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EN DICIEMBRE…
Alfonsina Pais
Una nueva
promesa comienza
a brillar
al llegar
diciembre
revivimos
Navidad
se renueva la fe,
se abre la
esperanza,
una ilusión
nueva se instala
en el alma,
el espíritu del
hombre entra en
calma,
la bondad
resplandece en
el corazón,
renacer del amor
en su máxima
expresión.
La magia
navideña invita
a comulgar,
las penas y las
dudas van
quedando atrás,
se da sin medir
nada, se recibe
sonriente,
nace el Dios
viviente que
trae confianza,
el sentimiento
brota en la
humanidad,
la guerra queda
en tregua, reina
la paz,
al menos por una
noche nadie
matará.
Y allí en el
portal, un ángel
bajará
anunciando al
mundo…
¡¡¡La feliz
Navidad!!!

ENIGMA
¿Qué haré yo con
tu tristeza?
que se me pega
en la piel
se me enreda en
mí ser
dejándome un
gusto a hiel,
descubriendo
ante mí
el dolor que me
llega de ti.
Entonces yo
evoco
ese ayer que no
llegó,
los besos que no
me diste,
las caricias que
perdí,
los sueños que
se evadieron,
mis temores y
tus miedos.
Los días que no
tuvimos,
las penas que
contuvimos,
las risas que ya
no fueron,
los hijos que no
tendremos,
el placer que se
negó,
la pasión que no
existió.
Los “te quiero”
silenciosos,
las noches sin
gozo,
el “te amo”
perdido,
un mañana
asesinado
y un presente
dibujado.
¿Qué harás tú
con mi dolor?
cuando lo
sientas presente
en ése, mi sitio
ausente
porque dejé de
ser valiente.

CARENCIA
Silencio trémulo
se desgarra el
alma
vacío y soledad
se niega la
esperanza.
Nada ya se
espera
el andar se
desanda
la fe es solo
una palabra
el cansancio se
marca
se evade el
pensamiento
el sueño es sin
sueño.
Solo… se está
sin fe, sin
espera, sin
mañana.
Mareos,
confusión
reinan la
jornada.
No hay
diferencias
entre el todo y
la nada
entre el día y
la noche
entre un sí y un
no…
Es un estarse
un cero a la
vida
tal vez una
agonía.

ENGAÑO ACEPTADO
Que nadie te
engañe,
que ya no te
mientan,
que sí, ¡te he
querido!
más de lo que
cuentan.
Que si me he ido,
sin darte mi
adiós
así lo ha
querido
quien más te
falló.
Y seguramente…
ésa… ¡ésa no fui
yo!
Ya no me
preguntes,
¿por qué? o ¿qué
fue?
Ya no me
maldigas,
¡no sabes!… ¡no
ves!
Han pasados años
y mírate a ti,
aun confundido,
no puedes fingir.
Y seguramente
fue fácil pa’ti.
¿Qué ignoras?
¿Qué intuyes?
Dímelo tú a mí.
O es que no te
atreves,
prefieres
maldecir.
Entonces, amigo
nada me reclames
que han pasado
años
y has vivido
bien,
estando en sus
brazos
te sentiste
amado
y nunca has
peleado
elegiste no
saber,
ella te dio un
niño
y yo alguna vez
tan solo soñé
con ser tu mujer.

MI PAISAJE
Cómo adoro
encontrarte en
mi cama
dormido,
descansando el
cuerpo
dejando evadir
el alma,
relajado.
Observar tu
rostro viajando
por sueños
que descubro
reflejados en tu
frente
bajar por el
perfil de tu
nariz aguileña
perderme en tu
boca que me sabe
a fresa
demorarme en tu
ancho cuello
para disfrutar
luego de tu
torso bello
refugiarme en tu
abdomen apenas
saliente
pasear por tu
pubis sin que se
despierte
extenderme a lo
largo de tus
piernas
para anclar en
la costas de tus
pies.
Realizar este
viaje solo con
la mirada
sin omitir
sonido para no
perturbar
mi paisaje, una
bella pintura
acostada.
El sonido
acompasado de tu
respiración
tan pausada, tan
calma tan
melodiosa
acompañan a esa
quietud que te
invade
y de la cual soy
privilegiada
espectadora
Y sigo siendo la
mujer que te
admira
que le provocas
suspiros, que te
adora
como ahora,
cuando duermes
en mi cama
sin saber que ya
he llegado, que
estoy a tu lado
y demoro el
momento del
contacto
para seguir
disfrutándote un
rato
y sentirte tan
mío, tan
plenamente mío
como cuando te
entregas a
amarme
y juntos
perdemos el
sentido.
Alfonsina Pais.
http://www.comunalia.com/ALFONSINA/
http://usuarios.lycos.es/palabrasenlibertad/alfonsina_pais.htm
http://www.vidatransparente.com.br/amigos.htm

