
de
sua
beleza...
Vamos
manter
a
terra
bem
cuidada,
afinal,
será
nossa
última
morada...
Marcial
Salaverry
español
EL
BICHO
HOMBRE
Marcial
Salaverry
Es
tan
bella
la
Naturaleza...
Viene
el
hombre
y
arruina
su
belleza...
Es
tan
lindo,
tan
acogedor
nuestro
mar...
Porque
el
hombre
insiste
en
maltratarlo?
Las
florestas
son
devastadas,
con
constantes
quemadas...
Los
árboles
impiadosamente
derrumbados,
sin
ser
replantado...
Florestas
ya
casi
no
exisen...
Sacando
los
animales
silvestres,
de
los
terrenos,
que
es
su
lugar,
los
hombres
sólo
piensan
en
enjaularlos...
Animales
presos
en
jaulas
en
el
Zoológico,
no
me
parece
nada
lógico...
Experimenten
enjaularse,
en
una
prisión...
¿Como
quedará
sub
corazón?
El
mar...
cuando
verde...
lindo
es
demás...
Como
es
de
triste
verlo
con
manchas
negras
colosales...
Y
como
la
tierra
queda
devastada
después
de
una
quemada...
Por
veces,
la
Natureza
se
revuelve,
se
rebela...
Y
cuando
enojada
se
rebela,
explota
sua
ira
en
maremotos...
tornados,
que
dejan
los
hombres
desesperados...
Un
volcan,
cuando
entra
en
erupción,
es
porque
la
tierra
ya
se
cansó
de
tanta
polución,
y se
rebela...
muestra
como
está
triste
su
corazón...
Después
de
promover
quemadas,
que
dejan
una
triste
aridez,
el
hombre
se
queja
de
que
la
tierra
está
seca...olvida
lo
que
hizo...
Desastres
ecológicos...
no
son
nada
lógicos...
Vamos
a
respetar
la
Naturaleza,
cuidando
de
su
belleza...
Vamos
a
mantener
la
tierra
bien
cuidada,
al
final,
será
nuestra
última
morada...
Marcial
Salaverry
Terra
(Marici
Bross)
Ter
você,
amor.
É
ter
o
mundo
Em
minhas
mãos.
É
ter
a
energia
Que
rejuvenesce
a
terra
Num
vigor
profundo.
Que
frutifica
e
aquece.
A
raiz
que
penetra
a
terra.
Esta
raiz
que
sustenta.
Que
entra
terra
adentro.
Esta
raiz
que
é a
base.
Num
sustentar
perfeito.
Esta
raiz
de
amor.
Que
aprofunda
e
sustenta.
Esta
raiz
sentimento.
Onde
o
carinho
Serve
de
lenitivo,
a
dor.
Cura
a
magoa.
E
recebe
a
luz.
De
teu
olhar.
O
carinho
de
tuas
mãos.
O
afagar
suave.
Que
afofa
a
terra.
Permitindo,
o
respirar.
Este
respirar
da
vida.
Este
respirar
do
amor.
Olho
ao
redor.
No
horizonte,
Surge
um
vulto.
Um
vulto
que
delimita
A
visão
de
meu
olhar.
Vem
amor,
sabes
que
Aqui,
estou
A
tua
espera.
Para
nosso
ritual
do
amor.
Que
tal
qual,
A
raiz
e a
terra.
No
aprofundar,
Do
amor.
Marici
Bross
Adamantina,
SP
06-01-03
-
7:35h.
CANCIÓN
DE
LA
TIERRA
Ola
y
barca
sobre
el
agua,
sobre
mi
tan
solo
algas;
soy
la
rubia
tierra
inmensa
de
la
mar,
en
los
ríos
soy
ceniza,
en
los
prados
soy
un
prisma
que
hermana
las
semillas,
y da
pan...
En
los
prados
soy
violeta,
negra,
blanca,
tierra
al
fin...
Multicolor!
Soy
buena,
y
aprieto
en
mi
garganta
las
semillas
que
les
ha
dado
a
los
hombres
el
buen
Dios...
