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LOCURA POÉTICA , recibe con
placer un poeta de origen Portugués , con gran calidad en
su pluma , escribe sus poesias desde el alma y dialogando con el
corazón
¡ bienvenido !
VICTOR
JERONIMO
Muchas Gracias por estar en
esta casa de letras.
Marcelo Romano

Falar sobre
Victor Jerónimo é um
presente, uma grande honra, é falar de um amigo, um irmão, um
anjo que a todos que vão chegando recebe com o
coração,incentivando e divulgando trabalhos de muitos. Victor
Jerónimo é a força, é postura impecável, honestidade, é a mão de
um grande ser humano, gente que é gente, que se estende à quem
dela precisar, muitas vezes indo contra seu próprio coração em
benefício da maioria, um grande Gerente de comunidades tanto no
MSN como no Yahoo, que tenho acompanhado por anos, segura de
estar ao lado de alguém que luta por espaços de qualidade onde o
amor e respeito são prioridades.
Victor Jerónimo poeta, portugues de nascimento, brasileiro de
coração!...
Gerente fundador do GRUPO ECOS DA POESIA, editando em abril de
2005 a
1ª Antologia Literária do Grupo "O FUTURO FEITO PRESENTE"
através da Editora
ABRALI.Para breve novo lançamento, DOIS POVOS UM DESTINO, 2ª
Antologia Internacional
_ Grupo Ecos da Poesia.Confira em:
http://www.abrali.com/ecosdapoesia/
Membro de vários espaços culturais como:
O FORÚM DOS MESTRES APRENDIZES, ACADEMIA VIRTUAL BRASILEIRA DE
LETRAS, membros do CEN, de o O DONO DA LOJA - Poesia do Mundo
Lusófono,membro académico da ABRALI - Academia Brasileira de
Literatura, membro fundador do Virtualismo - Escola de Autores,
Escritores e Poetas Virtuais.
Site pessoal AGORA E PARA SEMPRE,
http://geocities.yahoo.com.br/agora_e_para_sempre/index1.html
Tendo em todas as suas realizações e conquistas sua eterna musa
e
companheira a poetisa Mercede Pordeus, um amor que encantou e
encanta a todos,
nascido neste nosso mundo virtual, concreto e real hoje na
capital de
Pernambuco, Recife.
Enfim!... Victor Jerónimo é gente que faz...
Carmen Ortiz Cristal

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CHAGAS
Victor Jerónimo
Carrego no meu peito
As chagas que me deu a vida,
Algumas não perderam o efeito
As que sararam deixaram a marca.
Em ilusões vivi mundos vários,
Em esquinas do tempo deambulei,
Porém ficaram os ensinamentos,
De tudo o que perdi e errei
A esperança é agora a meta
O amor o meu alimento
Aproveitando a porta aberta.
Tenho chagas ainda descobertas
Porém o amor e carinho
As vão sarando como uma meta.

PRIMAVERA
Victor Jerónimo
Primavera de encantos mil
que acorda meu lindo Portugal.
com o cheiro do rosmaninho primaveril
não há no Mundo nada igual.
O castanho se apaga
acendem-se os verdes das ervas
mais tarde nascem as papoulas
que em vermelho apagam as trevas.
Passarinhos fazem seus ninhos
regressam as andorinhas ao lar
mostrando-nos como somos pequeninos
E o cucu canta a anunciar
que a primavera findou
e o verão vai regressar.

DIVINA COMEDIA
Victor Jerónimo
Feras perdidas
num mundo podre
De encontros corrompidos
Que lutam pelo âmago
das suas almas.
Escalavradas...
... em montanhas de consumo
de consensos sócio-culturais
Debitam suas forças negativas
Vivem num mundo de currais.
Oh!... imberbes mutantes
Neste mundo sem sentido
Gastais vossas forças em vão
Tornais o mundo apocalíptico.
Quereis ter na mão o poder,
dos poderes que se vão
Julgais que com essa força,
tendes o mundo na mão.
Não temais pois os consensos,
vossa vida foi em vão.
Em vida tendes poder efêmero,
nos céus pedireis perdão.
Sois terra e pó neste mundo...
Sois essência divina no Além...

SEI
Victor Jerónimo
Só sei que sou e nada sou
Perdido nos ventos do Além,
em intempéries profundas mergulhei
e busquei o que não consegui alcançar.
Vogando entre as estrelas, cavalguei cometas.
Visitei mundos perdidos, com abismos infindos.
Dei a volta por galáxias, belas ao olhar
mas em constante turbilhão,
devorando as mais frágeis.
Nada na beleza concerne no amor.
Esta antes é, a luta constante e voraz
de pequenas criaturas, que por o serem
encontram-se perdidas na voragem dessa beleza..
Resta então ao homem, o seu espírito...
Na sua alma reside a esperança
e a ilusão do amanhã.
Somos seres que lutamos
na procura da vida e do saber,
pois tudo isto já existe há muito...
no coração de cada um.
Por isso, não consegui alcançar
o que busquei em matéria.
Por isso, encontrei abismos profundos
perdidos no Além.
Por isso, descobri que a beleza
é efêmera aos nossos olhos.
Por isso, descobri que existirá sempre
o domínio do mais forte.
Tudo isto...
Em sucessão.
Em prantos.
Em clamor.
Em desilusões.
Por isso e por isto, só sei que nada sou!...

