
Delirante
Por calles de fuego mis lagrimas
tornaron dura coraza...,
trozos de vida dejadas en tinajas de olvido,
Deliro con mi vida ...en caminos inciertos,
dolores ciertos ...
amores fugaces , delirantes mujeres ...
pasos en canales laberínticos
abrasador sol me tienta...,
agua salada delirante en pensamientos ...
naciendo ideologías de arena ...,
borradas por empecinada marea ,
busco en el deleite del pensar,
mis huellas mas ciertas..., ya desdibujadas
por el tiempo... también delirante ,
obstinado me niego a mirar
con ojos de arena realidad y fantasía ...,
terreno y celestial...
batiendo alas me alejo de pensamientos
mudos ....silencioso
plenos de muerte ...
por instantes...,
al momento desborde
de vida delirante ...
Marcelo Romano
Salta-Argentina
Portugués
DELÍRIO
Por ruas de fogo minhas
lágrimas
tornaram-se dura couraça...
bocados de vida deixadas em tinas de esquecimento,
Deliro com minha vida ...em caminhos incertos,
dores certas...
amores fugazes, delirantes mulheres...
passos em canais labirínticos
sol abrasador me tenta,
água salgada delirante em pensamentos...
nascendo ideologias de areia...
apagadas por obstinada maré,
procuro no deleite do pensar,
minhas impressões mais certas... já esmaecidas
pelo tempo... também delirante,
obstinado me nego a olhar
com olhos de areia realidade e fantasia...
terreno e celestial...
batendo asas me afasto de pensamentos
mudos...
silêncios plenos de morte...
por instantes...
até o momento transbordante
de vida delirante...
Marcelo Romano
Salta-Argentina

Eres mi delirio...
Ninfa Duarte
Jesús mío, Tú eres...
mi fuerza
cuando me encuentro débil,
mi riqueza si estoy pobre,
mi alegría después del llanto,
mi esperanza y mi paz...
Jesús mío, Tú eres...
mi luz en la oscuridad,
mi pan, cuando siento hambre
mi agua en la sed,
mi guía, mi luz, mi libertad...
Jesús mío, Tú eres mi delirio,
la respuesta a mis constantes preguntas,
La presencia anhelada en mi espera,
La palabra justa en mi silencio,
mi fortaleza, mi justicia
y la meta de mi andar...
Jesús mío... eres mi delirio!!
NINFA DUARTE
Asunción- Paraguay

DELÍRIOS PARA AMAR
Daniel Cristal
Requer roteiros, sim, requer saber,
requer mesmo cílios, fortes emoções;
requer saber querer, requer ousar,
porque amar é o enigma de pulsações
e o amor não aparece aos borbotões.
Para amar não há como requerer...
requer rasgar cilícios, conhecer zéfiros,
requer saber tocar mais do que beijar,
ousar até o mar, sem nunca calar
o suspiro dum lírio bem dedilhado
para que o amor não seja acto falhado.
Requer a pura essência, queimar círios,
e, só depois, sentir a louca profundidade
e o espasmo supremo dos delírios
para que seja agora a eternidade.
Daniel Cristal
http://www.saladepoetas.eti.br/

DELÍRIO
Efigênia Coutinho
Deliro com o Futuro
onde tento pilotar
uma astronave, sem
pedir licença; ele muda
a vida da gente!
Não tendo tempo,
nem hora para chegar,
é ali logo à frente
que a esperança está
no Futuro da gente!
Nesta viagem, não nos
cabe conhecer, nem ver o
que virá, seu fim ninguém
sabe bem ao certo onde
ir mais além
Vamos todos numa linda
passarela duma aquarela
que um dia num delírio
enfim nos faz
Delirar!
Efigênia Coutinho
http://www.saladepoetas.eti.br/

