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Sólo es fácil decirlo...!
Cada ser humano tiene una definición del amor.
Tal vez dependa de sus experiencias,
tal vez dependa de su compañía.
¡No sé, lector, cuál es la tuya,
pero me gustaría saber...!
AMOR es... dar paz, dar sosiego;
servir, no ser servido;
brindar en lugar de pedir;
esperar... no insistir.
AMOR es... darlo todo; todo. ¡Todo!
es ver a Dios en cada hermano;
es remediar la necesidad, no lamentarla!
AMOR es soltar en vez de aprisionar;
es sonreír y es, también, acompañar en el llanto.
AMOR es bendecir a quien nos maldice;
perdonar a quien nos hiere;
olvidar lo que nos duele y entregarlo a Dios.
AMOR es reconocer que Jesús nos dio
todo lo que tenía: ¡su vida!
AMOR es... amarle a El, sobre todas las cosas!
Amar!... sólo es fácil decirlo!

Muy triste...!
¡La noche ha comenzado... y estoy triste!
Estuve alegre por un hermoso beso;
Estuve alegre por el ~te quiero mucho~
................................que dijiste!
¡La noche hace su rueda a la mañana...
y el *coquí hace su fiesta en la penumbra...
Se alegra mi alma, por eso que dijiste;
Mas tengo que decirte: ~hasta mañana~...
..................... y por eso, estoy triste!
¡Mi corazón revienta de alegría
cuando un ~te quiero~ recibe de tu boca...
¡Es un manjar exquisito que retoca
en mis adentros... muy dentro de mi alma!
y el corazón lo repite... ¡y lo resiste!
................... y por eso... ¡estoy triste!
¡Pero al soñar, como lo haré esta noche,
con tu mirada angelical que me ilusiona,
apretaré mi almohada... ¡la besaré con ansia loca!
¡Le sobrarán caricias y suspiros,
y como ruiseñores en sus nidos,
la boca de ese nido, taparé con mi boca!
¡Y un gemido se oirá... de madrugada;
y una lágrima saldrá... como un torrente
cuando vea que sólo un sueño era el rendirte;
que besaba a mi almohada, locamente...
y en ese sueño tenía que despedirte!
y el alba comienza a preguntarme:
¡Buenos días, señor poeta, ¿cómo estás?
Y yo responderé: ¡-muy triste-!
*Coquí: En Puerto Rico.
Batracio minúsculo que produce sonidos nocturnos intermitentes

Rosas Blancas...
Solemos encerrar en la poesía
nuestras tristezas, en versos y sonetos,
en prosa, rimas y cuarteto,
cual quien esconde su dolor en melodía,
haciendo una canción con alegría,
pero ocultando su dolor!
........................ése es el reto!
El jardinero, al ocultar su llanto,
riega el plantío y poda con crudeza;
pero transmite a aquellas flores su tristeza,
que el amor le ha dejado...
.............................y sufre tanto!
¡Ay, jardinero...
que, como el poeta y el cantor,
......................ocultas tu dolor
..........................tras de la flor,
y a las semillas de las plantas,
.....................tus penas cantas,
regálame, te pido de favor,
.....................para mi amor,
una docena de esas rosas...
............................blancas!

Viva el amor…
No hay dolor en la muerte
si lo propio hemos hecho;
más si no hemos amado
aunque sea un corto trecho,
ya el dolor no es de muerte,
que nos deja maltrecho.
El dolor es de ansias
por no amar suficiente,
por pasar por la vida
sin mirar hacia el frente.
Y si soñamos cuerdos,
y despiertos estamos,
quedará un gran recuerdo
de ese sueño dorado.
Y al dormitar, en poco
seguiremos soñando;
comenzamos riendo;
terminamos llorando.
El amor es espejo
de lo desesperado;
el amor es la imagen
de un dolor no soñado.
Más si una herida llega
y nos causa dolor,
deja que cicatrice,
aunque tenga raíces,
Pero… ¡viva el amor…!
Rafael Angel Cortés

EL ESPEJO...
Los reflejos matizados de gris
que adornan los contornos de tu rostro,
no son sino el reflejo de años sabios
en que Dios, en su infinita bondad,
ha permitido a tus poros respirar.
No hay que añorar aquellas curvas
de la vida que alguna vez
no pudimos tomar,
sino admirar aquellas piedras
que salvamos, en nuestro finito caminar.
El bajear sobre el frío espejo
lo empaña, pero no lo daña,
mas opaca su reflejo.
Por tal, al mirar,
no me entristecen los caminos no andados;
mejor sonrío ante los breves trechos
saturados de mis pasos,
a veces en una ida,
y a veces en regreso.
Como el cielo que se enturbia
con opacadas nubes,
que nada quitan a su
magnificencia,
ni a su grandeza,
ni a sus luceros,
que sólo están escondidos,
y que alguna vez
resplandecerán sus brillos;
y habrá metamorfosis
de oscuridad a luz,
como sucede ante nuestros
ojos... ¡cada mañana!
Y en el lavatorio anacarado,
y ya frente al espejo,
mirarás tu experiencia
por estar vivo,
mas no por estar viejo.
Rafael Angel ©
Puerto Rico
www.galeon.com/rafaelangel
http://www.rafaelangel.4t.com/

