Indiferencia

Desprecias la vida...

Voraces pensamientos destruyen ilusiones,
aquellos días plenos de vida son indiferentes...
ni el perfume del amor despierta tu magia,
el brillo del sol no resplandece en el rostro...,
caminas la vida indiferente...,
chocando entre las personas ,
mirada perdida..,sin rumbo ,
alienada tu mente no sabe lo que busca...
Pasas la vida intrascendente, sin importar el dañar o el amar...
indiferencia apoderada de tu cuerpo
te lleva por destinos oscuros, destrucción en vida...
Da lo mismo que seas agua o sequía intensa
resquebrajados labios yertos...
muerta sonoridad de voz indiferente
rutina y hastío te dominan
nada te hace volver de la indiferencia
de los sentimientos más sagrados...
perdida tu mirada los dejas marchar.
Indiferente ante el amor caminas vacilante
en la senda más peligrosa de la vida
a pasos del precipicio ... escasos segundos
entre la vida y la muerte.
la luna no alumbra senderos pasas sin luces
sin música, la hermosa juventud desperdiciada...
indiferente a los afectos , a la amistad bien nacida
en consejos madurados en diálogos de sabiduría ,
¡despierta del profundo letargo !
sacude de tu mente y cuerpo la terca indiferencia...
respira el aire de las montañas,
bebe agua de nuestros ríos ,
venera la tierra hermosa donde naciste,
disfruta del encuentro diario con tu vida ...

Marcelo Romano
Salta-Argentina





português

Desprezo a vida...


Vorazes pensamentos destroem ilusões,
aqueles dias plenos de vida são indiferentes...
nem o perfume do amor desperta tua magia,
o brilho do sol não resplandece no rosto...
caminhas pela vida indiferente...
chocando entre as pessoas,
olhar perdido...sem rumo,
alienada tua mente não sabe o que procura...
Passas a vida sem transcendência, sem importar danar ou amar...
indiferença apoderada de teu corpo
te leva por destinos escuros, destruição em vida...
Dá o mesmo que sejas água ou seca intensa
rachados lábios hirtos...
morta sonoridade de voz indiferente
rotina e fastio te dominam
nada te faz voltar da indiferença
dos sentimentos mais sagrados...
perdido teu olhar os deixas marchar.
Indiferente ante o amor caminhas vacilante
na senda mais perigosa da vida
a passos do precipício...escassos segundos
entre a vida e a morte.
a lua não alumia caminhos passas sem luzes
sem música, a formosa juventude desperdiçada...
indiferente aos afetos, à amizade bem nascida
em conselhos madurados em diálogos de sabedoria,
desperta do profundo letargo!
sacode de tua mente e corpo a teimosa indiferença...
respira o ar das montanhas,
bebe água de nossos rios,
venera a terra formosa onde nasceste,
desfruta do encontro diário com tua vida...



Marcelo Romano
Salta-Argentina

 


INDIFERENCIA

Los días han pasado amor,
si me permites así llamarte,
soy la sombra del destino
que vaga y camina errante.
Tu recuerdo me atormenta a veces
otras te odio de mil maneras
pero esa pasón que tuve un día
se ha trocado en indiferencia.
Ya no te amo, me haces daño...
Ya no te toco, estás ausente...
Ni mis manos te acarician...
me eres indiferente.
Y en las sombras de la noche,
ya no vienes a alcanzarme,
porque la indiferencia total
llegó a mi corazón para anidar.
Y si llamas de nuevo a su puerta
nunca jamás ésta se abrirá,
serás el errante peregrino
que a la ola del destino
una indiferencia llorará.


(MARIPOSITA) Emma



INDIFERENÇA

Margaret Pelicano


Como é bom o exercício da indiferença...
Assim você não me machuca mais,
não mais me atinge...
E eu não preciso odiá-lo...sentimento maligno...
Sim, porque tornei-me indiferente!
Questão de sobrevivência...
É! A luta pela sobrevivência da alma
onde reside o amor verdadeiro...
Mas, coisa engraçada:
todos os dias,
minha primeira reação
é procurar você no meu coração,
nos meus e-mails,
saber se você telefonou...
Que indiferença engraçada..
Estou anestesiada!
Sinto não amá-lo mais...
Mas vivo querendo saber por onde você andou!



Margaret Pelicano
BSB - 05/12/2003



Indiferencia

No te das cuenta que tu pobre actitud
lo único que logra es que me seas
muy indiferente, que no me detenga
ni siquiera ni un instante en tu persona.
Porque cada día te llenas la boca para
decir cosas que no sientes, palabras
que se lleva el viento y al final vienes
buscando perdón y piensas que lo
vas a encontrar, tratando de fingir y
de decir palabras que no sientes.
No acabas de desengañarte y convencerte
de que ya es muy tarde que mi indiferencia
por ti es muy grande, que no logras rescatar
en mi lo vivido, que no puedo volver a sentir
por ti ningún cariño.
Déjame ya, no quiero verte mas, no quiero
que me mires ni me llames, búscate a otra
que te quiera porque yo no siento nada y
quisiera ...por favor..... no me molestes mas.



Copyright2004©

Mercedes González García
Todos los derechos reservados
mercedes@escambray.com.cu
Cuba


INDIFERENCIA...



Cuando me miras sin mirarme,
cuando me besas sin besarme,
cuando me acaricias sin tocarme,
cuando sólo en sueños, me perteneces...
Cuando a mi lado te encuentras,
y con sus caricias tu sueñas,
mientras yo abrazada a mi almohada,
no puedo dejar de mirarte,
Cuanta indiferencia hacia mi prodigas,
cuanto desamor y cuanta falsedad
pues conmigo solo estas
por comodidad...
Un beso fastidiado,
me entregas al llegar,
un me fue bien, sin más,
un me siento cansado,
que más puedo esperar...
Si dormido la nombras,
no lo puedes evitar
en las noches tu la sueñas,
la disfrutas por demás...
En esta indiferencia,
me hundo con penar,
como un barco a pique
en el alta mar...
No hay remedio ya,
no lo puedo soportar,
esa indiferencia tuya,
me va a matar...