DELÍRIOS DE POETA
Poetar.... não neste momento,
agora só quero amar..
Amar mesmo que estejas longe,
Este louco desejo em ter-te agora
em meus braços,em meus carinhos,
me faz sentir teu respirar ofegante
de desejos, teu cheiro a brotar
pelos poros meus arrepiados, na sensação
alucinante do querer-te agora!!
Poetar... não posso agora,
sufoco as rimas neste meu
delírio incontrolável que
entorpece meus sentidos
levando-me ao êxtase
de querer-te agora,
Vem Amor!!
Poetar.. não posso agora,
quero apenas sentir esta inspiração
que nasce espontânea de minh'alma
levando-me a suspirar por sentir
tua pele roçando a minha
teu mel a se misturar ao meu
levando-nos a total entrega.
Poetar.. não.., agora não..
apenas descansar nossos corpos
suados, lado a lado, na maciez
dos lençois impregnados
com nosso perfume de amor
sonhado, vivido e sentido.
Descansa Amor..
neste meu louco delírio!!
Thais S Francisco "beijaflor"
ts.francisco@uol.com.br
SP - Brasil

DELIRIOS DE POETA
Poetizar.... no en este momento,
ahora sólo quiero amar..
Amar aunque estés lejos,
Este loco antojo en haberte ahora
en mis brazos,en mis cariños,
me hace sentir tu respirar jadeante
de antojos, tu olor a brotar
por los poros míos erizados, en la sensación
alucinante del quererte ahora!!
Poetizar... no puedo ahora,
sofoco las rimas en este mi
delirio incontrolable que
entorpece mis sentidos
llevándome al éxtasis
de quererte ahora,
Viene Amor!!
Poetizar.. no puedo ahora,
quiero sólo sentir esta inspiración
que nace espontánea de mi alma
llevándome a suspirar por sentir
tu piel rozando mi
tu miel a mezclarse a mi
llevándonos la total entrega.
Poetizar.. no.., ahora no..
sólo descansar nuestros cuerpos
sudados, codo con codo, en la suavidad
de las sábanas impregnados
con nuestro perfume de amor
soñado, vivido y sentido.
Descansa Amor..
en este mi loco delirio!!
Thais S Francisco "beijaflor"
ts.francisco@uol.com.br
SP - Brasil

Delírios e muito mais...
Hoje quero uma explosão
renovo toda arrumação
cenário vibrante no quarto
rubros lençóis de cetim
banheira com todos os sais
quero todos os querubins
que toquem os violinos
corpos colados dançantes
fomentar toda paixão
corações turbinados
abusemos de todos os fetiches
carregados de malícias
o borbulhar do champanhe...
lave os corpos em ebulição
brincaremos de faz de conta
formaremos um bolo enfeitado
com direito a todos os melados
com beijos e bombons fondados
misturados ao néctar caramelado
jogamos o tempo pela janela
sussurros falantes
gemidos entoados
no antes, durante e depois...
toda explosão acontece
de nós em fusão
delírios e muito mais...
Lenamais
23.09.2004
Niterói/RJ

Delirio
Cruzan el camino de la
nada
llevan en su labios, la muerte,
entre sus dientes,
la locura.
Se hacen cruces con hollin
en su frente,
vomitan palabras, sonrien
sin verte.
Esperan sentados en la vereda
de enfrente,
se rien cuando estan tristes,
lloran,
si se saben alegres.
No saben soñar, solo conciben
pesadillas
Matarian a su madre, si con ello
consiguieran
acallar su mente.
Alberto Martinez Gambino
albertomartinezgam@hotmail.com

Delírio
Valeriano Luiz da Silva
Você se foi e ficou a saudade
Sabe! Parece uma eternidade!!!
Tanto esperei
Que até cansei
Ficou a lembrança
Do tempo de criança
Dos nossos brinquedos
E até dos enredos
Você levantava cedo
Ia à padaria do seu Pedro
Depois íamos à escola
Retornando você ia jogar bola
Mas você nos deixou
Pra longe viajou
Achei que tudo estava perdido
Pensei até que terias morrido
Tive sonhos e pesadelos
Fiz muitos apelos
Cheguei a delirar
Quando estava a sonhar
Mas na manhã deste dia
Quando a estrela D’alva reluzia
Você aparecia
Sua voz a gente ouvia
Parece que desapareci deste mundo
Pois o amor por ti é mui profundo
De alegria eu vibrei
Mas garanto que ainda delirei.
Valeriano Luiz da Silva
Anápolis Go, 24/11/04
valerianols@globo.com
www.albumdepoeta.com

