DUETO

NADIR D`ONOFRIO & MARCELO ROMANO

Nocturnal

La oscuridad se adueño en mi, materia viva ,
colmando mi noche,
surgiendo de la nada rostros de ayer, momentos ...
El criptar del fuego me distrae, cuando el viento
golpea mi ventana pujando por entrar...
Solo en esta triste noche sin luces .
desesperados mis ojos buscan ser faros luminosos
que indiquen en mi la trayectoria ...
Recorro sendas, acompañando mis pasos
la duda sutil de movimientos inciertos...,
en laberíntica noche ...
Espinos arañan mi cuerpo ,
marcando las llagas del tiempo...
acariciando viejos lamentos ...,
algunos rebrotan en gotas rojas esparcidas...
La tremenda noche, salvaje animal
me tiene en sus fauces, se atraganta de vida
al masticar dos luceros vivos
que niegan dormir sueño eterno ...
luchando por imponer luces en la oscura vida
de este amante abandonado ....

Marcelo Romano

Salta- Argentina

http://www.locurapoetica.com
 

NOCHE DEL ABANDONO

Nadir A D’Onofrio



La brea de la noche,

Equivale a la oscuridad de mi alma.
Nuestro chalet sin su presencia,
Está sin vida desnudo de alegría.
Hasta la estufa se rehusa a quemar las leñas.
Las brasas existentes hace mucho se apagaron...


El viento helado cortante,
Ahuyando entre los gajos que penden bajo la nevisca.
EL vino del que usted tanto gustaba...
Lo saboreo sóla... con mis pensamientos...
Ese color rubí y suave bouquet
Ah, sólo traen recuerdos de usted!


Digame donde está,
Largaré todo y voy a encontrarlo.
Esa llaga de su cuerpo iré a curar,
Seré el farol para iluminar su camino...
No más, luchará sólo amante abandonado.
Yo, amante fiel a su lado siempre estaré,
Prometo...hasta su sueño yo velaré...


Nadir A D’Onofrio

http://www.geocities.com/nadirhp/

17/02/2005
22:15
Santos SP
Brasil



português


Noturnal



A escuridão se fez dona de mim, matéria viva,
cobrindo minha noite,
surgindo do nada rostos de ontem, momentos...
O crepitar do fogo me distrai, quando o vento
golpeia minha janela puxando por entrar...
Só, nesta triste noite sem luzes.
Desesperados meus olhos procuram ser faróis luminosos
que indiquem em mim a trajetória...
Percorro sendas, acompanhando meus passos
a dúvida sutil de movimentos incertos...
em labiríntica noite...
Espinhos arranham meu corpo,
marcando as chagas do tempo...
acariciando velhos lamentos...
alguns rebrotan em gotas vermelhas espalhadas...
A tremenda noite, selvagem animal
me tem em sua goela, engasga-se de vida
ao mastigar dois olhos vivos
que se negam a dormir o sono eterno...
lutando para impor luzes à escura vida
deste amante abandonado...



Marcelo Romano
Salta- Argentina

http://www.locurapoetica.com

 

NOITE DO ABANDONO



Nadir A D’Onofrio



O breu da noite,

Equivale à escuridão da minh’alma.
O nosso chalé sem tua presença,
Esta sem vida despido de alegria.
Até a lareira se recusa queimar as lenhas.
As brasas existentes há muito se apagaram...



O vento gélido cortante,
Uivando entre os galhos que pendem sob a nevasca.
O vinho que você tanto gostava...
Saboreio sozinha... com meus pensamentos...
Essa cor rubi e suave buquê
Ah, só trazem lembranças de você!



Diga-me onde estás,
Largarei tudo e vou te encontrar.
Essa chaga do teu corpo irei curar,
Serei o farol à iluminar seu caminho...
Não mais, lutará sozinho amante abandonado.
Eu, amante fiel ao seu lado sempre estarei,
Prometo...até seu sono eu velarei...


Nadir A D’Onofrio

http://www.geocities.com/nadirhp/

17/02/2005
22:15
Santos SP
Brasil

 

 

 

    
    
    

    
    

    




 

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