Francia Díaz.
franciadiaz@rincondemicorazon.com





Intolerável Indiferença
Flori Jane


A imagem insiste em recompor-se
Na mente insone e ainda ofegante
Revejo, malgrado o sofrimento,
Aquele hediondo e atroz momento
Em que me aninhei nas asas da dúvida
E resvalei nas sombras de uma
Intolerável indiferença
Os pés pequenos, pés de uma criança
Aguardando imóveis a mordaz sentença
Em torno, tudo conspirando, em total silêncio
Tudo estático, o mundo inteiro em suspenso
Aguardando de mim, a palavra final
O tempo se congelando
Visivelmente, na janela
A alma a se constranger, a mente dividida
Nas árvores, o gélido serpentear do vento
Que a tudo assistia, entristecido,
Sustentando, a prumo, um sincero lamento
Quem sabe, testemunha do último alento
De um andarilho que ali repousava
Quase noite e, sem esperança, à espera
Na porta, inerte, a pobre criança
A tremer, sorria
E no olhar que se escondia,
Furtivo, atrás de uma cortina...
O receio, a repulsa, a fria indecisão
Acolher o horror que se apresentava
Ou rejeitar a verdade ali exposta,
Nua e crua?
Fechar os olhos e ignorar, talvez?
Ouvir o amor oculto entre as cismas
Tão profundamente soterrado
Ou aliar-se à indisfarçável indiferença
De toda a gente anônima que passava?
Pagar o preço da solidariedade
Pelo incômodo que a ajuda implica
Ou esquivar-se do compromisso
Fechando os olhos, tornando-se omisso?
Amparar, entregar-se às emoções
Acolher, doar seu tempo, fazer-se humano
Envolvendo-se
Ou relegar tudo a um outro plano
Deixar passar e recolher-se à culpa
Remoendo a dor da ajuda que faltou?
Bendigo os olhos tristes e solenes
Daquela criança
Que despertou-me do torpor profundo
Resgatando a criança em mim adormecida
Bendigo aquela alma amável e generosa
Que em sua sabedoria amorosa
Tomou conta de mim.


Flori Jane

São Paulo - Brasil
02/11/2004

www.florijane.com

 


Conotação


Difícil, é querer e não possuir
Desistência pelo que se gosta.
Ter consciência de ter resistido ao máximo.
Não por faltar forças
E sim, renunciar pelo adverso
Coração trancado
Porta dos fundos, falsa!!!
Vã tentativa, sinal de impedimentos
Apenas, perda emotiva
Recomeçar é a ordem do coração
Segredo da prevenção das armadilhas do amor.
Aprender sim!
O amor é um fenômeno que não precisa ser explicado.
Apenas lembrado
Definido, entre o bom ou ruim.
Tornam-se segredos íntimos
Lamentar que sentimentos nobres
por vezes tornam-se abstratos
Reconhecer nos olhos da mente
Figuras alegóricas vazias
Fantasia, quiça de uma vida oca
Apenas por vaidade, negar após regar
E, pior é o saber
Emoções prematuramente ceifadas,
atiradas em arquivo morto, para uns
Virariam, apenas, indiferenças de um passado...


Marcos Milhazes
www.milhasdeamor.com
milhasdeamor@milhasdeamor.com
Araruama, Rio de Janeiro

 



TU INDIFERENCIA


Ante tus ojos indiferentes y penetrantes,
lanzo un suspiro equivalente a mi alma desfallecida,
no te impresiona nada en la vida.
Trato de sentirme conmigo misma,
de estar en mi mundo,
del que desaparecí hace muchos días.
Eternamente dispuesta a seguir tu sombra,
vagamente recuerdo tu sonrisa,
porque siguen mis sentidos,
desvaneciéndose en la nada....
Indiferente hasta en tu propio mundo,
jugabas hasta el limite de esa nada,
te entretienes con vanas palabras,
dispuesto a conquistar,
a ser tu propio yo...
A no saber ni donde estas.
Hay mi corazón marcado por el dolor,
producido por tu indiferencia,
no pares de latir,
sigue el ritmo de la vida,
aún sin su presencia


Solitaria
solitaria5251@yahoo.es



NÃO IMPORTA MAIS!...


Já não mais removo
os galhos perdidos
neste meu jardim!
Já não há mais poda...
Já não se renova...
Todo jardineiro
se afastou de mim!
Pra não ter trabalho
arranquei raízes...
Já não há quimeras
Que possam lembrar
minhas primaveras...
Já não interessa
quem me faz promessa...
Sempre estou com pressa!
-Não vou conferir.
Nada há que impeça,
se nessa promessa
alguém vai mentir.
Já não há garis...
Heróis de gibis...
Já não há palhaços
pintados a giz,
dispostos a rir...
Já não há mais graça
de tocar as taças
num brinde pra mim!...
Já não há esperança
de velas acesas,
vinho sobre a mesa...
-O jantar? Comi...
Nada há de novo,
tudo é tão antigo...
Essa minha dor...
Essa solidão
já nem me dói mais...
Esse estar só,
tão indolorida,
carrega mais dor...
Está comprometida
com a conformação.
Tudo que eu quis
derramei um pouco...
Qual gari cortês
pode recolher
os sonhos antigos,
que eu deixei cair?


Maria Mercedes Paiva

São Paulo- Brasil
emempaivasp@uol.com.br




INDIFERENTE


Pienso que solo en este mundo en vano,
buscaré formas, siluetas o sombras.
Pues solo encontraré variadas normas,
que enderecen mi senda hacia otro lado.
Si es que nadie me atiende, a nadie miro.
Y, sin llegar al fondo de mi misma...
...Dejo que de mis labios se derramen...
...Quejas, lamentos, cóleras, suspiros.
Si a Nadie pertenece,
mi organo vital.
No buscaré yo dueño,
lo esperaré en la paz.
Querida ser quisiera,
ya, como de repente.
Y a mi paso la gente,
de las calles se abriera.
Querer con fuerza honrada...
...Amar con mi ternura.
Pues si alguien vale nada...
...menos valdrá el que duda.


