SILENCIO

 


Silencio sin amor


En el silencio de mi habitación
interrogo al gris humo que me acompaña
sube en oleaje mis paredes mudas ...
que no hablan de vos ,
marcadas venas en descascarada pared ...
detalles de un pasado feliz ...
¿ donde estas ?
profundo silencio escuchando mi respiración...
antes eran dos ... vos no estas
sumergido en mi agudo silencio
de preguntas sin respuestas ....
de humo disperso ...de poesías de amor
sin sinfonía de fondo ...
solo el silencio...
entonces comprendo...
¡ el silencio es siempre una respuesta !
y lo sabes vos...


Marcelo Romano
Salta-Argentina

 


português: Rosenna


Silêncio sem amor



No silêncio de minha habitação
interrogo à cinza fumaça que me acompanha
sobe em mar agitado minhas paredes mudas...
que não falam de ti,
marcadas veias descascada parede...
detalhes de um passado feliz...
onde estas ?
profundo silêncio escutando minha respiração...
antes eram dois...tu não estas
submergido em meu agudo silêncio
de perguntas sem respostas...
de fumaça dispersa...de poesías de amor
sem sinfonia de fundo...
só o silêncio...
então compreendo...
o silêncio é sempre uma resposta !
e o sabes tu...

Marcelo Romano

Salta-Argentina

 

SILENCIO DE TI


El silente ambiente me mata,
la espera de tus ansiosos pasos
en el umbral de mi puerta
y recibir la nada.
El sonido de tu sonrisa
al cometer esas locuras
que… tanto te gustaban.
Y ya no estás, sólo silencio,
silencio mortal que cala
mis entrañas.
El aroma que al pasar dejabas
al cruzarte conmigo
lo percibe mi piel,
lo percibe mi alma.
Espero que la brisa del mar
Se lo lleve poco a poco,
sé que debo esperar…
mis heridas sanarán,
el tiempo me enseñará
¡Cómo dejarte de amar!


Marel Sosa©

www.marelsosa.com





Silêncio

No mais profundo silêncio,
que é o silêncio que há em mim,
se me faço silêncio
dentro de mim,
nada transparece,
um Mundo percorre,
no seu silêncio,
o que vai por fora,
dentro de si.

Jorge Humberto
28/03/05


SILÊNCIO
Tahyane Rangel

Silêncio...
e nele te espero
com angustiante ansiedade
Onde estão teus versos
Onde estão teus carinhos
Por onde andarás agora?...
Porque o silêncio?
Porque esta pausa?
Quero sentir o teu coração
Ouvir a tua voz
Quero estar no teu pensamento
Relembro as tuas doces promessas
Quero reviver tantas palavras ditas
Quero ir dormir com a certeza
de que irei te encontrar em meu sonhos
Silêncio!...
Nada acontece
Pergunto...
Ninguém responde
Onde estás?
Chamo o teu nome
Volta,
quero-te,
Vou te esperar!
No silêncio!


Español


SILENCIO


Silencio...
y en él te espero
con angustiosa ansiedad
adónde están tus versos
adónde están tus cariños
Por donde andarás ahora?...
Porque el silencio?
Porque esta pausa?
Quiero sentir tu corazón
Oír tu voz
Quiero estar en tu pensamiento
Recuerdo tus dulces promesas
Quiero revivir tantas palabras dichas
Quiero ir a dormir con la certeza
de que iré encontrarte en mi sueños
Silencio!...
ningún acontecimiento
Pregunto...
sin respuesta
adónde estás?
Llamo tu nombre
Vuelta,
te quiero,
Voy esperarte!
En el silencio!