DELIRIO
En tus manos el delirio de mi cuerpo
que tiembla cual estrellas en el cielo.
Amor de mi vida, dulce pasión mía,
roca viva, radiante que vibra.
Amor de Dioses que sirven de almohada,
incitantes y seguros de mi cuerpo y alma.
Y que en cada ricón de mi vida,
tus delirios corresponden a los míos
por tenerte y entregarme
en pasiones desbocadas.
Mi boca cáliz de la tuya...
Manos que se crispan en las mías
por momentos en delirio de gozos,
como seismos rugientes en el cielo
con fervor y más anhelo...
Tras de sí, casi dos cuerpos delirando,
navegando, espaciendo...
Cosechando la dulzura de tu simiente
en mi vientre ardiente.
Emma
(MARIPOSITA)

SI TU LO QUIERES
Esto no pretende ni de lejos ser un poema...es más
bien un grito. Un grito que ahogo en mi garganta para
que no surque el aire, para que nadie sepa de este
deseo que me vence...
Pasan las horas y yo sigo esperándote.
No se que hacer...Quisiera estrecharte muy fuerte
contra mi cuerpo, buscar tu boca, tu lengua, esos
labios que deseo locamente...deslizar mis manos hacia
tu sexo, escuchar tus gemidos, asirme de tu espada de
guerrero, sentir que me hundo en tu vientre, sentir tu
humedad, tu piel, tu deseo...
No sé que hacer...dímelo, dime como aplacar este
fuego, dímelo...
Acá te espero desde hace ya tiempo y seguiré
esperando si así lo quieres.
MPV.
versos_y_notas@yahoo.com

Delírio
MERCÍLIA RODRIGUES
Descanso em praia amena.
Silêncio absoluto a que me embrenho...
Num torpor que em mim acena,
vou fundo no empenho!
Vácuo mesclado de ida e volta .
Fugacidade, treva e luz.
Volátil imagem que se solta...
Brilho etéreo que seduz!
Mudos, hirtos, estáticos desvios
de mim mesma em êxtase contemplo!
Tempo nenhum , lugares fugidios...
Eu me reconheço ali nesse momento.
Extemporânea, sublime maravilha!
Mundo perene, fluida imagem.
Enfim, o espelho do futuro brilha...
Vejo-me em relance na viagem!
MERCÍLIA RODRIGUES
mercilia.rodrigues@terra.com.br

EN DELIRIO AZUL
ANAMÁ FEZ
Cóctel de estampidas de palabras
envueltas en papel lunar.
Atropello de pieles
punzar de estiletes
caricias azúcar,
atesorando la cósmica música del presagio azul.
Torrente de gemidos
latiendo en tiempo lento
dispuestos a volar en turbulencias
de cuajada pasión en fa menor,
-esperan-
dispuestos a ser dueños de la urgencia
de este arrebatado delirio, casi amor.
ANAMÁ FEZ
“Artesana de Palabras”
Mar del Plata
ARGENTINA

Delirio
Vivo como un loco!
Loco de Delirio y pasión!
Siento un éxtasis, me envolviendo,
llego a sentir nuestros cuerpos,
juntos como dos ostras.
pegaditas en lleno y dulce
amar, en las ondas del mar!
Siento tu calor vibrante,
tuyo gemido de amor,
amor puro, amor vagabundo,
en este delirio de pasión.
Llevo mi locura conmigo,
para que un día todo pueda,
ser sólo un desencuentro
en nuestro amar!
Viene!
Vamos a llevar nuestro delirio
a los cuatro cantos del Universo...
Para que podamos amar.
y delirar perdidamente!
Viene!
Vamos a soñar!
Maria Aparecida Macedo
Maria Anjinha
24/11/2004
Araruama
Brasil

Delírio...
Vivo como um louco!
Louco de Delírio e paixão!
Sinto um êxtase me envolvendo,
chego a sentir nossos corpos,
juntos como duas ostras,
coladinhas em pleno e doce
amar, nas ondas do mar!
Sinto teu calor vibrante,
teu gemido de amor,
amor puro, amor vagabundo,
neste delírio de paixão.
Levo minha loucura comigo,
para que um dia tudo possa,
ser apenas um desencontro
em nosso amar!
Vem!
Vamos levar nosso delírio
aos quatro cantos do Universo,
para que possamos amar.
e delirar perdidamente!
Vem!
Vamos sonhar!
Maria Aparecida Macedo
Maria Anjinha
24/11/2004
Araruama
Brasil