Ana María Zacagnino
www.zacagnino.com
ARGENTINA



Sí, te siento indiferencia


Cuánto amor quedó ya pasado
cuánto quedó en el recuerdo
que ahora, al cabo de los años,
ya solo indiferencia veo.
No siento ya ese amor
que antes yo sentía por tí
y eso hace que te ignore
y que sienta indiferencia hacia tí.
Siento mucho estas palabras
pero las tengo que decir
que el corazón también sufre
y la indiferencia ya está ahí.
Hoy siento que al fin
ya no me duele nada ni tan sólo
esos recuerdos, ni tan sólo tus palabras,
todo es indiferencia, por eso ya no
me duele el alma, pues la vida
cada día me ha hecho abrir mas mi alma,
ahora mi vida gira en torno
a nuevos caminos, a nuevas metas,
nuevos sueños y esperanzas,
esta indiferencia mía
no es ya causa del dolor, todo se ha curado
sano está ya mi corazón,
si te siento indiferencia es tan sólo
porque no hay amor, porque
el amor que te tenía fue antes
tu indiferencia la que la mía provocó.
Provocó salir de mi alma y sanó mi corazón
hoy yo deseo ya ser libre y vivir todo mi amor
gozar la vida, la gente
y no sentir mas dolor,
no te quejes de indiferencia
ahí no te me quejes, no,
que antes de que yo la sintiera
mucho, mucho ha sido mi dolor,
pero el dolor ya se ha curado
y ahora ya no hay amor ni dolor
tan sólo la indiferencia
que ha causado tu modo de actuar gran señor.
Ahora yo viviré mi vida
con indiferencia hacia tí y sin amor
pero ante todo la viviré
libre sin cadenas y sin dolor
pues cuando no se ama
mejor es decir adios y echar
a un lado los recuerdos para poder
cuanto menos vivir algo mejor.
Que lo llamas indiferencia,
yo lo llamo; no hay amor.
No hay nada ya que me ate
pues al no haber ya amor no eh de
seguir viviendo con este absurdo dolor,
llamalo indiferencia, llamalo como te parezca mejor
pero sólo es que no te amo y por eso
ya no quiero sufrir más yo
por eso ya es que curada, curada de
tanto dolor yo decido hacer mi vida
y decirte simplemente adios.


Julia. L. M.
http://tenerifeachinet.webcindario.com/
http://grous.msn.com/ISLATROPICALTENERIFE





Canção da In-Diferença
Efigênia Coutinho

In-Diferente, Diferente, a Terra na
qual o Sol se põe distante, Terra que
faz a curva bem longe... brame e sorri,
quando seu amante vem chegando!
In-Diferente, Diferente com
música forte ele vem, na
Noite silenciosa que me acena,
alucinada noite nua de verão!
Adentrando na cúpula celeste
para entoar felizes canções
evocando Sol , Terra e o Mar...
Sendo brisa, e sonhando, então
eu sou feliz, se eu vivo ou se sou,
sonhando In-Diferente, sempre estou!!!


Efigênia Coutinho
Brasil


A (IN)DIFERENÇA
DanielCristal


A indiferença fere a diferença!
E a diferença é tudo, sendo a marca
do génio benquerente. Entre a densa
névoa que se ressente, há uma barca:
É a barca do génio com a frente
virada a quem a sente, e que difere
da apatia do dia sem a semente
que faz com que o futuro venha breve.
Na diferença aposto, noite e dia,
quero-a presente, hoje e amanhã;
queria que estivesse ontem como guia
e que nos guiasse à Harmonia com afã.
A indiferença fere a diferença...
E a diferença é toda a Benquerença.


Daniel Cristal
Portugal



INDIFERENTE



Aun recuerdo esa noche...
en ese oscuro bar,
fue triste nuestra despedida,
haciéndo esfuerzos juré no llorar...
y hasta fingí indiferencia...
pero no era verdad,
ahora que estoy ausente,
que no estas a mi lado,
puedo decirte lo que mi corazón
sintió... y aun siente...
aunque mentiste,
y muchas veces de mi te has burlado,
a nadie más he querido
ni a otro querré...
no sé porqué mi orgullo impidió
que dijera la verdad,
no pude... o simplemente,
a él me aferré,
y te quise castigar...
nadie sabe mi secreto...
sólo mi almohada,
tantas veces compartida...
que hoy es mi fiel confidente,
la que recoge mis lágrimas...
en tristes madrugadas,
hoy... solo recuerdos de tantas vividas.
Si un día el destino nos volviera a cruzar
mírame a los ojos y podras ver
lo que mi corazón ya no podrá ocultar
te diré todo lo que quema en mi interior,
nunca más me verás indiferente...
tan sólo en mi verás...el amor.


Português


INDIFERENTE


Ainda recordo essa noite...
nesse escuro botequim,
foi triste a nossa despedida,
fazendo esforços jurei não chorar...
e até fingi indiferença...
mas não era verdade,
agora que estou ausente,
que não estas a meu lado,
posso dizer-te o que meu coração
sentiu... e ainda sente...
ainda que mentiste,
e muitas vezes de mim te burlaste,
a ninguém mais quis
nem a outro quererei...
não sei porque meu orgulho impediu
que dissesse a verdade,
não pude... ou simplesmente,
a ele me aferrei,
e te quis castigar...
ninguém sabe meu segredo...
só meu travesseiro,
tantas vezes compartilhado...
que hoje é meu fiel confidente,
o que recolhe minhas lágrimas...
em tristes madrugadas,
hoje... só recordações de tantas vividas.
Se num dia o destino nos voltasse a cruzar
olha-me aos olhos e poderás ver
o que meu coração já não poderá ocultar
te direi tudo o que queima em meu interior,
nunca mais me verás indiferente...
tão só em mim verás...o amor.


ROSENNA
http://rosenna.webcindario.com
Buenos Aires- Argentina
3/11/04


Corazón Indiferente.