Português: Rosenna
Só é fácil dizê-lo!..
Cada ser humano tem uma definição do amor.
Talvez dependa de suas experiências,
talvez dependa de sua companhia.
Não sei, leitor, qual é a tua,
mas gostaría saber...!
AMOR é... dar paz, dar sossego;
servir, não ser servido;
oferecer em lugar de pedir;
esperar... não insistir.
AMOR é... dá-lo tudo; tudo. Tudo!
é ver a Deus em cada irmão;
é remediar a necessidade, não lamentá-la!
AMOR é soltar em vez de aprisionar;
é sorrir e é, também, acompanhar no pranto.
AMOR é abençoar a quem nos amaldiçoa;
perdoar a quem nos fere;
esquecer o que nos dói e entregá-lo a Deus.
AMOR é reconhecer que Jesús nos deu
tudo o que tinha: sua vida!
AMOR é... amar-lhe a ele, sobre todas as coisas!
Amar!... só é fácil dizê-lo!

Muito triste!..
A noite começou... e estou triste!
Estive alegre por um formoso beijo;
Estive alegre pelo te quero muito
................................que disseste!
A noite faz sua roda à manhã...
e o *coquí faz sua festa na penumbra...
Alegra-se minha alma, por isso que disseste;
Mas tenho que te dizer: até manhã...
..................... e por isso, estou triste!
Meu coração arrebenta de alegría
quando um ~te quero~ recebe de tua boca...
E um manjar gostoso que retoca
em meus adentros... muito dentro da minh' alma!
e o coração o repite... e o resiste!
................... e por isso... estou triste!
Mas ao sonhar, como o farei esta noite,
com teu olhar angelical que me ilude,
apertarei meu travesseiro... a beijarei com ânsia louca!
Lhe sobrarão carícias e suspiros,
e como rouxinóis em seus ninhos,
a boca desse ninho, tamparei com minha boca!
E um gemido se ouvirá... de madrugada;
e uma lágrima sairá... como um torrente
quando veja que só um sonho era o render-te;
que beijava a meu travesseiro, loucamente...
e nesse sonho tinha que te despedir!
e a alva começa a perguntar-me:
Bons dias, senhor poeta, como estás?
E eu responderei: muito triste-!
*Coquí: Em Porto Rico.
Batrácio menor que produz sons noturnos intermitentes

Rosas Brancas...
Costumamos encerrar na poesia
nossas tristezas, em versos e sonetos,
em prosa, rimas e quarteto,
qual quem esconde sua dor em melodia,
fazendo uma canção com alegria,
mas ocultando sua dor!
........................esse é o desafio!
O jardineiro, ao ocultar seu pranto,
rega as plantas e poda com crueza;
mas transmite a aquelas flores sua tristeza,
que o amor lhe deixou...
.............................e sofre tanto!
Ai, jardineiro...
que, como o poeta e o cantor,
......................ocultas tua dor
..........................trás da flor,
e às sementes das plantas,
.....................tuas penas cantas,
presenteia-me, peço-te de favor,
.....................para meu amor,
uma dúzia dessas rosas...
brancas.
©R.Cortés

Viva o amor…
Não há dor na morte
se o próprio temos feito;
mais se não não amamos
ainda que seja um curto trecho,
já a dor não é de morte,
que nos deixa maltratados
A dor é de ânsias
por não amar suficiente,
por passar pela vida
sem olhar para a frente.
E se sonhamos sensatos,
e despertos estamos,
ficará uma grande lembrança
desse sonho dourado.
E ao cochilar, em pouco
seguiremos sonhando;
começamos rindo;
terminamos chorando.
O amor é espelho
do desesperado;
o amor é a imagem
de uma dor não sonhada
Mais se uma ferida chega
e nos causa dor,
deixa que cicatrize,
ainda que tenha raízes,
Mas…viva o amor!..
Rafael Angel Cortés

O ESPELHO...
Os reflexos matizados de cinza
que enfeitam os contornos de teu rosto,
não são senão o reflexo de anos sábios
em que Deus, em sua infinita bondade,
permitiu a teus poros respirar.
Não há que sentir saudade daquelas curvas
da vida que alguma vez
não pudemos tomar,
senão admirar aquelas pedras
que salvamos, em nosso finito caminhar.
O acossar sobre o frio espelho
o embaça, mas não o dana,
mas opaca seu reflexo.
Pelo tanto, ao olhar,
não me entristecem os caminhos não andados;
melhor sorrio ante os breves trechos
saturados de meus passos,
as vezes numa ida,
e as vezes em regresso
Como o céu que se enturva
com escuras nuvens,
que nada tiram a sua
magnificência,
nem a sua grandeza,
nem aos seus luzeiros,
que só estão escondidos,
e que alguma vez
resplandecerão seus brilhos;
e terá metamorfose
de escuridão a luz,
como acontece ante nossos
olhos... cada manhã!
E no lavatório anacarado,
e já diante ao espelho,
olharás tua experiência
por estar vivo,
mas não por estar velho.
Rafael Angel ©
Puerto Rico
www.galeon.com/rafaelangel
http://www.rafaelangel.4t.com/


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