Delirio
Este amor que te tengo
y que no puedo arrancarlo
ya se convirtió en delirio
desorden o perturbación de mi razón
me sorprendió sin defensas
desprotegida y débil
logrando con ello
enfermar mi corazón .
Me convertí en un ente
que se mueve y actúa
pero de mis actos
hasta perdí el control .
Deliro por las noches
y sueño que te tengo
que de tu cuerpo a mi lado
hasta siento el calor .
Fantasía de mis sueños
despropósito agitado
que hace galopar
a mi cansado corazón
que me tomas en tus brazos
y cometo locuras
y tu las fomentas
con extrema pasión .
Amor delirante
serás mío para siempre
pues te llevo tatuado
en un secreto rincón
en el cofre de mi vida
que guardo bajo llave
y que solo la muerte
tomará posesión .
Libia Beatriz Carciofetti
Argentina
Copyright® Todos los derechos reservados
libiacarciofetti@arnet.com.ar
gomilineme@arnet.com.ar
http://www.locurapoetica.com/libia/libia.htm
http://www.poemasromancesyamor.com/htmlpages/poetas/libia/libia.htm

Delírios de um Poeta
Zena Maciel
A mão silenciosa escreve
palavras grávidas de sonhos
Letras perfumadas de sorrisos
com sabor de âmbar
O coração apaixonado tem
sede de poetar
Quer espalhar ternuras e sair
à cantar
Nas calçadas das ilusões bailar
Cirandar com os versos e as rimas
e o barco do destino guiar
Quer a lua namorar e
com a poesia brincar
Quer deixar a alma em letargia
Acreditar nas fantasias e
no poder do verbo amar
Para o mundo gritar que
o tempo é de sonhar
Com as estrelas se banhar e a vida
iluminar
Beber no cálice das utopias e
levitar
Nos braços do seu amado
ficar
O paraíso encontrar
No berço da felicidade
seus desejos extasiar!
Zena Maciel
30/07/2004

Delírios
Nancy Cobo
Delira meu coração por você
Meu corpo te chama
Meu abraço espera o teu
Minha boca está sedenta pelos teus beijos
Delira minha alma
a espera de encontrar a tua
A saudade que sinto dos teus carinhos
Do teu toque, de você, se transforma
em delírios ardentes
Acendendo o fogo do Tesão
Que só você consegue apagar
Com seus carinhos quentes,
Começando com um simples toque
Terminando dentro de mim
São delírios de amor, de paixão.
Então vem me amar
Vem esquentar minha alma
E faça dos nossos delírios
A nossa realidade
Nancy Cobo
www.nancycobo.com

Delirio.
En el infinito en que me encuentro,
el azul se sobrepone al azul.
Gamas de colores colorean mi espacio.
Siento un Delirio que me penetra el
alma, me fustiga con su torbellino ,en esta
tarde, casi crepúsculo, en que el Sol
se pone en el horizonte y me apareces,
como una añoranza enorme
que me pone el pecho
apretado y triste!..
Donde estás que no consigo verte?
Donde te escondiste?
En que gama colorida de la vida,
sumiste así?
Y las palabras hacen eco dentro de mí,
y el sentimiento me penetra fondo,
en esta cruel incertidumbre de tu bulto amado
que no veo y tan soñado por mí!..
Debe ser un de mis delirios de Amor.
Nuevamente divago...
te Quiero y no te tengo,
te beso y no estás allí.
Abraçote y el viento me fustiga.
Delirio solamente delirio,
delirio de mí y de ti!..
Eda Carneiro da Rocha
ben@araruama.com.br
Araruama
24/11/04
16:20

Delírio.
No infinito em que me encontro,
o azul se sobrepõe ao azul.
Gamas de cores colorem o meu espaço.
Sinto um Delírio que me penetra a alma,
fustiga-me com seu torvelinho ,nesta
tarde, quase crepúsculo, em que o Sol
se põe no horizonte e me apareces,
como uma saudade enorme
que me põe o peito
apertado e triste!..
Onde estás que não consigo te ver?
Onde te escondeste?
Em que gama colorida da vida,
sumiste assim?
E as palavras ecoam dentro de mim,
e o sentimento penetra-me fundo,
nesta cruel incerteza do teu vulto amado
que não vejo e tão sonhado por mim!..
Deve ser um dos meus delírios de Amor...
Novamente divago...
Quero-te e não te tenho,
beijo-te e não estás ali.
Abraço-te e o vento me fustiga.
Delírio somente delírio,
delírio de mim e de ti!..
Eda Carneiro da Rocha
ben@araruama.com.br
Araruama
24/11/04
16:20

