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amor
de
ayer..
Un
fuerte
remolino
de
piel
y
fuego
llega
agitando
viejas
aguas
de
amor
parece
un
sueño
que
seas
el
ayer,
cuando
juramos
amarnos
tres
siglos...
Provocante
el
tiempo
desafía
con
su
silencio
cruel
alterando
ritmos
nuevos
al
mirar
el
amor
pasado
inundados
ojos
con
imágenes
retenidas.
Fue
amor
apasionado,
sin
tiempos,
donde
las
horas
fueron
siglos
los
silencios
eternos...
en
la
entrega
del
beso
de
amor.
Recorro
escudriñando
recuerdos
buscando
esos
detalles,tan
nuestros...
reconstruyo
tu
anhelante
boca...
cabellos
perfumados
por
la
hierba.
Sitios
nuestros
,invadido
de
nostalgia,
húmedas
calles
transitando
cuerpos
húmedos...
fue
mucho
mas
que
piel
,
era
amor...
¡maldito
remolino
que
batió
aguas
calmas.!
Me
desespera
saberte
perdida
,
ser
historia...
buscar
tu
rostro
...encontrar
otro
hoy,
sentirme
alienado
por
el
peso
de
ese
amor
promesas
no
cumplidas,
noches
no
amadas...
Tiemblo
ante
el
teléfono...deseo
llamarte...
fuerzas
racionales
me
detienen
,
crujiendo
mis
huesos
giro
la
cuerda
del
viejo
reloj
del
tiempo....
en
movimiento
se
acomoda
el
tiempo,
melancólica
y
lánguida
la
noche
muere
despertaré
y
serás
solo
eso...
un
buen
recuerdo
de
amor
pasado...
vestigios
de
añejas
pasiones.
Marcelo
Romano
Salta-Argentina

portugués:
Rosenna
Amor
de
ontem...
Um
forte
remoinho
de
pele
e
fogo
chega
agitando
velhas
águas
de
amor
parece
um
sonho
que
sejas
o
ontem,
quando
juramos
amar-nos
três
séculos...
Provocando
o
tempo
desafia
com
seu
silêncio
cruel
alterando
ritmos
novos
ao
olhar
o
amor
passado
inundados
olhos
com
imagens
retidas.
Foi
amor
apaixonado,
sem
tempos,
onde
as
horas
foram
séculos
os
silêncios
eternos...
na
entrega
do
beijo
de
amor.
Percorro
observando
recordações
procurando
esses
detalhes,
tão
nossos...
reconstruo
tua
ânsia
na
boca...
cabelos
perfumados
pela
erva.
Nossos
lugares,
invadido
de
nostalgia,
úmidas
ruas
transitando
corpos
úmidos...
foi
muito
mais
que
pele,
era
amor...
maldito
remoinho
que
bateu
águas
calmas..!
Desespera-me
saber-te
perdida,
ser
história...
buscar
teu
rosto
...encontrar
outro
hoje,
sentir-me
alienado
pelo
peso
desse
amor
promesas
não
cumpridas,
noites
não
amadas...
Tremo
ante
o
telefone...desejo
chamar-te...
forças
racionais
me
detêm
,
rangendo
meus
ossos
giro
a
corda
do
velho
relógio
do
tempo....
em
movimento
se
acomoda
o
tempo,
melancólica
e
lânguida
a
noite
morre
acordarei
e
serás
só
isso...
uma
boa
recordação
de
amor
passado...
vestígios
de
antigas
paixões.
Marcelo
Romano
Salta-Argentina


 

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