Tahyane Rangel
Brasil 2003©
www.tahyane.net




SILÊNCIO I
Marici Bross


O silêncio me invade
a alma numa paz de amor.
Um amor universal
Onde o viver é de amor
Um silêncio divino
Dado por nosso criador
Um silêncio de amor e paz universal.
Respiro suavemente,
ergo os olhos para o céu
Louvo meu Pai
que é Pai de Amor!
Tão bem-vindo, o silêncio
Nos dá a Paz
Nos permite observar
O céu e as estrelas
Nos permite navegar
nesta rota de amor
Silenciai meus irmãos
Olhai vossos corações
Escute sua voz interior
É de amor.
Unamos nossos pensamentos
Neste silêncio de amor
Para que o amor universal
Chegue a todos
Num só pensamento que é de amor.


Marici Bross
SP - 18-06-04 - 23:55h


SILENCIO
Patricia Montenegro


Esse silêncio que grita..
Que dilacera a alma..
Traz duvidas ao coração..
É o silencio da ausência..
Da anuência..
Do medo de encontrar a realidade..
Silencio que esconde sentimentos..
Calando as respostas..
Evitando as perguntas..
Silencio da fuga..
Da realidade que não pode ser negada..
E é simplesmente rejeitada..
Silencio do medo..
Da falta de coragem..
De seguir em frete em busca da felicidade..
Silencio das lagrimas contidas..
Do choro escondido..
Da vida negada..
Silencio proposital..
Ou eventual..
Mas que não é essencial..
Silencio na ausência de palavras..
De afetos e carinhos..
Trazendo magoas e tristezas..
Rompa esse silêncio com palavras..
Ou ainda que seja com gritos e choro..
Mas traga vida a alma e a paz ao coração..

Patricia Montenegro
Rio de Janeiro
25-10-04 – 12.54 horas

 

O SILENCIO DO AMOR
Marcial Salaverry

Quando fazemos amor,
não precisamos falar,
apenas precisamos amar...
A boca devemos usar,
apenas para beijar...
Palavras tudo podem estragar...
Amo teu silêncio... Pra que falar?
Beije-me... Ame-me...
Vamos manter nossas bocas ocupadas,
apenas com doces carícias,
cheias de malícias...
Prefiro apenas ouvir teu gemido,
antecipando o gozo pressentido...
Amo teu sílêncio
depois do prazer consumado...
Amo teus beijos
em nosso prazer continuado...

Marcial Salaverry


Español


EL SILENCIO DEL AMOR


Cuando hacemos el amor,
no precisamos hablar,
apenas precisamos amar...
La boca debemos usar,
apenas para besar...
Palabras todo lo pueden estropear...
Amo tu silencio... ¿Para que hablar?
Bésame... Ámame...
Vamos a mantener nuestras bocas ocupadas,
apenas con dulces caricias,
llenas de malicias...
Prefiero apenas oir tu gemido,
anticipando el gozo presentido...
Amo tu silencio
después del placer consumado...
Amo tus besos
en nuestro placer continuado...

Marcial Salaverry


SILENCIEI-ME
Margaret Pelicano


Silenciei-me diante da incompreensão
guardei a sete chaves o meu repúdio...
Silenciei-me ante a escravidão dos valores morais
e continuei trancada em meu mundinho pequeno e falso.
Silenciei-me ao me deparar com a fome
com o frio, com a violência...
Silenciei-me diante da guerra física e psicológica
dos ambulantes e maltrapilhos.
Eu era jovem ainda,
E de tanto me silenciar,
fui perdendo partes de mim:

Ouvidos, porque estava surda aos lamentos!
Olhos, pelo esquecimento!
Mente, pelo desnivelamento de idéias...
Só não consegui fechar as mãos!
Ajudei um pouco,
Ensinei muito, muito mais!
Não silenciei também o meu grito!
De vez em quando solto-o na amplidão!
Defendo as minhas plantas,
as minhas flores,
a cor do arco-íres,
os animais!
Não descuidei de algumas muitas almas:
conversei, orientei...
Enfim plantei e reguei sentimentos humanos
e apontei o caminho dos desenganos.
Errou quem assim o quis!
Não calei a calma
a flama de ser gente
e hoje rendo graças ao Pai
através da poesia.