Yo sé que el destino
Se a puesto a mi contra.
Estoy enamorada, pero mi herida
se agranda de ver tu indiferencia
Y eso me hace tanto daño.
Solo desprecio y desamor encuentro
siempre en tu mirar,
esperé alguna frase que nunca llegó;
si yo hubiera oído el corazón
lo que me gritaba a viva voz.
No te importa si no estoy contigo.
No te importa si muero o vivo
o Si me vuelves a herir.
No te importa porque dentro de ti
no hay nada para mi.
Una y mil veces te dije que te quería
y tu tan indiferente te marchaste
dejándome atrás justo cuando mas
te quería, dejando mi corazón herido.
Cuando mires hacia atrás y me sientas muy lejos.
Cuando pasen los días y todas las cosas,
Te hablen de mí.
Solo entonces sabrás, cuanto es lo que perdiste.
Yo se que con el tiempo
mis heridas van a cerrar y a pesar
de mi dolor, algún día por fin
La luz a de brillar.

Maria Alejandra V.
Princesa.
No te importo dejarme sola en mi mundo.
http://www.poemasprincesa.com





INDIFERENCIA…


El mundo mira indiferente
el dolor de la gente,
pero está tan ocupado
en banquetes, en regalos…
Que a aquél niño que pasa a su lado
pidiendo una moneda con sus manos,
no lo ven con los ojos del corazón,
¡Pues a esos ojos los cerró la sinrazón!
Tantos niños Inocentes
viviendo hasta debajo de los puentes
y los “ricos señores”
apoltronados en sus mansiones,
ya planeando una fiesta,
un viaje, una nueva vestimenta…
Los pobres lloran la indiferencia
con lágrimas de paciencia,
pensando que “el año entrante”
traerá “nuevas vacantes”
Y el año llega lentamente
matando deshonestamente
las Ilusiones de las Gentes,
si, esas Gentes que tú miras indiferente
¡Sin saber lo que Ellos sienten!
Hasta Dios en su Morada
llora lágrimas amargas,
-No esto lo que enseñé-
Dice El Maestro con pena,
-Yo Libertad les dejé,
para Amarse Unos a los Otros-
Y ve con desilusión,
como “el rico en su mansión”,
se sienta a la mesa llena
de ricos platos y se “indigesta”
mientras los pobres afuera
buscan comida en las aceras,
en tachos de desperdicios,
para llevarle a sus Niños
un pedazo de pan, un cobijo,
por que el mundo en su indiferencia
¡Jamás verá la Pobreza!
Y tú... ¿También eres indiferente?


Marycris
03-11-2004
Valeria del Mar-Pinamar- Buenos Aires- Argentina


Indiferencia


Indiferencia tiene ¡ tantas acepciones !
que soy muy sincera , no se cual adoptar .
Es el que dos seres que decían amarse
hoy no hayan sabido reconstruir un hogar.
Buscaron atajos , eligiendo el mas corto
por no pagar el precio a la responsabilidad
dejando a sus niños en manos de extraños
a quienes no les interesa educación aportar .
Indiferencia es ver , que la vida se pasa
y que no hay soluciones para la ancianidad
que los magros salarios que ellos reciben
hoy no les alcanza ,para medicinas comprar .
Entonces se los deposita como si fuesen paquetes
al que un cadete una vez al mes pasará a retirar
para llevarlos a la casa que les regalaron a sus hijos
quienes aun no entendieron que a las canas debemos “ honrar” .
Indiferencia es que un niño hoy pida limosna
y en los semáforos se ponga nuestro vidrio a limpiar
reaccionemos con la ira que llevamos dentro
¡ no tengo monedas ! , deja ya de molestar ….
Mientras que nosotros regresamos del Supermercado
con el baúl atestado , de cosas que no hemos de usar
pero que estaban en oferta , a muy bajo costo
mientras ellos piden , mendrugos de pan .
Indiferencia es leer , y mirar por la Tele
que la guerra en Oriente es de nunca acabar
y que otros países llamados el primer mundo
reeligen candidatos , engendros de Satanás .
Los países se merecen los gobiernos que tienen
es la voz que resuena de aquí para allá
¡ que importa si mueren , si viven si lloran!
Los poderes ausentes del dolor están .
La apatía , la abulia , la indolencia nos mata
nos carcome los huesos ¡ OH Dios danos mas piedad !
que yo sufra al ver tantos desvalidos ,
deambulando por el mundo , marginados de la sociedad .
Que no sea indiferente al visitar a un enfermo
que te clame a ti buscando sanidad
para su cuerpo dolido , para su alma herida
pues en el día malo de mi Dios se acordará .
¿ Que tengo aquí dentro en mi lateral izquierdo ?
¿ un corazón de piedra que no conoce la paz ?
cuando veo un bastón blanco pidiendo clemencia
y ni siquiera me acerco para hacerlo cruzar .
Señor de los pobres y de los desamparados
dame un corazón de carne te pido eso nada mas
que comiences por mi vida , para que la indiferencia
sea solo una palabra y que no le gane a la “humanidad” .


Libia Beatriz Carciofetti / Argentina
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INDIFERENCIA


Busqué una respuesta
en tu silencio, en tu
distancia abismal y
dolorosa.
Busqué una palabra entre
tus murmullos;
una caricia de tus
brazos lejanos y helados.
Busqué un sol en tu
invierno para mi
corazón de amapola
hecha jirones.
Y no he hallado
aún nada parecido
a mis deseos, nada
semejante a mis
sueños,
nada similar al amor.
Pero espero, gitano
indiferente , bailaron
burlón que, a pesar
de todo, y rompiendo
las barreras de la lógica,
estás en deuda con mi cuerpo;
le debes a mi alma,
y querrás remediar tanto
desdén con coronas de
brillantes, y lunas
de plata, y caracoles de nácar.
Querrás entrar de nuevo
a mis rincones y yo estar?
allá, perdonadora incorregible,
olvidando y amando
aunque no te lo merezcas.


CRISTY


ASUMIDA INDIFERENCIA.