IDILIO O IDIOTEZ
Mi cigarrillo dibuja bocanadas de color carmín
Los ojos despeinados divisan unicornios flotantes
El café desfonda aroma a carnaval y salitre
Mis labios se resecan en deseos plagiados
Y mis letras no logran evitar ahogarse en idilios.
Las penas se musicalizan entre guitarras flamencas
Incendios caóticos, mortuorios anuncios que no calan
Sonríe un tango en corcheas alegres_ incoherencia
La rutina se desmiembra de mi sombra espejada
Y mis versos no logran llorar la sangre muerta.
Maldito idilio que emboba las neuronas
produciendo asfixio a un paladar que ya no frunce.
Karen Kleiman
4/08/04

DELIRIOS DE AMOR
Con el pulso acelerado,
la respiración ardiente,
la mente vuela muy lejos,
la adrenalina alterada,
los sentidos se desbordan,
la sangre corre incansable,
y todo eso..., de repente.
Mar Cueto Aller
(ESPAÑA)
http://perso.wanadoo.es/maryriver2004/wpoemas.htm
http://es.geocities.com/marymar_c_a/ARTE.htm
http://es.geocities.com/marcaller2004/poemas.htm

Delirio
Hoy llegas a mi ,
como lluvia fresca,
me eres esquivo,
me eres extraño,
pradera de llantos,
catarata que nadie cierra.-
De noche grito tu nombre
al viento, que me mira,
desde lo alto.-
es delirio, tan presente,
es suspiro de mi corazòn ,
que te sigue amando tanto.-
Te siento entre mis dedos,
como pétalos de rosas,
que me da su aroma .-
Es locura tu amor ,
que me apasiona tanto ,
me enloquece el alma,
que tengo,mis sentimientos,
secos, de tanto esperarte.-
Amor delirio, de mi corazon,
ven te , espero,
veo tu rostro anónimo,
que es mio ,
nada más que mio.-
Me eres quebranto,
mi locura, que me encegece mi alma.-
Me muero ,si no te tengo,
voy a cielo a buscarte,
amor, que te amo tanto.-
Lucier
Claudia Silva
San josè
.misiones..argentina
clau_senna88@hotmail.com

Recuerdos Delirantes.
Hoy sigo delirando que te tengo en mis brazos,
todo es causa de esta locura que me atrapa,
esta locura que es tu recuerdo de amor.
Recuerdos delirantes danzan en mi mente
me torturan y no desaparecen.
Yo se que al recordar se hiere al corazón
y el tiempo que te ame no volvera....lo se.
He querido olvidar mi dolor, pero este loco
corazón no te olvida,
me he querido arrancar esta pena
pero mi mente siempre a ti se aferra.
Solo una herida hay en mi corazón
y aún esta sangrando y aunque
Hace mucho sucedió no he podido repararlo.
No cierra esta herida de amor.
El resto de mi vida tendré que cargar tu olvido,
cuanto tiempo pasare pensando,
tratando de olvidar tu loco amor aquí llorando.
El resto de mi vida tendrá que vivir
mi corazón herido, pero eso es aguantable
lo que no podré soportar es no vivir contigo.
No puedo comprender por que te as ido,
dime cual fue mi error.
Tu silencio destroza mi alma, no encuentro
Mas calma con este dolor.
En mi alma hay un gran vacío, me siento
perdida si tu ya no estas.
Maria Alejandra V.
Princesa.
http://www.poemasprincesa.com
Chicago IL. Nov-25-04

Delírio
Efigênia Coutinho
Sei que a ventura existe,
Sonho-a; sonhando a vejo
Delirante, luminosa, como
dentro da noite abrasada!
Vejo longe um bando de
estrelas; tento alcançá-las;
vou nas asas do vento
e subo ao longínquo céu
com um esplendor distante!
Delírio, tu és o meu crime dando
asas e permitindo meu vôo!
Meu desejo além pro meu alcance!
Vibre a esfera, vive nossos ecos..
Delírio, qual esmeraldas de ondas
debruadas!Eu te sinto...sonho...
latejando, retrusgindo,
do meu peito saindo...
Efigênia Coutinho
Novembro, Brasil -
2004
http://www.saladepoetas.eti.br/