Conozco
de
las
frutas
de
los
siglos,
de
los
siglos,
de
los
siglos...
Y al
fin
tendré
en
mis
manos
otras
frutas
de
otros
siglos
de
otros
siglos
que
se
acercan
caminando
en
el
espacio...
Siento
el
peso
de
las
piedras
y no
grito:
Es
bueno
tener
peso
sobre
el
hombro
y
sufrir...
Contemplo
los
crepúsculos
de
otoño,
y me
gozo
de
las
flores
que
me
brotan
en
abril.
Me
asombro
del
espacio
y la
estrella
que
de
lejos
me
acaricia
con
su
luz
oro
y
rubí.
En
los
bosques
tengo
telas
de
una
araña
que
tejieron
las
raíces
en
mi
entraña,
en
los
mares
tengo
una
vida
de
silencio
bajo
el
sordo
peso
de
las
aguas,
en
la
orilla
me
transformo,
en
el
campo
soy
un
pecho
que
se
abre
y da
su
corazón.
Del
llanto
de
la
lluvia
me
alimento,
del
beso
de
la
brisa
me
consuelo.
Del
alba
que
me
besa,
soy
pasión!
Soy
la
tierra!
Tierra
buena!
Canto
grande
de
raíces
y
fuegos,
de
batallas,
de
silencios
y de
penas.
En
mi
piel
se
anidan
todas
las
muertes
de
la
vida,
toda
la
inmensidad
de
las
quimeras!
De
mi
pecho
brotan
senos,
muchos
senos
que
alimentan
las
estrellas
y en
mi
cara
de
doncella
hay
mil
surcos
que
se
abrieron
sucesivos
y
que
brotan
fruta
eterna.
En
mis
lodos
me
entristezco,
y
sonrío
en
mis
praderas...!
Vicente
Rodríguez
Nietzsche
guajana@coqui.net
Puertorriqueño
Terra
Valeriano
Luiz
da
Silva
No
princípio
criou
Deus
os
Céus
e a
terra
E a
terra
era
sem
forma
e
vazia
Esta
terra
deveria
ser
muito
linda,
pois
Deus
nunca
erra...
Separando
as
águas
surgiu
o
continente
no
terceiro
dia
Depois
que
a
terra
se
cobriu
de
verdura...
E
de
erva
produzindo
sua
semente...
E de
árvores
frutíferas,
pois
a
semente
era
pura...
Deram
frutos
saborosos,
pois
do
homem
não
tinha
nutriente...
Com
o
tempo
da
terra
o
homem
descuidou,
Usando
adubos
químicos
que
sempre
a
enfraquece
Assim
a
matéria
orgânica
quase
acabou
É
uma
repetição
constante,
pois
o
adubo
químico
logo
desaparece...
O
homem
precisa
fazer
controle
da
conservação
do
solo
e da
erosão
Que
tem
feito
empobrecimento
precoce
da
terra
produtiva
Pois
enquanto
aumenta
a
população
diminui
a
produção
Sobre
como
será
o
mundo
no
futuro
ninguém
tem
uma
afirmativa
Esta
terra
tem
sido
palco
de
brigas
e
até
de
morte
Infelizmente
por
um
pedaço
de
terra
vidas
têm
sido
ceifadas
Quem
faz
isto
por
ignorância
com
Deus
não
terá
sorte
Se o
homem
contentasse
com
pouco...
muitas
famílias
estariam
assentadas
Por
causa
de
terra
os
conflitos
têm
aumentado
Mas
isto
vem
desde
que
o
homem
teve
seu
território
demarcado
Nos
primórdios
da
humanidade
tudo
era
de
todos
com
lealdade
Embora
já
no
começo
Caim
matou
Abel
quem
sabe
aí o
conflito
foi
iniciado
Valeriano
Luiz
da
Silva
Anápolis
Go,
28/08/04
valerianols@globo.com

Tierra
Tierra
amada,
querida,
devastada
por
la
codicia
del
Hombre!
El
aunque
planta
retira
de
ella
lo
que
no
debe!
Es
maltratada,
poluída!