Margaret Pelicano
BSB - 26/03/2004



SILÊNCIO



Quanta saudade que estou de você...
Queria tanto voltar àquele tempo em que a gente se encontrava todo dia.
Em que a nossa saciedade nunca se consumia.
Estávamos sempre com fome um do outro.
A vida esforça-se para nos afastar,
como se não merecêssemos esse amor, essa felicidade
e eu morro de saudade.
Como uma mulher jovem fico receiosa de ser incoveniente....
De encher sua paciência,
e vivo para curtir palavras antigas,
projetos que não se realizaram.
Você não consegue imaginar a falta que me faz.
As comparações que faço quando surge alguém,
por vezes interessante, mas ao abrir a boca, tudo se perde.
E de repente a pessoa está falando sozinha,
porque me percebo ausente...
Como me isolo para curtir você no meu pensamento.
Como aprendi a gostar do silêncio...
no silêncio eu dialogo com você.
Amo você carinhosamente ou loucamente, no silêncio...
Você é o meu amor, a minha vida,
meu motivo para não achar a vida uma bela porcaria...
Eu te amo...


Margaret Pelicano -
18/02/2003



SILENCIO
de Anamá Fez

Se me escapó el silencio
hecho lluvia vestida de cristales.
Explosión de mi pozo
que en vertiente
lumina , comunica, invade:
eso quiere decir
y nace en código salado.
Corrió por las paredes de tu piel.
Se instaló en tu hueco
- el más profundo-
Fue caramelo de almendra
dulce de chocolate
jugo en tus papilas.
Sabor.
Respuesta.
Fiel coraje,
cuando tu beso se comió mis miedos
en caricia tentadora...
de verdades.


Anamá Fez©

“en fuga de silencios"
ARTESANA DE PALABRAS®
Mar del Plata 28 de marzo de 2005
http://anamafez.webcindario.com




SILENCIO


Tu dulce mirada que habla en silencio
que acuna mi nombre sin mencionar palabras,
estremeciendo mi alma en caricias calladas.
En silencio me cuentas de todos tus sueños
tus dudas, tus miedos, todos tus anhelos,
se muestran a mi, en mudas palabras
lenguaje que sólo comprende mi alma.
Silencios que viven dentro de tus brazos
envolviendo con ellos mi tembloroso cuerpo,
perdiéndome en tu piel, tu pelo, tu aliento...


Kalima Ros
El Rincón Literario - Tu Refugio
http://kalima.webcindario.com
Barcelona - España



Silencio


Primero pensé en ti, cuando
por fin me quede dormida,
soñé contigo y al despertar,
De nuevo pensé en ti.
Tu recuerdo me hace mucho, mucho daño,
tu adiós dejo una herida que jamás
a querido serrar, ya la vida, mis sueños
Se vinieron abajo.
Te he querido olvidar, pero mi intento
A sido en vano.
He querido arrancar tu nombre
de mis labios pero solo te extraño,
Te necesito mas y mas.
No puedo comprender por que te as ido
Si yo jamás deje de amarte.
Dime por favor cual fue mi error.
Pues tu silencio destroza mi alma,
no encuentro mas calma con este dolor
Pues en mi alma hay un gran vacío
Me siento perdida si tu no estas.
Imposible de evaluar tanto dolor
en mi corazón y en mi mente,
tanto dolor ahogado en lágrimas,
tantas lágrimas ahogadas en el silencio,
tanto silencio ahogado en tu adiós.


 María Alejandra V.
Princesa.
http://www.poemasprincesa.com
Aún busco la razón
que te alejo de mi.
nov-30-04