Pacto que has trazado con el lado vertical de mi espejo,
la indiferencia que arrojas en la costilla de mi humeante Eva.
Pupilas que mienten con descaro al sonreír con sumisión,
mas forajido es el derrumbe de mi agrietada lágrima.
Profunda, inerte, insolada al exponerse ante tu matriz disuelta...
El reflejo de mi postura horizontal no consuela la ignorancia,
tan solo aumenta el despotrique de una feminidad,
al diluirse impávida ante el leve fuego de tu mirada.


Karen Kleiman.(uruguaya)
3/11/04
http://ar.geocities.com/jarabepoetico





Indiferencia
Ninfa Duarte


No me trates con indiferencia,
ni me mires con desgana,
yo conozco tus reacciones,
y hasta el fondo de tu ser.
Ese gesto de abandono
y esa falsa displicencia
no disfrazan tu ansiedad;
que me quieres, yo lo sé!
Aunque sea indiferencia,
o esa pose de apatía,
con un beso en tu mejilla
con amor yo ahuyentaré.
No me espanta tu frialdad,
pues debajo de mi sábana
sabias caricias te esperan
y entre besos y suspiros,
toda indiferencia pasará,
y al llegar la madrugada,
soñando entre mis brazos
el descanso encontrarás…


Ninfa Duarte
Asunción - Paraguay
http://es.geocities.com/missentires2004


Orgullo e indiferencia


Tu orgullo y tu indiferencia
te han alejado de mí,
igual que un muro blindado,
una cárcel con sus rejas,
un callejón sin salida,
o una puerta cerrada
que nunca podré ya abrir.
Yo no soy de esas mujeres
que acostumbras a tratar,
que cuanto más las ofendes,
más las humillas e ignoras,
te quieren todavía más.
Yo no quiero indiferencia,
ni orgullos, ni malestar,
quiero pasión y confianza,
alegría y comprensión,
quiero paz, quiero cariño
y algo de felicidad.


Mar Cueto Aller

(ESPAÑA)
http://perso.wanadoo.es/maryriver2004/wpoemas.htm
http://es.geocities.com/marymar_c_a/ARTE.htm
http://es.geocities.com/marcaller2004/poemas.htm




Indiferencia

Indiferencia hallaran...
esas gentes,
que solo viven para criticar,
que hieren...
que no saben valorar,
que son mezquinos y en su afán,
solo quieren figurar...
que agreden con indirectas,
con hechos o necias palabras,
dichas o escritas,
a mi...o a los seres que amo,
en mi...
eco no encontraran,
los que viven solo de insidia,
que son cobardes y atacan
por celos y envidia...
que tienen muy sucia la conciencia,
en mi...hallaran...
¡ tan solo... indiferencia..!


ROSENNA
http://rosenna.webcindario.com
Buenos Aires - Argentina
4/11/04



Lamento...
Iara Melo


Manhã chuvosa
Vidraça embaçada
Cerra meus olhos
Ofuscando paisagem do amanhecer
Parto ansiosa a procura de vida
Tudo encontra-se embalsamado no cinza
do outono que insiste em esconder o meu sol,
A minha alegria.
Onde estão os meus pássaros,
Onde estão todos,
Como posso ficar indiferente,
A tristeza e ao medo que invadem-me?
Vago aflita
Rebuscando o equilíbrio,
Lágrimas copiosas rolam
Em fria tez
Encharcando minha alma…
Não conseguindo estancar a tristeza instalada
Busco pessoas,
Parece que todos desapareceram
Deixando-me só nesse estranho mundo
Para mim desconhecido e feio
Os pensamentos correm ligeiros
Amedrontados, tentando fugir do desespero
Da obscuridade da paisagem,
do frio, do medo…
Volto a procurar vida
A vegetação não vejo
A névoa esconde-a, não permitindo
O meu verde encanto
Pausados minutos seguem-se…
As lágrimas não cessam
O frio me encolhe
Os ombros caem
Os olhos se afogam ainda mais em lágrimas
Juntando-se a chuva que cai
Tudo me é desconhecido
Nada vejo...
De repente a luz interior
Grita
Isso também é vida
É ciclo necessário
Acostuma-te, vê-la,
Vive-a, contempla-a
Em tudo há beleza
Até no cinza que te afoga
Não desesperes
Não temas, vivas, insistas,
Afrontes o medo.
Pouco a pouco
A calma reinstala-se,
Os olhos abrem-se lentamente
Aquecendo o frio de minha alma.
Vejo as azinheiras, as palmeiras,
Reencontro os pássaros,
Que continuam o seu canto sem medo
As árvores não estão mortas,
Recolheram-se ao silêncio necessário
Vejo que a terra sorri,
Embebida na chuva que lhe banha
O cinza é necessário, tal como
o sol dentro de mim.
Sinto-me pequena diante
da escuridão do medo
Afugento-o,
Canto com os pássaros
Grito estou viva
Não tenho medo
Não tenho mais lamentos.
Indiferente és obscuridade paisagística
Sou luz , terei o sol interior sempre,
Dentro de mim!


Iara Melo
Portugal, 04 de novembro de 2004
iarammelo@sapo.pt
http://iaramelopoemas.no.sapo.pt


Indiferencia

si tus manos
se alejan
en el justo
instante
del roce
si tus ojos
evaden
los míos urgentes
si tu piel
no se enciende
al deslizarse
por la mía
sobra el silencio
mueren las palabras
no más.

Viviana Alvarez
niniane1959@yahoo.com.ar

ç
INDIFERENCIA

No puedo amar;
no puedo vivir ,
sin el tierno murmullo
de tu voz,
no puedo, seguir,
sin el cielo de tus ojos,
que hoy me son esquivos,
no puedo retenerte,
se enjuaga ,una làgrima marchita,
se convirtio en dolor,
el beso tuyo,
que sé está desteñido,
en la calle , donde la plaza,
me espero.
mi blando pecho,
se durmió, despacio,
en el banco de plaza,
en el presuntuoso
se quedó.-
tu mirada esquiva ,
sin el aroma de claveles,
en ella , se fue mi amor .-
no puedo vivir,
de la indiferencia,
que mendiga tu amor .
me privó de la risa,
me quitó, tu calor .
yo no se que herida,
se abrió hoy,
mi corazón pregunta ,
que le pasó a mi amor .
que se marchitó,
en el jardín de rosas,
donde el pétalo se cayó,
murió despacio,
la flor cautiva,
en ella se fue el amor .
no vivo ,no respiro,
quedó callado mi corazón ,
en la vera del camino.
en el hueco tibio,
del sepulcro,
que nadie recuerda hoy.