Da
el
alimento
que
mata
el
hambre.
La
belleza
del
nacer
de
las
flores
Y ni
así
el
hombre
se
acuerda!
La
quema,
como
se
condenada
fuera
a la
esclavitud
de
la
tortura!
Deberíamos
todos
reverenciarla,
amarla,
cuidarla,
para
la
mejoría
de
Nuestro
Planeta
que
va,
cada
vez
más
poluíndose!
Sólo
puedo
desear
que
mis
palabras
sean
oídas
!
Que
tenga
complacencia,
más
Amor
y
que
sepa
cuidarla,
para
que
en
el
Futuro
aún
tengamos
aire
para
respirar,
belleza
,
para
nuestros
ojos,
alimento
para
nuestros
días!
Eda
Carneiro
da
Rocha

Terra
Terra
amada,
querida,
devastada
pela
cobiça
do
Homem!
O
mesmo
que
planta
retira
dela
o
que
não
deve!
É
maltratada,
poluída!
Dá o
alimento
que
mata
a
fome.
A
beleza
do
nascer
das
flores
E
nem
assim
o
homem
se
lembra!
Queima-a,
como
se
condenada
fosse
à
escravidão
da
tortura!
Deveríamos
todos
reverenciá-la,
amá-la,
cuidá-la,
para
a
melhoria
de
Nosso
Planeta
que
vai,
cada
vez
mais
se
poluindo!
Só
posso
desejar
que
minhas
palavras
sejam
ouvidas
!
Que
tenha
complacência,
mais
Amor
e
que
saiba
cuidá-la,
para
que
no
Futuro
ainda
tenhamos
ar
para
respirar,
beleza
,
para
os
nossos
olhos,
alimento
para
os
nossos
dias!
Eda
Carneiro
da
Rocha
edacarneiro@uol.com.br
Araruama
Est.
do
RJ
15/03/05

Soy
Mujer
Vegetal
Teresa
de
Jesús(chilena)
Mi
cintura
es
pradera
estepa
mis
espaldas.
Quebradas
y
oquedades
Mi
garganta
y mi
axila.
Mi
sexo
es
el
misterio
donde
florece
el
ceibo.
De
mis
dedos
nacen
diez
alerces
Mis
cabellos
son
algas
marineras
Liquen
mis
pezones.
Me
hundo
en
mis
bosques
más
oscuros
asciendo
por
mis
lianas
en
busca
de
otro
bosque
hasta
dar
con
su
olor.
Me
recuesto
en
el
secreto
de
la
miel
Que
duerme
en
el
tubo
de
la
palma
Y
desciendo
para
ver
el
fruto
joven
Que
da
su
leche
por
la
herida
abierta.
Cada
vez
que
talo
un
árbol
me
desangro.
Teresa
de
Jesús(chilena)
S.O
.S.
ENQUANTO
É
TEMPO
Mifori
Busco
um
balanço
com
renovações,
Das
diferentes
origens
de
todos
os
fatos,
Conciso,
relato
do
homem
suas
relações,
Cujos
efeitos
na
natureza
são
funestos.
Preservar
o
meio
ambiente,
eis
o
desafio.
O
homem
extrai,
na
interação
com
a
natureza,
O
seu
sustento,
transformando-a
pelo
poder.
Na
extração
desordenada,
aviltado
pelo
ter.
Há
que
se
conter
a
ganância
desenfreada
Sem
dispersões
-
mude
sua
ação,
ó
infrator,
Eliminando
a
poluição
dos
rios
e do
ar.
A
extinção
da
flora
e da
fauna,
queira
evitar.
A
Ciência,
a
Tecnologia,
atingiram
o
patamar
Altíssimo
de
desenvolvimento
na
comunicação.
Porém,
não
conseguiram
evitar
a
tal
poluição
Que
faz
mal
à
saúde,
à
segurança,
à
moradia.
Agredindo
mais
e
mais
a
formosa
natureza,
O
próprio
homem
não
percebe
sua
destruição,
Causada
em
nome
do
progresso
consumista,
Prejudicando,
por
egoísmo,
sua
evolução.