Silêncio
Valeriano Luiz da silva


Ouvir é melhor do que falar
Vai bem na terra quem sabe o silêncio usar
Assim como num momento de oração
Usamos o silencia para uma profunda reflexão
Quando estivermos perto de um sábio
É bom ficar calado sem nem gesticular os lábios
Pois, muitas coisas vamos aprender...
Que jamais iremos esquecer
Às vezes queremos consolar alguém
Mas existe um porém...
Se não encontramos palavras pra consolar
O nosso silêncio as substituirá
Até na Santa Bíblia escrito está
“Há tempo de falar
E tempo de calar”
As palavras fazem viver, mas também podem matar,
Às vezes encontramos lutas diversas
Que nos faz sofrer devidas certas conversas
Por nossas palavras dispersas
Por não preservar a boca das conversas perversas
Dizem que quanto menos a pessoa fala, menos erra...
Pensemos nisto, pois são poucos os nossos dias na terra,
Se fizermos do silêncio um ritual...
Em qualquer ambiente nos tratarão como pessoa ideal

"Sou o dono da palavra: depois que eu falo, a palavra é minha dona." (Ibn Gabirol)

Valeriano Luiz da silva
Anápolis-Go, 28/03/05
valerianols@globo.com
www.albumdepoeta.com



Silencio


En el silencio de esta larga noche
los sonidos estallan como viejas minas olvidadas,
hasta mi sangre suena como un río impetuoso.
Sombras grises y negras arman un escenario
los colores fueron ahuyentados por la oscuridad.
En esa penumbra con sonidos aumentados
mi cuerpo se transforma ante un rayo de luna
perdido, solitario, huérfano, ermitaño
me vuelvo traslucida, cristal, un espejo
me miro los dedos vestidos con luz de luna.
soy un espejo.............
en el silencio de la noche, el pasado se mira
desfilan las escenas, algunas más lentas
al llegar al hoy, marchan los sonidos
mis plantas juegan a vivir en la selva
el rocío salpica con saña los cristales
el miedo acompaña cada movimiento
y busco en el futuro la belleza de la prosa
la seguridad de la perfección sin grietas
la calidez de una dulce voz que me llama
y el espejo se cierra, mientras la luz brota.


Poema del Libro "Instantes" de
Valeria Azul
Argentina
www.poemas-poesias.com.ar





SORRATEIRAMENTE

Luiz Poeta ( sbacem - RJ ) Luiz Gilberto de Barros
às 23 h e 1 min do dia 28 de março de 2005,



Quando a flor fenece, o vento poliniza
Noutras flores novas um novo jardim
O amor da gente é quase sempre assim:
Parece que morre, mas se imortaliza.
Quando nossos olhos soltam-se na bruma
Dos gestos inertes nas fotografias,
A saudade chega sutil, arredia
E os sonhos se perdem sem força nenhuma.
E em nossos silêncios, sorrateiramente
A lágrima brota sutil, repentina
E a dor se acomoda em nosso olhar ausente
Até que a vida insiste e nos chama
Como a doce brisa numa flor menina
Que se ilumina... Quando a gente ama.


Luiz Poeta



En silencio...


Frente al imponente mar,
abrazada por la noche,
mientras la luna me acariciaba
y el viento movía mis cabellos,
me poseía la nostalgia,
de los tiempos ya pasados,
de los sueños olvidados,
y los fracasos experimentados...
En silencio evoqué
los bellos momentos
que con él un día compartí,
los proyectos planeados,
las ilusiones y esperanzas,
que frente al mar
forjamos un día que se fue...
Y le llamé quería escuchar su voz,
otra vez...
como queriendo recuperar,
el tiempo, los sueños, las esperanzas,
el amor que sin remedio
un día falleció...
Una lágrima no pude derramar,
un poema no pude escribir,
un vacío en el alma
y la nostalgía en silencio
se adueño de mi...
No escuché cuando las olas golpeaban
las rocas...
No escuché al viento susurrarme,
¡todo fue...!
No escuché a mi corazón palpitar...
No escuché a mi alma agonizar...
Sólo el silencio, frente al mar...
llevándose entre sus olas,
los recuerdos del ayer,
el amor que irremediablemente,
un día terminó...


Francia Díaz.
http://www.rincondemicorazon.com

28 de Marzo del 2004.