ERES MI DELIRIO
Por las noches yo deliro
en mi mente estas presente
el sueño no puedo conciliar
Hace tanto tiempo que yo pretendo
tu amor alcanzar,
por ti estoy muriendo
Sé que esto es un delirio...
sueño...
por momentos no comprendo
pero no desisto,
no voy a parar de soñar,
hasta que tu sepas
que yo existo...
Es un delirio mi pasión,
algo que me hace suspirar,
que me produce agitación,
palabras inciertas susurrar,
salidas de mi corazón...
que me hacen decir...
gemir...gritar...
y aunque tu no estas
decirte al oido suavemente
¡ eres mi delirio!
ROSENNA
http://rosenna.webcindario.com
Buenos Aires-Argentina
25/11/04
Português
ÉS MEU DELÍRIO
Pelas noites eu deliro
na minha mente estas presente
o sono não consigo conciliar
Há tanto tempo que eu pretendo
teu amor alcançar,
por ti estou morrendo.
Sei que é um delírio...
sonho...
por momentos não compreendo
mas eu não desisto,
não vou parar de sonhar,
até que tu saibas
que eu existo...
É um derírio minha paixão
algo que me faz suspirar
que me produz agitação,
palavras incertas sussurrar,
saidas do meu coração
que me faz dizer ...
gemir...gritar...
e ainda que tu não estas...
dizer-te ao ouvido suavemente
és meu delírio!..
ROSENNA
http://rosenna.webcindario.com
Buenos Aires-Argentina
25/11/04

DELIRIO
En el delirio de esta noche de insomnio
extraño tu cálida presencia
Sufro por no tenerte a mi lado,
te espero en vano...
¿Dónde te has ido sin decir nada?
Mi alma está vacia con tu ausencia,
sin ti la noche se hace larga
y yo me quemo en esta hoguera
de saberte ausente.
No es cierto que te has ido...
no es cierto que ya no estas conmigo.
Siento tu perfume de jazmines
que me embriaga como antes,
como cuando nos amábamos.
No es cierto que te has ido...
siempre estaré aquí, esperándote,
en el delirio de mis noches largas.
Concepción Triolo
Quilmes-Bs.As.-Argentina
25/11/04

Delirio en la noche.
Tu en la arena
tu cuerpo desnudo
gotas de agua
se deslizan por tu pecho
sensaciones atropelladas
mis besos con delirio
secan el agua
Mi boca apasionada
acaricia tus pechos
con delirio, con torpeza
sintiendo calor
por mis venas
latiendo mi corazón
por el roce de mi boca
en esa piel mojada
Tu, tumbada en la arena
mis manos
acarician tu cuerpo
delirio en la noche
la luna nos acompaña
alumbra nuestros cuerpos
fundidos en un abrazo
con mirada apasionada
Delirio de ti, de tu cuerpo,
de tu piel, de todo lo que emanas.
Maty
España
25-11-2004

Delirio
Que delirio amor
que tu me ames
y yo te entregue
mi locura.
D e tu amor me llenaste
E n esta vida, que fue nuestra un día
L uz me regalaste hasta estrellas en mi corazón yo sentía
I dealizamos cada instante y para toda la vida
R estos de mi amor en ti
I dilio cómplice que floreció aquel día
O jos negros, tus ojos eternamente en mi, amor.
Nora Lanzieri
Argentina
Todos los derechos reservados/®
noralanzieri@Argentina.com

