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Pequenos
Inocentes
Pelo mundo sem destino
Aos milhares pelas calçadas
Crianças sem o luxo de poucas
São seviciadas e maltratadas
Pedintes do pão nosso de cada dia
Esmolam migalhas com pouca idade
Jogados ao relento do tempo
Retratam a indiferença da sociedade
Presente de lembranças tristes
Triste passado sem lembranças
Sem futuro para pensar
Pobres corações sem esperanças
Pequenos de grandes talentos
Possíveis gênios da humanidade
São frutos do descaso
Privados de oportunidades
Inocentes esqueletos vivos
Famintos de carinho e proteção
Abandonada herança humana
Sedenta de amor e educação
Oh! Humanidade solidária
Onde estás, que não te vejo?
Abre teu coração divino e abriga
Os irmãos que sofrem o teu desprezo
Lembra-te:
Os pequenos pedintes de hoje
Que à ti estendem a mão para esmolar
Em um futuro dia de tua vida
Poderão estender a mão para te
levantar

Palavras de
Amor
Escrita em combinações de letras
diferentes
Estrangeiras línguas expressam sua
dimensão
Sem fronteiras rompe a idade dos
tempos
Desenhada dentro de todos os
corações
Letras que embalam sonhos de
felicidade
Em suave música dança apaixonada
Ao vento longe voa em mensagens
Encurtando as distâncias da saudade
Gestos e sinais que amam
Mãos que se entrelaçam em união
Corpos apaixonados abraçados
É ternura em voz de um só coração
Cantada em todos os credos
Dádiva divina em oração
Bandeira de todas as raças
Com arco-íris no coração
Palavras são palavras, simplesmente...
Amor é simplesmente palavra...
Palavras de Amor, simplesmente...
É Amor.

Um Sonho
Encantado
Uma eterna e doce melodia
Das cordas da harpa ecoava
Suaves lembranças da infância
A pureza do tempo voltava
Pequenas irmãs e amigas
No arco-íris a brincar
Com lápis multicoloridos
No azul do céu a pintar
Com as estrelas em sinfonia
Unidas em circulo a cantar
Coração saltitando de alegria
De mãos dadas a cirandar
Com as bonecas amiguinhas
Junto à cama a rezar
Pedindo ao Papai do Céu
Com lindos anjos sonhar
Sonho de menina encantada
Em um nobre castelo de fadas
Dedilhadas melodias de ninar
Por anjos em harpas douradas
Num carrossel de cavalos alados
Voava de asas dadas aos anjos
Nos lábios a beleza de um sorriso
Pelo encanto de um sonho mágico
Um raio de sol pela janela
Anunciava um novo dia
E ao cantar de pássaros coloridos
A menina ao sono se despedia
Olhos cansados em face enrugada
Corpo arqueado por lutas diárias
Em sonho encantado a vovó voltava
As eternas lembranças de sua
infância
Uma eterna e doce melodia
De pequenas irmãs e amigas
Com as estrelas em sinfonia
E as bonecas amiguinhas
Um sonho de menina encantada
Em um carrossel de cavalos alados
Um raio de sol pela janela
Os olhos cansados em face enrugada

Lua de Prata
Alva nudez translúcida no firmamento
Forma que movimenta o universo
apaixonado
Desliza suave por entre as nuvens
Banhando de prata os corações
enamorados
Solitária fortuna no negro celeste
Herança de amor de todos os desejos
Suave manto de amor e luz
As noites iluminando com seus beijos
Testemunha fiel de muitas paixões
Cheia de alegria transborda
Míngua em lágrimas a sua face
Nos desencontros de nossos corações
Nova se reconcilia no amor
verdadeiro
Jovem promessa de muitas noites
Quarto de amor crescente
Em corpos de volúpias ardentes
Fada madrinha de poetas apaixonados
Escrita ao mundo dos corações
Em linguagem de prosa e verso
Gira em todo o universo

Doce Pecado
(Para Simone Borba Pinheiro)
Encanto de sereia em teus olhos
Em piscar sedutor e sensual
Tua face rubra e suada
Com vontade de amar sem igual
Vermelho em tua boca
Provocante cor do amor
Aveludados lábios de mel
Gosto de veneno doce e torpor
Colo macio e atraente
Seios de rara beleza
Tentação de maliciosas carícias
Em tua pele de alva pureza
Companheira de desejos e fantasias
Amante de incansável sedução
Amor de Afrodite em teu corpo
Ventre em êxtase como vulcão
Sinuosas curvas em tuas coxas
Convite de viagens ao calor
Em teu corpo a estação do amor
Chego em beijos molhados de suor
Em você mulher
Selvagem felina do amor
Sou corpo único ao teu
Em clímax de êxtase e furor
De beleza incomparável
A mais bela das maravilhas
Encontro em você mulher
O doce pecado de minha vida
Cândido
Pinheiro
http://www.geocities.com/familia_borba_pinheiro/candido_pinheiro_poemas.htm
Santa Maria - RS - Brasil