Dos desgostos do amor
Procura o amor no firmamento
Por vezes ele ali fica escondido
É onde vai chorar em lamento
Por mais um amor perdido.
Assim por vezes fica o amor
Por tanto ele se querer dar
Encontra aqui tanto rancor
Que ele tem que se recuperar.
Então voga pelo firmamento
E as estrelas são seu refúgio
Os cometas o seu quebranto.
Depois de mais uma solidão
E quando ao mundo regressa
De alegria chora o coração.
Victor Jerónimo
Portugal
www.portalcen.org/bv/victor/victor.htm

Español: Rosenna
LLAGAS
Victor Jerónimo
Cargo en mi pecho
Las llagas que me dio la vida,
Algunas no perdieron el efecto
Las que cicatrizaron dejaron la marca .
En ilusiones viví mundos varios,
En esquinas del tiempo deambulé,
Sin embargo quedaron las enseñanzas,
De todo lo que perdi y erré.
La esperanza es ahora la meta
El amor mi alimento
Aprovechando la puerta abierta.
Tengo llagas aun descubiertas
Sin embargo el amor y cariño
Las van cicatrizando como una meta.

PRIMAVERA
Victor Jerónimo
Primavera de encantos mil
que despierta mi lindo Portugal.
con el olor a lavanda primaveril
no hay en el Mundo nada igual.
El castaño se borra
se encienden los verdes de las hierbas
más tarde nacen las amapolas
que en rojo borran las tinieblas.
Pajaritos hacen sus nidos
regresan las golondrinas al hogar
mostrándonos como somos pequeñitos
Y el cucú canta para anunciar
que la primavera finalizó
y el verano va regresar.

DIVINA COMEDIA
Victor Jerónimo
Fieras perdidas
en un mundo podrido
De encuentros corrompidos
Que luchan por el espíritu
de sus almas.
Escoriaciones...
... en montañas de consumo
de consensos sócio-culturales
Debítan sus fuerzas negativas
Viven en un mundo de corrales.
Oh!... imberbes mutantes
En este mundo sin sentido
Gastáis vuestras fuerzas en vano
Tornáis el mundo apocalíptico.
Queréis tener en la mano el poder,
de los poderes que se van
Juzgáis que con esa fuerza,
tenéis el mundo en la mano.
No temáis pues los consensos,
vuestra vida fue en vano.
En vida tenéis poder efímero,
en los cielos pediréis perdón.
Sois tierra y polvo en este mundo...
Sois esencia divina en el Más allá...

SÉ
Victor Jerónimo
Sólo sé que soy y nada soy
Perdido en los vientos del Más allá,
en intemperies profundas buceé
y busqué lo que no conseguí alcanzar.
Bogando entre las estrellas, cabalgué cometas.
Visité mundos perdidos, con abismos infinitos.
Di la vuelta por galaxias, bellas a la mirada
pero en constante torbellino,
devorando las más frágiles.
Nada en la belleza concierne en el amor.
Esta antes es, la lucha constante y voraz
de pequeñas criaturas, que por lo que sean
se encuentran perdidas en la vorágine de esa belleza..
Resta entonces al hombre su espíritu...
En su alma reside la esperanza
y la ilusión del mañana.
Somos seres que luchamos
en la búsqueda de la vida y del saber,
pues todo esto ya existe hace mucho...
en el corazón de cada uno.
Por eso, no conseguí alcanzar
oloque busqué en materia.
Por eso, encontré abismos profundos
perdidos en el Más allá.
Por eso, descubrí que la belleza
es efímera a nuestros ojos.
Por eso, descubrí que existirá siempre
el domínio del más fuerte.
Todo esto...
En sucesión.
En llantos.
En clamor.
En desilusiones.
Por eso y por esto, sólo sé que nada soy!...

De los disgustos del amor
Procura el amor en el firmamento
Por veces él allí queda escondido
Es donde va llorar en lamento
Por un amor más perdido.
Así por veces queda el amor
Por lo tanto él si quisiera dar
Encuentra aquí tanto rencor
Que él tiene que recuperarse.
Entonces boga por el firmamento
Y las estrellas son su refugio
Los cometas su quebranto.
Después de una soledad más
Y cuando al mundo regresa
De alegría llora el corazón.
Victor Jerónimo
Portugal
www.portalcen.org/bv/victor/victor.htm

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