Lucier
Claudia Silva
San José- Misiones
clau_senna88@hotmail.com



TU INDIFERENCIA


Tu indiferencia me hace daño,
es como una ventisca fría
que azota mi alma y mis sentidos,
quiero entender que es lo que pasa
para que estemos alejados...
pero no encuentro las razones
y sigo aquí...esperando una palabra,
para bien o para mal,
pero tan solo escuchar una palabra...
Te quise mucho, también me quisiste
y ahora de repente todo se termina,
pero yo te nocesito cerca mio
así como las plantas al rocio...
aquí estoy esperandote,
no me tortures con tu indiferencia
y volvamos a amarnos como antes.


Concepción Triolo
Quilmes-Buenos Aires - Argentina
3/11/2004



SEM INDIFERENÇAS
Edna Liany Carreon


Amor, palavra tão doce que enternece
corações, que transporta vidas
a lugares distantes...
Aonde não existem indiferenças,
apenas amor e compreensão.
Amor, que mesmo distante, mantem
o pensamento, o coração e a alma
bem juntos a pessoa amada.
Sempre o pensamento voa na mesma direção
e de encontro ao pensamento desejado,
como por uma sintonia de emoção...
Um amor que mesmo distante permanece
cada vez mais vivo e ardente.
Longe de sofrer indiferenças e tristezas,
pois um amor verdadeiro, existe
e persiste na lealdade de pensamentos
e ações, insiste em amar de verdade...
Acreditando na felicidade...


Edna Liany Carreon
São José dos Campos-SP-Brasil
ednaliany@superig.com.br
04/11/2004



Indiferencia

Dejo este mundo
de pareas y éxtasis
nada más queda
y mis ojos aún brillan
ante tu indiferencia.
Mi pluma dibuja
tu rostro, “hombre invisible”
y recuerda el otoño
y las tardes de abril.
Un elixir de estrellas
mi alma desea
para sanar esta herida,
que deja tu huella
de amargo sabor.
Mañana al despertar
la nieve caerá
en mi ventada
y vestida de blanco
espero a ese ángel
que vendrá a buscarme
para entregarme la felicidad.
Y ya lejos quedará
tu indiferencia
y las tardes de otoño
que el mar reflejaba
en los días de abril.


Nora Lanzieri / Argentina
Todos los derechos reservados/®
noralanzieri@Argentina.com




TU INDIFERENCIA MATO ESTE AMOR”


Estaba tan enamorada que
Incapaces eran mis ojos
De ver la indiferencia
De tu amor.
Creía que el tiempo era nuestro
Cuando te hablaba de mis sentimientos,
Mientras tú los tirabas al viento
Con indiferencia.
Rodeaba mis brazos
Y humedecía tu rostro
Con mis besos
Y tu me los regresabas con
Indiferencia.
Creaba en mi mente
Que nuestro amor
Aun alcanzaba las llamas
De fuego,
Pero…….todo era una mentira.
Si alguna vez se deslizaron
Gotas de cristal de mis ojos,
Tú las ignoraste
Y me dejaste llorar.
Aquellas mariposas
Danzarinas que apretaban mi vientre
Dejaron de seguir la canción
de mi corazón
Cuando tu indiferencia las mato.
No queda nada……
Nuestros corazones están vacíos,
Esperando una palabra
Para con indeferencia matarla.
“El peor castigo para el Amor, es la indiferencia de un Corazón”


MARILYN ORNAVILE
NOV. 04,2004




¿Indiferencia?


No, amor mío, no lo es,
es que trato de compreder, vivirte a mi manera,
intentar de algún modo, extrañarte menos,
es que duele mucho esta distancia,
más tu nombre se adentra en mi presencia,
contándote que no soporto tu ausencia,
cuando las horas pasan y las circunstancias,
hieren, me cuentan que no estarás,
que inclinarás tu mirada y con ella volverás,
mintiéndole le dirás que nadie te espera,
que son ideas de ella e intentarás,
intentarás de alguna manera, amarla,
amarla con ese amor que ya no sientes,
que no te quema, porque no hay leña en esa hoguera,
y sin embargo, la abrazarás, cumplirás una vez más,
más en tus sueños te pelearás con mi nombre,
enmudecerás tu voz para no pronunciarme,
porque a pesar de todo, soy la que recorro, tus pensares,
la que posee esos dones de traspasar tu mente,
a la que acudes cuando siente ganas de aturdirte,
de ser amado en todas sus magnitudes,
y sin embargo, soy todo pero no soy nada,
volverás tu mirada, tus pasos inclinarás,
pesarán más los años que tus propias verdades,
siempre, siempre estaré en el segundo lugar,
la que entiende, la que se acopla a tus necesidades,
a la que no le importa que la miren diferente,
la que acusen con un dedo o señalen los familiares,
esa que en el silencio de una cama esparce sus soledades,
se envuelve con la nostalgia y te espera con ansías,
sin decirte nada, simplemente, te entrega en tus manos, el alma,
el cielo, aún sabiendo que arderá en las llamas del infierno,
más no le importa, tu amante, te espera,
no canjea sus sentimientos, te los entrega,
y aún así, piensas que es indiferencia,
¿Indiferencia cuando no te habla?
¿cuando calla su dolor?
No, no mi amor, es que a veces, a veces la congoja la desarma,
las lágrimas la secan y se vuelve nada, aunque nada reclama,
siempre vuelve, vuelve a tu lado,
te convierte en la esencia de sus versos,
diciéndote que te ama, te ama,
más cuando está callada,
no, no es indiferencia, es tan solo, una necesidad del alma.