Mifori
São
José
dos
Campos,
SP,
Brasil
mifori@directnet.com.br

EL
PLANETA
TIERRA
Las
pasamos
con
dolor,
el
planeta
tierra
cada
segundo
recibe
una
agresiòn
de
los
que
no
aman
la
vida
ni
el
amor....y
solo
quieren
la
contaminaciòn,
prefieren
un
desierto
o
una
desvastaciòn
y
nosotros
una
tierra
sin
invernaciòn.
El
calentamiento
causa
Horror,
mientras
escribimos
al
amor,
la
tierra
sufre
por
la
sobrecalentaciòn,
humo,
hollín
y
gases
del
terror,
muchas
veces
me
pregunto
quién
es
el
terrorista
si
aquellos
que
contaminan
o
aquellos
que
lo
practican.
No
hay
conciencia...No
hay
justificaciòn
para
que
las
industrias
nos
condenen
a la
desapariciòn,
sin
filtros
ni
regulaciòn
la
muerte
espera
en
cada
callejòn,
la
tierra
brama...brama
de
dolor...y
el
planeta
gira
y
llama
la
atenciòn.
No
hay
bosques,
no
hay
vida,
gritan
las
famélicas
cotorras
chamuscadas
en
el
páramo
de
la
tierra,
mientras
los
pericos
gritan
en
la
naturaleza
muerta,
de
árboles
cenicientos
y
quemados
por
los
hambrientos
de
la
miseria
terràquea...mientras
ladramos
a la
luna...sólo
voces
que
clamamos
en
el
lodo
cloacal
del
sistema...tierra...tierra...tierra...no
es
Rodrigo
de
Triana...sólo
pedimos
que
nos
dejen
vivir
en
la
tierra.
El
hombre
en
su
sed
del
oro
corruptor...nos
condena
a
todos
a la
desapariciòn,
hoy
quiero
llevar
este
canto
a
todas
las
naciones
del
mundo...queremos
una
tierra
libre...libre
de
contaminaciòn,
un
planeta
verde
es
la
herencia
que
nos
dejó
nuestro
creador,
queremos
respirar
solo
aire
puro,ver
maripositas
juguetear,
un
colibrí
verlo
con
su
piquito
el
néctar
chupar
entre
flor
y
flor
verlo
pasar.
Entre
peces
de
colores
y
agua
como
el
cristal,
ver
un
nuevo
orden
llegar...
una
nueva
tierra
clamar,
sin
importar
la
etnia,
sin
importar
banderas....sin
importar
status
social...solo
queremos
el
planeta
tierra
sin
contaminar..ver
la
vida
llegar..solo
gritamos
tierra..tierra...tierra
no
màs
contaminaciòn.
William
Rafael
Reyna
Rivas
Arq.
www.laotradimension.com
Repùblica
Dominicana.

Natureza
Efigênia
Coutinho
Quando
entro
numa
floresta,
ajoelho-me,
porque
ela
é a
mais
antiga
das
Igrejas,
aquela
em
que
o
primeiro
homem
ergueu
ao
céu
a
sua
primeira
prece:
saudação
à
Natureza!
Não
há
sacerdotes
nesta
Igreja,
nem
velas
no
seu
altar,
nem
fumos
de
incenso,
que
saiam
dos
turíbulos
de
prata!
Há
uma
multidão
silenciosa,
que
estende
os
braços
robustos
para
o
alto...
E,
sobre
aqueles
braços,
uma
multidão
de
mãos,
se
abrem
para
implorar
a
vida
ao
sol,que
tudo
cria.
A
natureza
mais
sábia,
soube
na
Floresta
preparar
bálsamos
diversos,
para
todos
os
males
da
alma.
Porque
todas
aquelas
folhas
verdes
e
sussurrantes
ao
vento,
dizem
a
sua
prece
no
murmúrio
misterioso
duma
língua
sem
palavras,
tudo
reza:
rezam
as
folhas,
e
com
elas
os
insetos
da
Terra
nos
ramos
entre
a
cortiça!