Silêncio



Dentro do meu peito
Arde uma dor sem acalento,
Saudade e tormento,
De um tempo que não havia silêncio.
Dentro do meu peito
Jaz um encanto,
Já desencanto,
Em grande pranto.
Dentro deste silêncio
Guardo com carinho
Num secreto cantinho
Um amor interrompido
Oh! Vem silêncio que me acalma
Que acalenta minh'alma
Que me conduz com calma
Por alameda de palmas!
Ah! Sonho de outono
Que em silêncio adormece
Pois logo amanhece
Para erguer ao céu a sua prece.
Sofrendo ainda agradece
Todo bem que viveste
Em tempos de agreste
Tempo em que se padece.
Breve acordarás, sonho meu,
E em teu silêncio florescerás
Para não mais sofrer
E de alegria viver.
E, neste silêncio, logo esquecerás
O que já ficou atrás.


Míriam Diniz
miriamdiniz@bravil.com.br
Brasil



SILENCIO
de Anamá Fez©

Silencio en tu mirada
sin saber que decirme
porque te late el alma
porque tiemblan ahogadas
las palabras que vuelan en tu dulce garganta.
Mi miras y tus labios parecen decir todo
y son sólo un dibujo de silencio atorado.
Se huele tu silencio en esta madrugada.
Tu mano en mi cintura.
Tu pecho contra el mío.
Mi cabeza al descuido
cae hacia atrás volcando catarata ondulada.
Y son ojos en ojos.
Y es silencio en silencio.
Y son tambores juntos
construyendo ese himno que es grito.... en silencio.
Y el tiempo nos consume
y la luna se opaca
al ver que así en silencio
con amaneceres dentro
derretimos miradas.
Somos silencio amante
que desmaya en abrazo.
Dueños de mil verdades que las bocas callaron
para sellarse en beso.
para que decirlo todo.
Lo que guarda el silencio
del himno de los pechos.


ANAMÁ FEZ

ARTESANA DE PALABRAS®
http://anamafez.webcindario.co
Mar del Plata 29 de marzo de 2005-
ARGENTINA



Silencio
Eda Carneiro da Rocha

Mi amor está durmiendo,
sus ojos, cerrados,
su boca linda que contemplo
sus manos que me tocaron,
me amaron.
Noche de amor,
regada al más fino de los vinos:
Nuestro néctar mezclado,
nuestra alma pegada,
nuestros sueños completados,
nuestro tesón redoblado!
Silencio,
mi amor está durmiendo!
Que nada perturbe su sueño!
Está cansado,
exangue de tanto amar,
ser amado,
ser besado,
reinventado,
en este arte que es
el Amor!


Eda Carneiro da Rocha



Silêncio
Meu amor está dormindo,
seus olhos, fechados,
sua boca linda que contemplo
suas mãos que me tocaram,
me amaram.
Noite de amor,
regada ao mais fino dos vinhos:
Nosso néctar misturado,
nossa alma colada,
nossos sonhos completados,
nosso tesão redobrado!
Silêncio,
meu amor está dormindo!
Que nada perturbe seu sono!
Está cansado,
exangue de tanto amar,
ser amado,
ser beijado,
reinventado,
nesta arte que é
o Amor!


Eda Carneiro da Rocha
edacarneiro@uol.com.br
Araruama
29/03/05
09:13




Silencio


Otra noche de silencio...
Casi ni se escucha al viento
y sola en la cama
me aferro a mi almohada...
Mi fiel compañera
de llantos y esperas,
me escucha y me apoya
en mis peores horas.
Silencio en la casa...
silencio en mi alma,
mi cara bañada en llanto
por que te Amo y te extraño.
Extraño los días
en que me querías
y en los que repetías
¡Que no me olvidarías!
Hoy solo el silencio
cubre mis ensueños
y la noche fría
se adueña del alma mía.
Las horas antes inquietas
ahora pasan lentas
y el pesado silencio
¡Se ha vuelto mi dueño!


Marycris
Valeria del Mar-Pinamar
Buenos Aires- Argentina




 

 

 



 

 

 

 

 

A página Nº 2