Vivências...
Iara Melo
Deambulando
Nas noites vazias,
Busco no ar fresco
A nostalgia já vivida
Sonhada, não mascarada,
Nem tão-pouco dividida,
Tudo tão sempre cintilante
Tal qual a luz
Que em mim luzia.
Entre percalços
E nostalgias
Havia o remanso
Da simpática noite,
Que mansa e silenciosa
Escutava-me
Falava-me, ensinava-me,
Sem euforia…
Sábia
Testemunha de tantos
Tropeços,
Não permitia deslizes
Em meus passos,
Iluminava com
Sabedoria feminina
Noites sem letargia…
Hoje no delírio dos sonhos
Na realeza da madrugada
Vejo os campos mal floridos
Das noites desgovernadas,
Sem forças morreram talvez
Florescendo o verso de um amor
Das noites as alvoradas…
Iara Melo
Portugal, 25 de novembro de 2004
iarammelo@sapo.pt
http://iaramelopoemas.no.sapo.pt
http://iaramelomensagens.no.sapo.pt

Delirios:
Encontrar en esta mañana de verano
la misma sonrisa,
y los dulces ojos del hombre
del cual me enamoré.
Que el tiempo nos devuelva
los momentos perdidos,
soledades y desencuentros,
se borren las palabras,
que no eran de amor...
sino reproches.
Y que mi corazón endurecido
se llene de gozo con cada latido.
Cada célula de mi cuerpo
te disfrute como fruta madura,
agotando mi sed,
mi hambre de vos,
de tus caricias,
después de tanto tiempo.
Y dejes ser el extraño
que de casualidad crucé hoy
y me devolvió cortés el saludo.
Cris Carbone
http://rincondelpoeta.webcindario.com/

DELIRIO
Delirio fue….
Conocerte e imaginar
Sueños de princesa,
Que paseaban en tu calesa.
Delirio fue….
Traspasar sin pensar
Aquella puerta privada
Y llenarme de la luz de tu mirada.
Delirio fue….
Aquellos mensajes que me
Escribías en hojas de pergamino
Declarando que querías estar conmigo.
Delirio fue….
Invitarme a escuchar una canción,
Donde la letra me declaraba
Lo que sentía tu corazón.
Delirio fue….
Sentarnos frente al mar
Y grabar en el horizonte
El primer beso que no pudimos evitar.
Delirio fue….
Unir nuestra piel canela y
Hacer hervir la sangre que
Corre por nuestras venas.
Delirio fue....
Desearnos con fantasias,
Mirarnos ciegos,
Tocarnos con imaginación
Y amarnos en sueños.
MARILYN ORNAVILLE
EDITED: NOV. 25, 2004

Delirio.
Un mundo calmo,
jardines floridos,
no es un delirio,
tan sólo esperanza.
Tus besos,
Observar tu sonrisa,
No es un delirio,
Tan sólo es quererte.
Montes blancos,
y un cálido mar,
No es un delirio,
Tan solo un sueño.
Un cielo claro,
Melodías celestiales,
No es un delirio,
Sólo certezas invisibles.
Un mundo nuevo,
Un mundo contigo,
Talvez sea un delirio,
Talvez sea imposible,
Tan sólo quiero imaginarlo,
Tan sólo seguir delirando.
PAOLA FERREYRA
Buenos Aires- Argentina
26/11/04

DELÍRIO DO COTIDIANO: O CIRCO
Do já antigo Lema:
"Abrir-se o circo, quando não se oferece
ao povo, o pão que o alimente!"
Restou no picadeiro do grande circo,
a própria miséria enfeitada de palhaça,
com as múltiplas nuances de dores
e outros males que a completam,
por cores escandalosas,
como convém aos títeres!
Mas, a miséria palhaça, se ri,
das próprias graças...
Tem o Medo para contracenar,
fazendo mágicas inéditas!
As cortinas, continuamente, abrem e fecham,
porque o espetáculo não tem fim e
vê-se que os principais atores riem e choram,
de mútuo martírio,
de se recriarem, cada vez com maior requinte...
No reabrir das cortinas,
são os atores ovacionados,
com um coro de lamentos supliciados,
que nos arrastam, (a nós, platéia),
cada vez mais,
para o centro do picadeiro!
Maria Mercedes Paiva
25-11-04

DELIRIOS DE MEDIA NOCHE
Delirios de media noche,
Causados por la enfermedad,
que es vivir en este mundo,
Fiebre, incoherencias,
Reflejos de este mundo.
El aire se torna denso,
Peleando por vivir,
En medio del delirio,
Ganas de seguir,
Seguir contra la corriente,
Seguir aún sin tener chances,
Luchar en este mundo,
Y eso no es delirante.
PAOLA FERREYRA
Buenos Aires- Argentina
26/11/04