español: Rosenna
Pequeños Inocentes
Por el mundo sin destino
A millares por las calles
Niños sin el lujo de pocos
Son explotados y maltratados
Pidientes del pan nuestro de cada día
Limosnean migajas con poca edad
Jugados al sereno del tiempo
Retratan la indiferencia de la sociedad
Presente de recueros tristes
Triste pasado sin recordaciones
Sin futuro para pensar
Pobres corazones sin esperanza
Pequeños de grandes talentos
Posibles genios de la humanidad
Son frutos del desprecio
Privados de oportunidades
Inocentes esqueletos vivos
Hambrientos de cariño y protección
Abandonada herencia humana
Sedienta de amor y educación
¡Oh! Humanidad solidaria
¿Donde estás, que no te veo?
Abre tu corazón divino y abriga
Los hermanos que sufren tu desprecio
Recuerda:
Los pequeños pedientes de hoy
Que a ti extienden la mano para
limosnear
En un futuro día de tu vida
Podran extender la mano para levantarte

Palabras de Amor
Escrita en combinaciones de letras
diferentes
Lenguas extrangeras expresan su
dimensión
Sin fronteras rompe la edad de los
tiempos
Dibujada dentro de todos los corazones
Letras que acarician sueños de felicidad
En suave música danza apasionada
Al viento lejos vuela en mensajes
Acortando las distancias de la añoranza
Gestos y señales que aman
Manos que se entrelazan en unión
Cuerpos apasionados abrazados
Y ternura en voz de un sólo corazón
Cantada en todos los credos
Dádiva divina en oración
Bandera de todas las razas
Con arco iris en el corazón
Palabras son palabras, simplemente...
Amor y simplemente palabra...
Palabras de Amor, simplemente...
Es Amor.

Un Sueño Encantado
Una eterna y dulce melodía
De las cuerdas del arpa resonaba
Suaves recuerdos de la infancia
La pureza del tiempo volvia
Pequeñas hermanas y amigas
En el arco iris jugando
Con lápices multicolores
En el azul del cielo pintando
Con las estrellas en sinfonía
Unidas en círculo cantar
Corazón saltando de alegría
De la mano danzar
Con las muñecas amiguitas
Junto a la cama a rezar
Pidiendo al Papá del cielo
Con lindos ángeles soñar
Sueño de niña encantada
En un noble castillo de hadas
Vibradas melodias de adormecer
Por éngeles en arpas doradas
En un carrusel de cavallos alados
Volaba tomada de las alas con los
ángeles
En los labios la belleza de una sonrisa
Por el encanto de un sueño magico
Un rayo de sol por la ventana
Anunciaba un nuevo día
Y al cantar de pájaros coloridos
La niña al sueño se despedia
Ojos cansados en faz arrugada
Cuerpo arqueado por luchas diarias
En sueño encantado a abuela volvia
A los eternos recuerdos de su infancia
Una eterna u dulce melodía
De pequeñas hermanas y amigas
Con las estrellas en sinfonía
Y las muñecas amiguitas
Un sueño de niña encantada
En un carrusel de caballos alados
Un rayo de sol por la ventana
Los ojos cansados en faz arrugada

Luna de Plata
Alba desnudez translucida en el
firmamento
Forma que mueve al universo apasionado
Desliza suave por entre las nubes
Bañando de plata los corazones
enamorados
Solitaria fortuna en el negro celeste
Herencia de amor de todos los deseos
Suave manto de amor y luz
Las noches iluminando con sus besos
Testigo fiel de muchas pasiones
Llena de alegría transborda
Mengua en lágrimas su faz
En los desencuentros de nuestros
corazones
Nueva se reconcilia en el amor verdadero
Joven promesa de muchas noches
Cuarto de amor creciente
En cuerpos de placeres ardientes
Hada madrina de poetas apasionados
Escrita al mundo de los corazones
En lenguage de prosa y verso
Gira en todo el universo

Dulce Pecado
(Para Simone Borba Pinheiro)
Encanto de sirena en tus ojos
En parpadear sedutor y sensual
Tu faz ruborosa y sudada
Con voluntad de amar sin igual
Rojo en tu boca
Provocante color del amor
Aterciopelados labios de miel
Gusto de veneno dulce y postración
Regazo suave y atrayente
Senos de rara belleza
Tentación de maliciosas caricias
En tu piel de alba pureza
Compañerita de deseos y fantasias
Amante de incansable seducción
Amor de Afrodita en tu cuerpo
Vientre en éxtasis como volcan
Sinuosas curvas en tus muslos
Invitación de viajes al calor
En tu cuerpo la estación del amor
Llego en besos mojados de sudor
En ti mujer
Salvaje felina del amor
Soy cuerpo único al tuyo
En clímax de éxtasis y furor
De belleza incomparable
La más bella de las maravillas
Encuentro en ti mujer
El dulce pecado de mi vida.
Cândido Pinheiro
http://www.geocities.com/familia_borba_pinheiro/candido_pinheiro_poemas.htm
Santa Maria - RS -
Brasil

 

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