MARFIL
GGS/ARGENTINA
unarosamarfil@hotmail.com





TUA INDIFERENÇA


Bate meu coração... triste e solitário.
Meio que descompassado;
Buscando ritmar-se,
Causas imensa dor em minh'alma.
E neste teu descompasso sofrido,
Entre lágrimas sem controle, me fazes suspirar....
Ah! meu querido...
Te busquei desesperadamente...até te encontrar
E triste está sendo entender que a busca era só minha.
Não estavas me buscando, muito menos me esperando
Que poderei fazer para que entendas meu querer?
Ah! meu querido...
busco teu olhar, e teus olhos não me querem ver
busco tua boca, e a minha a tua não quer beijar
busco teu carinho, e teus braços não me querem abraçar
estás tão perto.... e ao mesmo tempo tão distante pareces ficar.
Ah! meu querido...
És tão forte e atraente... tão especial e diferente
Teu perfume me enleva, e o meu a ti nada desperta
Tua luz me ilumina e aquece, e a minha a ti nem aparece
Ouço o bater de teu coração, e tu nem percebes que tenho um.
Ah! meu doce amor..
Faço-me forte, mas tua indiferença me torna frágil
Sou ousada e me sinto intimidar...
Destemida, mas... estou amedrontada
Reprimo minha ousadia, impeço meus impulsos, sufoco meu amor....
Tenho medo que te aborreças... tenho medo de te perder..!!
Ahhh!!.. Essa tua indiferença..!!

Thais S Francisco "beijaflor"
ts.francisco@uol.com.br
São Paulo - SP




TU INDIFERENCIA


Bate mi corazón... triste y solitario.
Medio descompasado,
Buscando ritmarse
Causas inmensa dolor en mi alma
Y en este tu descompas sufrido
Entre lágrimas sin control, me haces suspirar....
Ah! mi querido...
Te busqué desesperadamente...hasta te encontrarte
Y triste está siendo entender que la búsqueda era sólo mi
No estabas me buscando, mucho menos me esperando
Que podré hacer para que entiendas mi querer?
Ah! mi querido...
busco tu mirada, y tus ojos no me quieren ver
busco tu boca, y mi tu no quiere besar
busco tu cariño, y tus brazos no me quieren abrazar
estás tan cerca.... y al mismo tiempo tan distante pareces quedar.
Ah! mi querido...
Eres tan fuerte y atractivo... tan especial y diferente
Tu perfume me encanta, y mi la ti nada despierta
Tu luz me ilumina y calienta, y mi la ti ni aparece
Oigo el batir de tu corazón, y tú ni percibes que tengo un.
Ah! mi dulce amor..
me Hago fuerte, pero tu indiferencia me hace frágil
Soy osada y me siento intimidar...
Intrépida, pero... estoy amedrentada
Reprimo mi osadía, impido mis impulsos, sofoco mi amor....
Tengo miedo que te aborrezcas... tengo miedo de perderte..!!
Ahhh!!.. Esa tu indiferencia..!!


Thais S Francisco "beijaflor"
ts.francisco@uol.com.br
São Paulo - SP



Indiferencia



Palabra triste , sin sentimiento,
que no debiera existir en el mundo entero.
Cambiemos esa palabra ,
por un ramo de rosa rojas,
y que su aroma se convierta en poesía,
dónde su aroma quite la indiferencia ,
donde vive el mundo nuestro.
Indiferencia es , desolación,
es no importarnos nada,
es vivir con una venda que te tapa los ojos.
Quitemos esa venda , y que nuestras vidas,
se conviertan en páginas de amor,
generosidad , y ciencia , ahuyentando tinieblas,
apaciguando tempestades.
Transformemos esa palabra en amor,
concordia, serenidad , alba nueva.
En un amanecer nuevo , de todos y para todos.
Abierto de par en par al mundo ,
que a veces es de voz muy negra.
Cambiémosla por cálidas palabras.
en un campo sembrado,
de bondad y armonía
de ese alba nueva.


España – Granada –04/11/04
María Cristina Galera(Cris)
http://es.geocities.com/poesiasdelcorazon2002/index.html
http://es.geocities.com/poesiasdelcorazon2002/index.html




PERGUNTAS



Perguntas porque estou indiferente,
Porque não atendo mais teus lamentos
Nem ouço o teu socorro.
Perguntas porque me distanciei,
Deixar de olhar
Desligar-me da tua escrita
Pois nem atendo sequer qualquer gesto.
Perguntas porque calei,
Vivendo no silêncio profundo
Sem tocar qualquer página.
Perguntas e perguntas e perguntas....
Sem ouvir qualquer resposta.
Não amordacei os meus sentidos,
Tenho vida e amor
Quero paz.
E por muitas perguntas que faças
Todas as respostas estão em ti,
Nesses abusos desmesurados,
Nos insultos ocos caindo no teu telhado,
Nessa maldizente imaginação,
Exuberância do teu ego.
Se estou indiferente?
Pergunta a ti mesmo
Eu....nada responderei.


Luis Paiva Adães

– Portugal – 04/11/04
adães.luis@sapo.pt




Indiferencia



Percibo unas voces lejanas
tan distantes que parecen murmullos.
Murieron dieciséis personas
resultaron heridas cuarenta.
Niños mueren por coche bomba
se derrumbaron edificios.
Un convoy fue literalmente volado
civiles y soldados, heridos, muertos.
Fue decapitado un ser humano
otro mantiene su cabeza en alto.
Pozos de petróleo son incendiados
quinientos kilos de explosivos
son secuestrados por la policía.
Son leídas las noticias
con voz serena, monótona y cansina
llegan a mi entendimiento
como una campana lejana o
un faro que luce distante.
Y cuando mi piel con un escalofrió
quiere rebelarse, de inmediato
me abrigo con capas de “es lejos”
le agrego dos de “estoy a salvo”
y una especial de “no es mi tierra”.
Poco a poco aprendí como un naufrago
aferrarme a las tablas de introspección,
guarde en un cofre de inconsciencia
la compasión, el dolor, el sufrimiento
y así insensibilizada, anestesiada
camino por la vida sin dolencias.