Eu
me
encontro
como
uma
criança,
num
berço
onde
a
vida
germina
e
cresce,
lenta,
esperançosa,
apontando
a
Natureza
Futurecida!
Efigênia
Coutinho
tavola@redel.com.br
http://www.saladepoetas.eti.br/index2.htm

Mi
Tierra
Mi
Tierra
me
atrapa
me
besa,
me
acaricia
eché
en
ella
mis
raíces
y
olvidarla
ya
no
puedo.
Es
mi
tierra
la
del
sol
la
del
tango
y la
poesía,
y
las
cuatro
estaciones
del
año,
el
otoño
nos
lleva
de
su
mano,
el
invierno
nos
abriga,
la
primavera
amanece,
y el
verano
nos
castiga.
Mi
tierra
es
esta,
donde
la
semilla
siempre
crece
y la
cosecha
da
sus
frutos,
mi
tierra
es
la
del
vino,
las
de
los
colores
en
la
montaña
la
del
mar
y la
blanca
nieve.
Mi
tierra,
desde
Ushuaia
hasta
la
Quiaca
besando
la
Pachama
la
fiesta
de
la
“Madre
Tierra”
que
despunta
al
alba.
Mi
Tierra
es
esta,
donde
vivo
y
escribo
donde
eché
raíces
y mi
arte
es
testigo.
Nora
Lanzieri

EXTREMADURA
MI
TIERRA
Extremadura
yo
adoro
tú
campo,
tú
sol,
tú
tierra,
Extremadura
yo
siento
orgullo
como
Extremeña.
Tus
hombres
son
fuertes.,
duros
los
endureció
la
tierra
que
trabajan
con
sudores
esperando
su
cosecha.
A
veces
sus
ilusiones,
se
rompen.,
mueren
de
pena
al
ver
su
trabajo
inutil,
tal
vez.,
"por
una
tormenta."
Pero
vuelven
a
sembrar.,
vuelven
a
abonar
su
tierra
quizás
este
año
sea
mejor,
ellos
nunca
desesperan.
Muchos
tienen
que
emigrar
buscan.,
lo
que
aquí
no
encuentran
más
tarde
o
temprano
vuelven
añorando
a su
tierra.
Extremadura.,
Renace.,
Adelante.,
no
te
mueras,
que
España
te
necesita,
aunque
"ellos"
no
lo
crean.
Es
el
primer
poema
que
yo
escribi
hace
ya
muchos
años.
Especialmente
hecho
en
mi
niñez
a
esa
tierra
que
me
vio
nacer
y
crecer
Extremadura,
esa
tierra
mi
tierra
parda
a la
que
tengo
en
mi
corazón
y a
la
cual
escribi
este
mi
primer
poema
que
hoy
dejo
con
mucho
agrado
aqui
para
todos
ustedes.
Julia.
luengo.
Moreno.
http://tenerifeachinet.webcindario.com

MINHA
TERRA
Esta
era
a
minha
terra,
Não
a
terra
prometida,
Mas,
a
terra
querida.
Repleta
de
lembranças,
De
meus
sonhos
de
criança
Que
nunca
me
deixaram.
Predominavam
as
cores
Que
iam
do
vermelho
ao
bege,
Nas
suas
rochas
e
árvores
Via-se
manchas
escuras
Na
cor
verde
e
ferrugem.
Raro
nuance
na
paisagem.
Mas,
o
céu
era
sempre
azul.
O
vento
quente
e
seco
Formava
dunas
de
areias,
Na
terra
pouco
fértil.
Foi
o
nosso
mar
que
mostrou
O
rumo
que
ela
adotou.
Ainda
há
ar
fresco
e
limpo,
Sem
cãozinho
a
disparar
Atrás
das
belas
gaivotas,
As
quais
levantavam
vôo,
Numa
enorme
agitação.
- O
que
houve?
Estou
a
recordar...
A
majestosa
formação
De
granito,
natural
Porto
seguro
aos
barcos,
Desta
terra
sem
rival,
Propôs
sua
transformação,
Surgiu,
então,
a
pesca
industrial.