Português:
Rosenna
EM DEZEMBRO…
Uma nova
promessa começa
brilhar
ao chegar
dezembro
revivemos Natal
renova-se a fé,
abre-se a
esperança,
uma ilusão nova
instala-se na
alma,
o espírito do
homem entra em
calma,
a bondade
resplandece no
coração,
renacer do amor
em sua máxima
expressão.
A magia natalina
invita comungar,
as penas e as
dúvidas vão
ficando atrás,
se dá sem medir
nada, recebe-se
sorridente,
nasce o Deus
vivente que traz
confiança,
o sentimento
brota na
humanidade,
a guerra fica em
trégua, reina a
paz,
ao menos por uma
noite ninguém
matará.
E ali no portal,
um anjo descerá
anunciando ao
mundo…
O feliz Natal!!!

ENIGMA
Que farei eu com
tua tristeza?
que cola-se na
minha pele
enreda-se em meu
ser
deixando-me um
gosto a fel,
descobrindo ante
mim
a dor que chega-me
de ti.
Então eu evoco
esse ontem que
não chegou,
os beijos que
não me deste,
as carícias que
perdi,
os sonhos que se
evadiram,
meus temores e
teus medos.
Os dias que não
tivemos,
las penas que
contuvimos,
os risos que já
não foram,
os filhos que
não teremos,
o prazer que se
negou,
a paixão que não
existiu.
Os “quero te”
silenciosos,
as noites sem
gozo,
o “amo te”
perdido,
um ontem
assassinado
e um presente
desenhado.
Que farás tu com
minha dor?
quando o sintas
presente
neste, meu sítio
ausente
porque deixei de
ser valente.

CARÊNCIA
Silêncio trêmulo
desgarra-se a
alma
vazio e solidão
nega-se a
esperança.
Nada já se
espera
o andar desanda-se
a fé é só uma
palavra
o cansaço marca-se
evade-se o
pensamento
o sonho é sem
sonho.
Só… se está
sem fé, sem
espera, sem
manhã.
Vertigens,
confusão
reinam a jornada
Não há
diferenças
entre o tudo e o
nada
entre o dia e a
noite
entre um sim e
um não…
É um estar-se
um zero à vida
talvez uma
agonia.

ENGANO ACEITADO
Que ninguém te
engane,
que já não te
mintam,
que sim, te quis!
mais do que
contam.
Que se me fui,
sem dar-te meu
adeus
assim o quis
quem mais te
falhou.
E com certeza…
essa… essa não
fui eu
Já não me
perguntes,
por que? ou que
foi?
Já não me
amaldiçoes,
não sabes!…não
ves!
Passaram anos
e olha-te a ti,
ainda confundido,
não podes fingir.
E seguramente
foi fácil para
ti.
Que ignoras?
Que intuis?
Diga-me a mim.
Ou é que não te
atreves,
preferes
amaldiçoar.
Então, amigo
nada me reclames
que passaram
anos
e viveste bem,
estando em seus
braços
te sentiste
amado
e nunca brigaste
elegeste não
saber,
ela te deu um
menino
e eu alguma vez
tão só sonhei
com ser tua
mulher.

MINHA PAISAGEM
Como adoro
encontrar-te em
minha cama
dormido,
descansando o
corpo
deixando evadir
o alma,
descontraído.
Observar teu
rosto viajando
por sonhos
que descubro
refletidos na
tua frente
baixar pelo
perfil de teu
nariz aquilino
perder-me na tua
boca que me sabe
a morango
demorar-me em
teu largo
pescoço
para disfrutar
logo de teu
torso belo
refugiar-me em
teu abdomem mal
saliente
passear por teu
púbis sem que se
desperte
estender-me ao
longo de tuas
pernas
para ancorar nas
costas de teus
pés.
Realizar esta
viagem só com o
olhar
sem omitir som
para não
perturbar
minha paisagem,
uma bela pintura
deitada.
O som compassado
de tua
respiração
tão pausada, tão
calma tão
melodiosa
acompanham essa
quietude que te
invade
e da qual sou
privilegiada
espectadora
E sigo sendo a
mulher que te
admira
que lhe provocas
suspiros, que te
adora,
como agora,
quando dormes em
minha cama
sem saber que já
cheguei, que
estou a teu lado
e demoro o
momento do
contato
para seguir
desfrutando-te
um momento
e sentir-te tão
meu, tão
plenamente meu
como quando te
entregas a amar-me
e juntos
perdemos o
sentido.
Alfonsina Pais.
http://www.comunalia.com/ALFONSINA/
http://usuarios.lycos.es/palabrasenlibertad/alfonsina_pais.htm
http://www.vidatransparente.com.br/amigos.htm
 

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