DELIRIO
SKORPIONA
Blanca,
transparente
como la nada,
multitud que la anhela
solitaria se busca.
Vestiduras se rasgan
mancillan,
dualidad al unísono
con descaro la vejan.
Simbolismo de paz,
pico enterrado
plumaje sin plumas
ilusorio volar.
Paloma por hiena...
¿la paz reinará?
©SKORPIONA
Ynés de la Puente Spiers
San Isidro, Lima-Perú
http://skorpiona.webcindario.com/

Delírio
sylvia cohin
sou como a teia e no ar me agito ,
degrau que leva ao êxtase infinito
e por um fio oscilo flutuante ,
no devaneio do meu ser mutante .
sou viajante , andarilha errática ,
eu sou razão... sou contumaz lunática...
tão forte o instinto em tudo que sinto
bem longe enxergo aquilo que pressinto..
dor que sufoca em forma de suspiro ,
ternura infinda que do céu retiro...
tenho em meu peito a pedra do moinho ,
canto matutino de passarinho...
nesse contraste e visão deslumbrante ,
explodo em forte amor delirante .
nos olhos brilha a vida que respira ,
seiva divina o meu viver inspira !
teia trançada em trama de martírio,
glória suprema em forma de delírio !
Sylvia Cohin
Bahia - Brasil
26.11.2004

DELIRIO
Qué e delirio?
Delirio es perder la razón,
Sentir que uno se quema lentamente,
Sobre los leños de la pasión.
Delirio
Es sumergirse en la mar,
Y volver a renacer en los brazos
del amor , de ese amor
que uno lleva clavado en el corazón.
Delirio
Es transformarse en uno ,
cuando dos cuerpos se unen,
en el momento ,
de hacer el amor.
Delirio
Es amor amar sin límites ,
amor hasta el final,
olas de llamas infinitas ,
palabras hechas fuego,
de ahora hasta la eternidad.
Delirio
María Cristina Galera
(Cris)
España – Granada 25/11/04
http://es.geocities.com/poesiasdelcorazon2002/index.html
http://es.geocities.com/poesiasdelcorazon2002/index.html

Delirio
A la luz de luna, su sombra asomo.
Las luminosas gasas cenicientas
danzaban con la salobre brisa.
Desató y agitó su larga cabellera
cayó como en un barranco
hasta la estrecha cintura
cubriendo la desnuda espalda.
Comenzó a danzar, descalza
al compás de remotos tambores.
Cuando el frenesí del baile
agitó dormidos horizontes,
arrancó el perlado traje,
libre, sin tiempos, sin confines
se convirtió en mujer etérea.
Los rayos del astro traspasaban el cuerpo
los pies penetraban con urgencia la tierra
las piernas, alados corceles en vuelo.
Las caderas con lujuria en su cadencia
estiraba el vientre como cuerdas
arremolinadas a una grácil palmera.
Bailaba para su amado ausente,
quizás detrás de un destino
o diluido en el vasto universo.
Noche tras noche iniciaba la ceremonia,
loca, iluminada, su cuerpo se encendía,
su duelo en delirio transmutaba,
condenada a expiar su tristeza
de mujer penitente, abandonada.
Valeria Azul
Argentina
www.poemas-poesias.com.ar

DELIRIO
Por tì deliro en
mis dìas vacìos;por
tus ojos que no encienden
mi penumbra, por tus labios que
no muerden mi boca florecida.
Deliro de dolor por tus
distancias proporcionales
a mis deseos.Por tu
adiòs, pasajero con otro
rumbo, tan sòrdido y
vasto de vastedad impìa.
Delirio que rasguña mi
corazòn de niña enamorada
hasta dejar huellas de
carne y plata.
Delirio de la noche
que se viste de luto
y hace gala de la
oscuridad, como si
no doliera.Como si
el negro no me recordara
tus ojos de azabache
y cristal.
Deliro por tu piel,
ay!! tirano arrebatador
de suspiros, matador lento
de ilusiones mìas.
Delirio del silencio
que dice malditas frases
inconexas entre brisas y vientos.
Delirio de la margarita
que ya no tiene sentido.
Deliro y màs:
muero y resucito
para morir de nuevo
entre el delirio de los lirios.
CRISTY


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