Valeria Azul
Argentina
www.poemas-poesia.com.ar


Indiferencia


Indiferente,
pasaste por mi vida!
Un amor tan loco...
Te amaba tanto!..
Como niña, como mujer!
De ti todo quería,
tus besos, tu amor,
tu vida hecha mía...
Pero tu indiferencia me cansó...
No podía más continuar amando
hecho loca, por la vida afuera
sucumbida de tanta pasión
guardando tanto exitación,
reprimiendo mis sentimientos
que ya ni sabía más
quienes yo era!
Era sólo una sombra
que pasaba sin que al menos me vieras.
Pasaba callada, escondida,
como animal herido
prendía toda mi razón.
Un día, surgió alguien
que me trató
como su amor.
Me dio pasión
tomó de ti,
mi corazón!


Eda Carneiro da Rocha


Indiferença

Indiferente,
passaste pela minha vida!
Um amor tão louco...
Te amava tanto!..
Como menina, como mulher!
De ti tudo queria,
teus beijos, teu amor,
tua vida tornada minha...
Mas tua indiferença cansou-me...
Não podia mais continuar amando
feito louca, pela vida afora
sucumbida de tanta paixão
guardando tanto tesão,
reprimindo meus sentimentos
que já nem sabia mais
quem eu era!
Era apenas uma sombra
que passava sem que ao menos me visses.
Passava calada, escondida,
como animal ferido
prendia toda a minha razão.
Um dia, surgiu alguém
que me tratou
como seu amor.
Me deu paixão
tomou de ti,
meu coração!


Eda Carneiro da Rocha
ben@araruama.com.br
Araruama
04/11/04
22:50h

 


INDIFERENÇA

Crianças que brincam
que sonham... desejam
e fogem da realidade
que as rodeiam.
Crianças não felizes
que mostran no sorriso
a criança esquecida
pela nossa indiferença.
Crianças que padecem
da vida presente
que não lhes assegura
um futuro certo.
Crianças que podemos amar
incentivando-as a serem mais
crianças que podem ter
a nossa não indiferença.

Lalá Haesbaert
Capão Novo/RS
Brasil


Indiferença
sylvia cohin


Afasta de mim tua presença !
certo é, que não mais me mobilizas .
perdeste o dom que me inferniza ,
notícia que te dou como sentença !
não sei por onde estive tanto tempo
numa fragilidade formidável .
minha dependência abominável,
deu força ao teu nefasto intento.
assumo a responsabilidade ,
pois permiti que me tiranizasse !
razão teria se me rebelasse
contra a tua insensibilidade !
quando te olho, só vejo através...
nada restou de ti dentro de mim
exceto o alivio de chegar ao fim ,
sobrevivente do grande revés !
seu tempo acabou, não tem querença .
nem consegues chamar minha atenção...
chega! já não temo! foste lição.
o desencanto é o pai da indiferença !


Sylvia Cohin
Bahia - Brasil
05.11.2004



INDIFERENCIA
SKORPIONA®


Hasta ayer...
con absoluta indiferencia
y ajeno ante mis ojos,
en mi mundo no existías.
Maniatados sentimientos
a un querer equivocado,
mi esclavizado corazón
ignoraba tu presencia.
Hoy sin embargo...
como un rayo fulminante
tu mirada difumina mi pesar,
tu sonrisa logra nuevamente
que mi vida vuelva a sonreir
y una extraña sinfonía de sonidos
nos atrapan, nos envuelven en
una excitante telaraña prohibida.
Cabellos enredados de cuerpos
que se atraen mutuamente,
deseos reprimidos afloran expulsados
cual candente lava de un volcán,
explosiva mezcla de inquietudes
que fusiona juventud con madurez.
Hasta ayer...
éramos tú y yo,
hoy unidos...
¡dos locos amantes!


©SKORPIONA
Ynés de la Puente Spiers
San Isidro, Lima-Perú
http://skorpiona.webcindario.com
05-11-2004


Afeto...
Iara Melo


Mesmo que insistam
Que eu caia em lodo
Embriague-me na tristeza
Seja cruel como o ferrão de uma abelha,
Mesmo que eu saiba
Que distante condenam-me
Por não possuir bago que destrói
Recolho-me ao silêncio
Vagueando entre pétalas de lágrimas,
Lamentos íntimos do meu eu.
A tristeza que tanto afugento
Desagua sem pedir licença.
Forças quase exauridas,
Insistem em saber
O que queres de mim?
Já dei-te o meu perdão,
A minha indiferença,
O meu amor,
Nada quisestes!
Deixa-me viver,
Compreendas que não sou tu,
Que não sou ambição,
Deixa-me em paz!
Vive, sê feliz
Segue teu rumo,
Se não tens capacidade
De fazer-me feliz,
Não tentes matar-me
Com o teu fel envenenado
Mesmo rolando em lágrimas
Minha arma continuará sendo
Afeto.


Iara Melo
Portugal, 05 de Novembro de 2004
iarammelo@sapo.pt
http://iaramelopoemas.no.sapo.pt

 

Indiferente Silêncio

 

Iara Melo

 

Indiferente

Me é o teu silêncio,

Não és tanto o que pensas ser,

Teus esforços para que ouças

Lamentos meus, são inúteis

Tenho Deus a zelar por mim.

Usa tua força em prol

do Amor

que dizes conduzir.

Amor não é indiferença

Se queres o nivarna,

Será que conseguirás

agindo assim???

Apiedo-me de

Ti.

 

Iara Melo

 

Portugal, 05 de novembro de 2004

iarammelo@sapo.pt

http://iaramelopoemas.no.sapo.pt

 

 

SIN SABOR

Indiferente
abres el cerrojo del silencio.

Desierta la memoria
los latidos del beso duermen apagando desérticos
oleajes agónicos.

Rompiste sin preguntas el acaso
degollado la sorpresa del encuentro
en un jirón de niebla magullado... casi muerto.

Indiferente al día
se despeinan impostores afectos
silentes, mudos.

Gime un violín de ausencia tarareando
una lluvia lejana.

AAIDA

http://www.iespana.es/AIDAPAL/Un_pequeno_instante.htm