Mifori
São
José
dos
Campos,
SP,
Brasil
mifori@directnet.com.br

CUIDEMOS
DA
NATUREZA,
ELA
É
LUZ
Mercedes
Pordeus
Era
manhã,
a
luz
do
sol
que
já
despontara
Os
pássaros
voavam
e
como
numa
festa
Aos
bebedouros
chegavam
Quanto
mais
luz
do
sol,
mais
passáros
Arrodeavam
aqueles
bebedouros
No
fundo
repletos
de
pequenos
cristais
A
natureza
plena
e
bela
recebera
o
sol
Com
um
doce
"bem
vindo",
bela
anfitriã
O
sol
em
reciprocidade
desejou-lhe
lindo
dia
Dia
em
que
não
lhe
tocassem
de
modo
devastador
Que
a
respeitassem
com
muito
fulgor
Assim
foi
começando
um
lindo
dia
Com
a
luz
do
Astro
Rei
Pássaros
e
borboletas
bailavam
E
coloriam
ainda
mais
aquele
belo
quadro
Parecia
uma
obra
de
arte
em
acabamento
Acabamento
dado
pelo
Arquiteto
do
UNIVERSO
Esse
arquiteto,
com
a
luz
natural
que
embalava
a
terra
Confiou
ao
homem
a
guarda
de
um
bem
imprescidível
Para
a
vida,
para
o
homem
respirar...viver
Mas
o
homem,
arquiteto
terreno
Não
deu
ouvidos
a
voz
do
Arquiteto
Mor
E
passou
a
trangredir,
devastar
a
natureza
Que
impolorava
por
clemência
pois
ela
queria
Deixar
sua
luz
resplandecer,
e ir
aos
quatro
cantos
da
terra
Mas
o
homem
fingiu-se
surdo
e
devastou
as
matas
Aterrou
os
rios
se
alí
fez
sua
moradia,
mas
o
rio
só
queria
Correr
e
correr
livremente
margens
a
fora.
Por
quê
o
homem
não
ouviu
a
voz
do
Senhor?
E
não
se
fez
seu
verdadeiro
mordomo
da
natureza?
Seu
verdadeiro
guardião.
É
tão
difícil
assim,
cuidar
bem
de
riqueza
Cujo
valor
inestimável
Ele
nos
confiou?
Daquilo
que
Deus
nos
presenteou
graciosamente?
Como
consequência
a
terra
tremeu.
Mas
que
seja
o
último
fenômeno
dessa
natureza.
Ajude-nos
Senhor
nessa
jornada
Não
nos
deixe
ferir
ainda
mais
a
Natueza,
já
tão
fragilizada.
Abençoa-nos
para
que
possamos
ter
a
luz
do
sol
a
brilhar
E
que
possamos
ser
a
Luz
do
Mundo
Como
assim
é o
vosso
determinar.
Que
nos
amemos
uns
aos
outros
Podendo
assim
refletir
um
pouco
A
luz
que
emana
de
ti e
do
nosso
interior
E
que
nos
abençõe
Senhor
e
Mestre.
Mercêdes
Pordeus
Recife/Brasil
http://geocities.yahoo.com.br/agora_e_para_sempre/

TERNURA
Hoje
resolvi
voltar
Ao
lindo
recanto...
Onde
vivi
a
mocidade,
Onde
aprendi
a
amar!
O
mesmo
velho
ônibus
É
que
nos
iria
levar.
Tinha
muito
que
mostrar,
Da
natureza
e do
lugar!
Olhei
atenta
a
minha
volta.
Linda
floresta
e as
praias
Que
se
perdiam
de
vista,
De
areias
brancas
e
macias!
Impossível
descrever
Tudo
o
que
foi
que
eu
vi.
A
procura
do
néctar,
Um
bando
de
bem-te-vi!
No
mar
a
dança
da
baleia.
À
noite,
as
estrelas,
o
luar!
Ver
a
luz
do
Sol
brilhar,
Refletindo
na
branca
areia!
Que
bom
poder
voltar!
Melhor
ainda
refugiar-me,
Na
floresta
ou
na
praia
|